Antes que me chamem de louca, é melhor eu explicar. Ganhei um bulbo lindo de alho negro de Aomori, Japão.

Quem me fez essa tremenda gentileza foi a Maria Izabel do Bistrô Charlô. Lamentei-me com ela que até agora não tinha provado do alho japonês e que estava trabalhando totalmente às cegas, confiando em comentários, descrições e, por que não dizer, intuição.

No verso, dados importantíssimos para mim: Valores nutricionais e instrução de consumo e conservação.

E embaixo, a etiqueta do distribuidor francês.

Por dentro, o dente negro e ligeiramente enrugado. A consistência é firme e o sabor, um tanto quanto ácido.

O da esquerda é o meu alho negro. Agora, com essa amostra, tenho parâmetros e condições de fazer um produto melhor. E vou confessar a vocês: estou sentindo-me bem mais confiante e até mesmo aliviada com isso. E também feliz, por saber que existem pessoas generosas e de boa-vontade como a Maria Izabel.