Ficou simplesmente lindo o prato de pasta e alho negro da Nina Mori, do Gourmandise.
A receita está lá no blog: http://gourmandisebrasil.blogspot.com/2010/02/aglio-e-olio-e-alho-negro.html
Ficou simplesmente lindo o prato de pasta e alho negro da Nina Mori, do Gourmandise.
A receita está lá no blog: http://gourmandisebrasil.blogspot.com/2010/02/aglio-e-olio-e-alho-negro.html
A segunda contemplada com 3 cabeças de alho negro é a @gesiane
O sorteio foi realizado pelo sorteie.me que escolheu um dos meus “followers”:
Também estou no Twitter: http://twitter.com/marisaono
Ontem sorteei 3 cabeças de alho negro para um dos meus “followers”. O contemplado foi o Losnet:
Para os próximos dias sortearei outras amostras.
Antes que me chamem de louca, é melhor eu explicar. Ganhei um bulbo lindo de alho negro de Aomori, Japão.
Quem me fez essa tremenda gentileza foi a Maria Izabel do Bistrô Charlô. Lamentei-me com ela que até agora não tinha provado do alho japonês e que estava trabalhando totalmente às cegas, confiando em comentários, descrições e, por que não dizer, intuição.
No verso, dados importantíssimos para mim: Valores nutricionais e instrução de consumo e conservação.
E embaixo, a etiqueta do distribuidor francês.
Por dentro, o dente negro e ligeiramente enrugado. A consistência é firme e o sabor, um tanto quanto ácido.
O da esquerda é o meu alho negro. Agora, com essa amostra, tenho parâmetros e condições de fazer um produto melhor. E vou confessar a vocês: estou sentindo-me bem mais confiante e até mesmo aliviada com isso. E também feliz, por saber que existem pessoas generosas e de boa-vontade como a Maria Izabel.
Aqui respondo a algumas perguntas mais frequentes sobre o alho negro:
Não é uma variedade de alho. Trata-se do mesmo alho que compramos no supermercado ou feiras. A diferença está no processo pelo qual ele passa.
Não é adicionado nenhum aditivo. Nada de glutamato, nem shoyu, nem açúcar, nada. Também não é bombardeado com raios gama. Apesar da dramática diferença, ele não passa por nenhum processo tão traumático assim. Apenas fica sob temperatura e umidade controlados.
O sabor é diferente do alho comum. Não tem o cheiro característico, não deixa “bafo”. Alguns dizem que lembra ameixas ou tâmaras secas. Outros comentam um sabor que lembra também cogumelos, vinho tinto, balsâmico, o “umami” do shoyu, um toque de melado. Mas continua com um finalzinho de alho, sim.
Dizem que faz bem à saúde. Eu não posso afirmar nada, mas no Japão tem a fama de abaixar a pressão, fortalecer o sistema imunológico e prevenir o envelhecimento precoce. Consomem como remédio, alguns dentes por dia, assim como nós consumimos algumas castanhas-do-Pará, por exemplo.
Quanto à conservação, já sei que dura mais de 3 meses na geladeira. Ainda estou fazendo testes de conservação fora dela, em embalagem reforçada, mas ainda é cedo para dizer algo. Se a intenção é fazer uma pasta, a cabeça de alho pode ser hidratada, como hidratamos uma uva passa. Mergulhe em água, deixe algum tempo e depois mantenha-a em um saco plástico fechado, para que absorva a água lentamente.
E se tiverem mais alguma dúvida, entrem em contato comigo:
marisaono@gmail.com