2 Comments

  1. Pois é, Marisa, tem algo mais simples, nutriente e mais amado que o ovo? É o curinga do dia-a-dia. Qdo eu era criança, meu pai, japonês, quebrava um ovo fresco sobre o arroz quentinho e os regava com shoyu, o ‘tamago-gohan’. Suponho que vc fizesse o mesmo. Tenho vontade de comê-lo ainda hoje, mas não consigo confiar nos ovos comprados nos supermercados. Aquí tbém é raro encontrar ovos de galinha caipira, porque qdo eu, uma comum mortal, descubro onde adquiri-los, os chefs de cozinha (suponho eu)já passaram antes de mim e levaram embora a caro preço, rs.

    Agora fiquei curiosa com ovos de gansa… O que já ví desta ave na prateleira são salame e carne defumada, mas nem me atreví pelos preços, rs. Abraços

  2. Marisa Ono

    Sabe, Luma? Ovo cru é algo que entrou na minha vida há poucos anos. Sempre tive uma aversão à clara viscosa. Hoje não dispenso um ovo no gyudon ou sukiyaki. Mas aqui, também, não é sempre que consigo pôr as mãos em ovos frescos. Pena que ainda não exista o compromisso de datar os ovos no dia da postura. No Japão, ovos frescos eram mais caros, ovos velhos tinham o preço consideravelmente reduzido.
    E eu acho que vou ficar quietinha quanto à minha fonte de ovos caipiras… 😉

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