6 Comments

  1. Cheguei primeiro pra provar essa delícia!

    Fica um pouco diferente do que fazemos em casa, é uma bolinha com uma rachadurinha, que fica melhor com o passar dos dias… Ai que tortura! Eu quero!!!

  2. Marisa Ono

    Pois é, Shima, esse bolinho tem que rachar. Já vi também uma versão em que passam em uma calda à base de melado mas não gostei muito, não, ficou molhado, achei um pouco estranho. Com resíduo de soja, que comi uma vez, ficou bom, sabia? Mas ainda não testei nenhuma receita.

  3. sonia

    Marisa, esse rachadinho não é por acaso. Coloca-se a massa na mão e espreme para que ela saia por um buraquinho entre o polegar e o indicador. O objetivo, após a fritura, é que se forme uma TULIPA. E “é verrrdade”. Veja fotos no Google.

  4. […] Ainda não havia ido a nenhum restaurante okinawano aqui no Brasil. Para quem não sabe, Okinawa é a província mais ao sul do Japão, com características tão próprias que fazem dela tão especial. O clima tropical favorece o cultivo de frutas como mamão e abacaxi. O vegetal mais emblemático de lá é o goya ou nigauri (pepino amargo), tão amargo quanto amado. Come-se muito porco, mas também há uma fartura de algas, peixes e também consomem carne de cabrito e bode. Convivi com descentes de okinawanos em Londrina. Mas, curiosamente, eles não mantiveram as tradições da cozinha. Já no Japão, restaurantes com comida típica de outras províncias não são raros. Fui em dois, provei o soba, o goya champuru (refogado de goya com tofu e ovos), um peixe de cara estranha mas carne bem branquinha, fritinho, refrescos, um arroz frito, bolinhos (saataa andaagii). […]

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *