22 Comments

  1. ah, o fermento que você usa é o seco “seco mesmo” ou o seco instantâneo? Só semana passada eu reparei que tinha dois tipos na prateleira do supermercado.

  2. Marisa Ono

    Sim, a diferença entre o biológico seco (convencional) com o instantâneo é que é preciso hidratar o primeiro. Não sou fiel a nenhuma marca, vou variando conforme vai acabando. Como ando fazendo muito mais pão, ando comprando pacotes maiores, em atacadistas. E como tenho usado a máquina de pão, não faço hidratação. Não notei diferença.
    Quanto às sfihas… Não sobraram, para que eu pudesse congelar e ver se ficariam boas depois de descongeladas e reaquecidas no microondas. Mas seria uma opção, não?

  3. Ficaram lindas!
    Não é toda vez, depende do humor e se tenho na dispensa, mas se você colocar um pouquinho de tehina para temperar a carne, dá um gostinho especial.
    Eu acho que a do Raful tem também.
    Beijos

  4. Marisa Ono

    Vou experimentar da próxima vez. Eu coloquei um tico de um tempero misterioso que ganhei (sei que tem gergelim e manjericão, mas o resto é mistério). Por distração (LP estava aqui e na conversa, esqueci do forno) passaram um pouco do ponto. Não queria que ficassem tão douradas assim.
    Beijos.

  5. Ah, obrigada! Vou fazer uns testes por aqui também.
    E foi em congelamento que eu pensei ao ver a receita 🙂 As esfihas de supermercado, como já diz o nome, não são sfihas e não fazem sucesso em casa.

  6. entonces… fiz a sfiha naquele dia mesmo, ficaram deliciosas! Não cheguei testar o congelamento, simplesmente porque sobrou apenas para o café da manhã do dia seguinte. Agradecemos a receita de montão. Meu filho pequeno, principalmente, que devorou a massa e praticamente dispensou o recheio!
    Sem sombra de dúvida, foi a massa mais bonita que já passou por aqui. E uma das mais gostosas, estou pensando em chamar uns amigos para apreciar uma boa receita em boa companhia.
    Só que, na próxima vez, tentarei abrir direito. Não usei o rolo e usei bolas de massa grandes demais para as minhas mãos – depois de assadas, ficaram parecendo uns pãezinhos com uma cobertura lááááá em cima, nem me atrevi a tirar fotos.

  7. ah, que pressa de escrever! Claro que sai bobagem… tentando novamente:
    “… chamar uns amigos para apreciar uma boa receita, em boa companhia” – acho que assim fica parecendo mais que a boa companhia são os amigos, não eu!!

  8. Marisa Ono

    Ah, eu nem me lembro se comentei que abri a massa com uma bola rígida. A dica foi do LP, que andava procurando bola de pedra ou outro material pesado. Achei uma de plástico rígido, bem resistente, usado originalmente para moer cimento portland e coisas do gênero (um dia ainda explico isso direito). Aí é rapidinho e não consome muito espaço…

  9. Marisa Ono

    Myrna, tente da próxima vez adicionar um pouco mais de água para obter uma massa mais macia, mais fácil de trabalhar. Ela pode ficar um tanto quanto pegajosa, mas nada que um pouco de farinha na tábua e mãos não resolva.

  10. Obrigada pela dica, Marisa! Farei isso, sim. E vou usar a tábua de carne para abrir a massa.
    Quando você explicou sobre a bola de material pesado, fiquei imaginando Ferran Adriá fazendo estágio na sua cozinha!! Foi você que ensinou o rapaz a fazer as tais espumas?

  11. Marisa Ono

    Menos, Myrna. LP disse ter visto alguém usar uma bola para estender a massa de sfiha. E uma bola é uma bola, que poderia ser de pedra, plástico ou qualquer outro material não-poroso. Já o conceito de espumas não é novidade na cozinha (mousses, espumoni, merengues, maria-mole partem do mesmo princípio). O Adriá mesmo admite que ele não inventou nada, só teve a sacada de usar o sifão de chantilly e pesquisar emulsificantes.
    É, como Billy Joel diz naquela canção…
    “We didn’t start the fire
    It was always burning
    Since the world’s been turning”

  12. Lucia

    Oi Marisa gostaria de saber se voce conhece um molho que se come com salgados tipo sfiha, quibe creio que seja Arabe porque comi numa lanchonete Arabe no Bairro do Bras, um era meio vermelho puxado pro salmao e o outro era de um verde muito bonito meio ardido mas muito gostoso, procurei no google mas nw achei nada. Sera que a Sra poderia me ajudar? Muito obrigada

  13. Amélia Okamota

    Realmente, Rafful não tem comparação, e descobri que agora também tem no Mercadão Central de SP. Marisa, mais uma vez, grata pela receita.

  14. Alessandra

    Ola Marisa! Pvf me tira uma duvida, se nao tiver farinha de glúten faz diferença se nao colocar? Para q serve 1 col de farinha de gluten na receita?
    E a receita não vai ovos msm ne?!
    A água não precisa ser morna?
    Obrigada!

  15. Marisa Ono

    A farinha de glúten ajuda a formar uma massa mais aerada. Água morna na massa de pão é mito, a massa cresce bem com água fria e a fermentação mais lenta desenvolve muito mais sabor. Não, não vai ovos.

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