Semana Mesa SP – Segundo Dia

No segundo dia assisti a palestra dos irmãos Guilherme (acima) e Alberto Landgraf. O primeiro, biólogo, falou do fato de que ainda não sabemos quantas espécies nativas são comestíveis. Pior que isso, é que provavelmente perdemos a oportunidade de aprender com quem sabia: silvícolas, mateiros, detentores desse conhecimento que não foi registrado. Enquanto há interesse em catalogar plantas que têm potencial medicinal, pouco se pesquisou sobre o que é ou não de comer. Acrescente a isso o encolhimento da Mata Atlântica nos Estados de São Paulo e Paraná, onde ele tem trabalhado.

Já Alberto, do Epice, contou sobre a experiência de acompanhar o irmão nas matas e do fato que muitas receitas, da mesma forma, estão se perdendo por falta de registro. Lembrou do doce de jaracatiá, que muita gente não tem a menor ideia do que seja. Na minha infância, era comum fazerem doce da polpa do tronco, que lembrava o coco. Não sabia eu que era um sub-produto do desmatamento. Creio ele se referia ao doce dos frutos.

Lamentei horrores não ter assistido à palestra dos irmãos Thiago e Felipe Castanho por conta do rodízio – cheguei tarde demais.

Durante a tarde haviam também as aulas do Mesa ao Vivo.  Acima, arte em açúcar, resultado da parceria do Senac com a escola Lenôtre.

Haviam também degustações de vinhos, café, geléias, queijos, etc. Mais tarde falarei sobre os expositores.

Também houve a degustação do Melhor da Cidade. Nesse dia, foram os melhores bares. Acima, o bolinho de feijoada do Aconchego Carioca. Confesso que eu estava com um pé atrás. Afinal, feijoada, para mim, é caldo. Quando topei com a couve verdinha, pedacinhos de linguiça, foi uma surpresa.

Outro petisco que provei foi o pastel de costela com borda de requeijão do Bar do Veríssimo.

Novamente peço que comprem a revista, não tenho foto e não provei todos os petiscos.

E peço desculpas pelo texto sem-graça. Tive uma crise de enxaqueca hoje e ainda não estou tão bem, mas não queria deixar o registro para amanhã.

 

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