13 Comments

  1. Má, trouxe de Minas uma muda de ora-pro-nobis, aliás, uns galhos q meu pai espalhou pelo jardim e pegam que é uma beleza, quase uma praga… Fiz uma viagem pelas cidades históricas e meu pai pediu a muda, em vez de lembrancinha… O povo mais simples nem chama por esse nome, chamam de “lobrobró”… Tem que nem capim… E é uma boa cerca! Rsrsrsrsrs
    A folha é durinha, nem parece q vai dar pra comer… Bem amarguinha, vai muito bem com um frango caipira ao molho, na panela de pedra, picadinha, e colocada no final do cozimento (pra nao murchar demais nem amargar o prato) sobre uma bela polenta… Eita Minas Gerais… Quem conhece não esquece jamais mesmo!

  2. Marisa Ono

    Eu ainda não provei e acho que vai demorar um pouco para tomar a cerca, mas me anima saber que terei comida ao alcance da mão. Bem, tenho comida ao alcance da mão, literalmente. Mas é a horta, coisa que é preciso replantar ou guardar sementes, algumas coisas dão uma única safra anual e, claro, tenho sempre curiosidade por outros sabores.

  3. Oi Marisa. Nos conhecemos no Rango Camp e desde então venho acompanhando este seu blog que é mesmo uma delícia. Eu sempre tive vontade de experimentar o ora-pro-nóbis e matei a vontade dia desses no recém-inaugurado Garimpos do Interior. Eles têm, inclusive, a planta no jardim do restaurante. A taioba tem aos montes no terreno ao lado da minha casa, mas nunca tomei iniciativa de coletar algumas para cozinhar. Quando eu encontrar uma receita que me seduza (quem sabe aqui no seu blog) talvez eu pule o muro e vá buscar. rsrsrs Só espero não confundir a taioba brava com a mansa, pois tem diferença sutil (caule roxo) e a brava é venenosa.
    Abraços
    Cláudio

  4. Marisa Ono

    Cláudio, a Neide Rigo uma vez explicou a diferença da taioba. Como ela também tem o hábito de registrar tudo, fui procurar e lá está a diferença da taioba brava da mansa: http://come-se.blogspot.com/2008/01/taiobas-mansas-taiobas-bravas.html
    Ainda não sei o que farei com a taioba. A muda só tem duas folhas e vou ter que esperar um pouco para colher as primeiras folhas e aventurar-me com elas. Nos últimos tempos tenho pensado muito em doces com vegetais, vai que faço uma sobremesa?

  5. Fabiola

    Ola, Marisa.

    essa ultima planta me pareceu o que chamamos, no Amazonas, de chicória. É uma erva super aromática, muito usada em peixes e pra temperar o tucupi. Me pareceu, nao tenho certeza agora. A que tinhamos no quintal tinha folhas maiores, mas igualmente “dentadas” nas bordas. O cheiro é gritante. Adoro! Abs

  6. Marisa Ono

    Obrigada, Fabíola. Eu já ouvi chamarem de “coentro do Norte”, tive uma muda mas que acabou definhando. Vamos ver se esta sobrevive.

  7. Wilma

    Marisa, lendo esse seu artigo sobre plantas, gostaria de te perguntar sobre: shissô, onde é que eu posso encontrar essa planta/verdura/tempero? Gosto muito de hana-ume, mas não consigo achar o shisso para colocar na minha conserva
    abçs.

  8. Marisa Ono

    Wilma, eu encontro nas feiras. A Sakama comercializa sementes. Por outro lado, existe um shiso em pó, o Yukari, comercializado como furikake.

  9. Afonso Borges

    Parabéns Sra. Marisa, pela iniciativa.
    São de pessoas como a senhora que este País necessita.
    Como posso conseguir mudas do ‘Coentro do Norte’?

  10. Marisa Ono

    O Coentro do Norte, Coentrão, Chicória-do-Pará, coentro-do-pasto ganhei. Creio que já vi vender em lojas de mudas, mas não é algo regular. É preciso perguntar e pedir, Afonso. O daqui de casa não vai muito bem, não, acho que não gostou da região.

  11. Marisa Ono

    O Coentro do Norte, Coentrão, Chicória-do-Pará, coentro-do-pasto ganhei. Creio que já vi vender em lojas de mudas, mas não é algo regular. É preciso perguntar e pedir, Afonso. O daqui de casa não vai muito bem, não, acho que não gostou da região.

  12. Marisa Ono

    Procure no Varejão do Ceagesp, na parte que comercializa flores e mudas, aos sábados e domingos. Eu não tenho mais ora pro nobis.

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