
Aqui respondo a algumas perguntas mais frequentes sobre o alho negro:
Não é uma variedade de alho. Trata-se do mesmo alho que compramos no supermercado ou feiras. A diferença está no processo pelo qual ele passa.
Não é adicionado nenhum aditivo. Nada de glutamato, nem shoyu, nem açúcar, nada. Também não é bombardeado com raios gama. Apesar da dramática diferença, ele não passa por nenhum processo tão traumático assim. Apenas fica sob temperatura e umidade controlados.
O sabor é diferente do alho comum. Não tem o cheiro característico, não deixa “bafo”. Alguns dizem que lembra ameixas ou tâmaras secas. Outros comentam um sabor que lembra também cogumelos, vinho tinto, balsâmico, o “umami” do shoyu, um toque de melado. Mas continua com um finalzinho de alho, sim.
Dizem que faz bem à saúde. Eu não posso afirmar nada, mas no Japão tem a fama de abaixar a pressão, fortalecer o sistema imunológico e prevenir o envelhecimento precoce. Consomem como remédio, alguns dentes por dia, assim como nós consumimos algumas castanhas-do-Pará, por exemplo.
Quanto à conservação, já sei que dura mais de 3 meses na geladeira. Ainda estou fazendo testes de conservação fora dela, em embalagem reforçada, mas ainda é cedo para dizer algo. Se a intenção é fazer uma pasta, a cabeça de alho pode ser hidratada, como hidratamos uma uva passa. Mergulhe em água, deixe algum tempo e depois mantenha-a em um saco plástico fechado, para que absorva a água lentamente.
E se tiverem mais alguma dúvida, entrem em contato comigo:
marisaono@gmail.com