Passaverdura

O equipamento aí do lado eu uso para fazer molho de tomates ou purês. No caso do tomates, vão para a panela apenas para amaciarem um pouco. Depois passo no passaverdura e, com umas voltas, a polpa se separa das cascas e semente. Fiz purê de mandioca e ficou ótimo também.
Ainda vou experimentar com ervilhas e outros ingredientes. De inox, para lavar, uma esponja e uma escovinha para a peneira.

O da foto não é meu, é da Submarino.

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8 Comments

  1. lufarah

    minha vida mudou depois que adquiri um desses. mas marido reclamou que por umas 2 semanas os jantares que fiz tinham um elemento “papinha”.

  2. Daniel Figueiredo

    Nossa, eu estava falando do meu ainda hoje, entrei aqui no seu blog e você falando sobre ele também. Uso bastante o meu, até pra fazer purê de batatas, acho que o purê fica mais lisinho que aquele feito no espremedor de batatas.

  3. Marisa Ono

    Sim, purê de batata fica mais liso e, como direi? Fofo. Mas acho que a grande vantagem mesmo é para aqueles alimentos que não passam no espremedor de batatas, como mandioca, batata-doce, etc.

  4. Oi Marisa

    vim parar aqui através do blog do Sampei. Parabéns, seu blog é ótimo!

    Também adoro o meu aparelho. Não sabia que era passa-verduras também, chamo de passa-legumes.

    O pediatra do meu filho recomendou para a sopa. Primeiro com furos pequenos, depois médios, então os grandes. Por que não o processador, o liquidificador etc? Porque (1) a alta velocidade das lâminas desnatura algumas vitaminas dos alimentos (2) as fibras ficam curtas demais e causam constipação, gases e cólicas no bebê. Com o “efeito colateral” da comida ficar deliciosa e com consistência ótima – purê no processador ou no mixer fica parecendo argamassa, não é mesmo? Ou então purê em pó de supermercado. Fibras curtas demais!

    Tenho uma dica para a Alessandra: os furos ficam com a parte cortante para cima. No começo eu usei com a parte cortante pra baixo HAHAHAHAHA dava 900 voltas pra fazer a sopa do meu filho. O bico central do disco fica para cima. Com o disco do contrário, a comida acaba passando por pura insistência – mas que passa, passa! Acho que passei 1 mês usando do contrário, tãhr!

    Apenas explicando: o meu chegou em casa desmontado, comprei pela internet e recebi por sedex. Quando vi montado na Preçolândia, me senti a idiota-mor do planeta – não só pelo disco do contrário, mas também pelo preço.

    Hoje em dia o Carrefour tem uns por $16,00, de plástico, apenas as peneiras e a hélice são de inox. Mas já é mais que suficiente. Com a vantagem de ter um “bowl” maior.

  5. admin

    É, Myrna, batata, mandioca, cará e inhame, quando batidos (no processador ou batedeira) ganham uma certa ‘liga” (que eu não sei se surge por conta de alguma mucilagem ou proteína, sou péssima em Química Orgânica). Fica pegajoso. Mas há quem goste. Soube que na África pilam mandioca cozida até formar uma massa grudenta, parecida com o mochi (massa de arroz glutinoso) japonês…
    Comprei como passaverdura (a minha é italiana) mas também é chamado de passe-vite.

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