5 Comments

  1. Diulza Angelica dos Santos

    Marisa que isto? nunca vi nada igual, deve ser delicioso to com agua na boca, tb pensei ser alho poró, ela é doce,ou muita ardida, a horta da dona Margareth ta bombano heim. beijos.(d)

  2. A horta aí deve ser muito fertilizada, heim, mamma mia,rs. Essa “cebolinhona” feita no shoyu requer só um arroz branco e mais nada! É primeira vez que vejo a batata do konnyaku, que maravilha. Aberta, terá consistência do cará ou será como o inhame? A propósito, o Romeu tem uma carinha de danado e bom de garfo,rs! Abraços.

  3. Marisa Ono

    LuMa, um amigo da família, não me lembro hoje se era pernambucano ou cearense, amava essa cebolinha tanto que comia como salada! No Paraná é mais comum, por aqui ainda não vi. Eventualmente encontro na Liberdade. A batata de konnyaku provoca irritação na pele, como as de inhame. Tanto que costumam cozinha-la inteira, sem sequer descascar. Depois de cozida, lembra o inhame, batida com água é bem viscosa.
    E Romeu é um gato preguiçoso (como a maioria dos machos da espécie, não caça, dorme boa parte do tempo e sai à noite) mas extremamente carinhoso.
    Diulza, a cebolinha comprida, cozida ou assada, tem uma doçura característica. Picadinha, jogada no óleo quente, levanta um cheirinho maravilhoso. Crua, tem um certa picância, sim.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *