12 Comments

  1. Marisa, que bela empreitada a sua. Sem empenho e paciência a sua curiosidade não seria premiada. Para quem vive aquí fuçando suas receitas e babando sobre as fotos como eu, fiquei com uma pontinha de ressentimento (por minha conta) a denominação “amadora”. Cozinheira e chef não se distinguem qdo se há o amor pelo que faz e se empenha em pesquisas. Qualidades muito claras em você, na minha modesta opinião de gulosa. (Não é adulação de fã, juro) Abraços!

  2. marcia

    E eu fiquei toda prosa, em saber que a autora do blog de comidas mais gostosas que eu já encontrei estava sendo citada por esses dois grandes chefs.
    Parabens, sou seguidora de seu blog, adoro suas receitas e acho que voce merece o momento.
    Bjs

  3. Marisa Ono

    Mariana, a produção até agora foi experimental, ou seja, em quantidade reduzida. Toda produção foi distribuída, para avaliação, degustação e divulgação. Espero poder ter novidades sobre a produção em maior escala para as próximas semanas.

  4. Fabricia Osada

    Lembro quando voce comentou aqui no Delicia a felicidade do chef ter telefonado pra voce ao receber a amostra do alho negro que voce havia mandado pra ele. E agora esse reconhecimento todo. Que legal! tenho o imenso prazer de parabeniza-la. `Grassas` a voce hoje eu `fasso shukurimus` maravilhosos e o bolo de aniversario da minha filha esse ano foi um sucesso (com a sua dica de usar emulsificante) fora as receitas que vejo aqui no seu playground. Adoro seu blog e o seu sucesso !

    Omedetou Gozaimasu!

    Fabricia Osada.

  5. Marisa, você chegou a ler este artigo da Jaden Hair sobre o alho negro, Aged Black Garlic : a new superfood?

    Existe uma empresa na California, pelo que deu a atender, que desenvolveu uma máquina para controlar a temperatura e umidade para gerar o produto. No caso deles, levam 30 dias. Eles também não sabem como o pessoal asiático fazia antes da máquina existir.

  6. Marisa Ono

    Eu li sobre deixar o alho em potes de barro em uma caverna durante anos. Porém duvido dessa técnica. O fato é que não tinha ouvido falar o alho negro no Japão durante os 16 anos que morei lá. Acredito mais que seja uma criação recente, baseada em outra mais antiga (e bem diferente).

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *