11 Comments

  1. Renata

    também não falava muito quando criança, minha primeira professora achou que fosse muda :S, acho que é pela descendência oriental também, mas hoje…..
    e também faço as batatas como você, mas não coloco nada, e ficam super crocantes, dá até pra guardar, o dificil é sobrar pra guardar hehehe.
    beijos

  2. Marisa Ono

    Bem, primeiro achavam que eu tinha problemas na audição, na cabeça, enfim, o fato é que eu tinha problemas de fala, mesmo. Aliás, ainda tenho. Mas hoje, quando alguma palavra trava, dou risada da situação.

  3. Luciana de Morais

    Olá, Márisa.
    Procurando por uma receita com espinafre no Google, para gastar a moita que não para de crescer aqui em casa, me deparei com você! Vou fazer hoje a quiche (e amei a idéia de deixar massa pré-assada no congelador) e assim que puder, a batata frita! Escrevo porque achei muito bacana seu espaço e, principalmente seu jeito de falar. Próximo, aconchegante, como a cozinha é pra mim. Um grande abraço e parabéns.

  4. Bia

    Estou babando…. Como boa polaca, adoooooooooro batata. De qualquer jeito… Adoooooooooro batata frita, se pudesse comeria todos os dias…. Estão lindas as suas, dignas de “pacotinhos cheirosos de banca de rua” (daquelas que dificilmente conseguimos fazer igual em casa!). E se faltar vodka, use vinagre, deixa-as sequinhas também! Só não pode esquecer no molho, pois pega gosto…

  5. Dany

    hunnnn… estas batatas estão mesmo com uma cara boa!!! tenho pavor de fritar batatas, pois nunca da certo,grudam tudo, as únicas que frito são aquelas compradas prontas- congeladas, que é so jogar na gordura bem quente e esperar dourar no ponto desejado… acho que vou tentar fazer essa,agora… o duro será guardar a vodka pra batata…rsrsrsr… adoro seu blog, e ele deveria estar listado nos de utilidade publica!!!amo cozinhar, e seu blog me ajuda ainda mais, é mto criativo, de facil entendimento, e com receitas bem diversificadas! parabéns!!!

  6. Rodrigo Mendes

    Acabo de conhecer seu blog e qual não foi minha surpresa ao perceber que temos algo em comum: Nasci no bairro do Estácio, no RJ, próximo ao bairro do Catumbi, e, desde que nasci, sempre fui à Fábrica de Batata Popular (sim, Marisa, esse é o nome da fábrica de batatas fritas de sua infância, e existe até hoje). Primeiramente levado por meu pai, pois comprávamos tal batata para qualquer “festinha” de família, posteriormente nossa parada na fábrica de batatas passou a anteceder algumas idas à escola, nos dias em que havia festinhas de última hora (batata era o que levava!). Hoje em dia, já casado, sou eu quem, por muitas vezes, vou até a fábrica comprar os enormes sacos de batata frita pra algumas festas em casa e para receber meus pais. Como a vida é cíclica, tudo isso serviu de ensinamento, pois dentro de alguns meses serei eu a levar meu filho à Fábrica de Batatas Fritas Popular, repetindo a tradição.
    Forte abraço, com algumas lágrimas (consegui me emocionar).

  7. Marisa Ono

    Nossa, Rodrigo! De tantas coisas que se foram das minhas lembranças, sobrou a fábrica de batatas fritas! Não sabia o nome, só me lembro que fica perto da Igreja Nossa Senhora da Salette. Sempre via um senhor perto da porta, na volta da escola, isso faz tempo, 1970, 71, por aí. Daquela rua lembro de uma loja chamada “A Moreninha”, que vendia resfrescos. O balcão era lindo, com “torneiras” para os refrescos, coisa bem antiga, puxava-se uma alavanca e jorrava líquido.O refresco de coco, feito com a fruta fresca, assim como a laranjada, geladíssima, eram imperdíveis. Lembro até do copo, um cone de papel que se encaixava em um suporte de metal.

    Bem, naquela época eu não poderia imaginar que a vida me levaria para outros e tantos lugares, longe das casas com janelas estreitas e altas, longe das quitandas e padarias dos portugueses, longe das senhoras ciganas cheias de talco e, claro, longe da fábrica de batatas fritas. Quantas lembranças…

    Abraços.

  8. Fatima

    Oi Marisa, ADOREI o seu blog e as suas crônica-receitas! Adoro batatas( melhor dizendo, adoro comer…). De qualquer modo! E as suas vem com esse indescritível sabor de infância, salpicado de lembranças trazidas pelo paladar. De vez em sempre darei uma passadinha por aqui, para “comer com os olhos”…

  9. Telmo Morgado Ferreira

    Nao te conheci e morei no catumbi nesta época que informou, bela lembrança da moreninha e seus refrescos , da bata frita popular e das ciganas que no domingo ficavam nas portas das casas quando eu e minha mãe íamos a igreja de N. Sá. Salette.

  10. Marisa Ono

    Eu morava dentro da Garagem Presidente, onde funcionava uma transportadora e servia de garagem para táxis, Telmo. Ainda sinto saudades dos refrescos da Moreninha, trincando de gelados. O meu favorito era de laranja. O de coco também era muito bom.

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