As Empanadas de Hugo Ibarzabal Que A Neide Rigo Fez e Que Viraram Pastéis Assados

Eu pensei que já tinha feito essa receita. Talvez tenha feito mas não publicado o resultado. Enfim, fiz.

A receita eu peguei no blog da Neide Rigo, aqui:

http://come-se.blogspot.com.br/2010/02/empanadas-de-carne-receita-do-hugo.html

Só que fiz só meia receita. As únicas alterações que fiz na massa foram as seguintes:

Usei quase 1 xícara de água quente (não fervente, nem morna; dava para colocar o dedo dentro dela sem queimar, mas só por uns instantes).

Outra alteração que justifica o título deste post é o recheio: usei escarola e linguiça. A escarola foi rapidamente aferventada, escorrida e passada na água fria, para depois ser bem espremida. A linguiça teve a pele retirada, refogada até ficar bem cozida e recebeu a escarola. Sal, só o necessário.

Como não sei se existe empanada de escarola com linguiça e não quero causar polêmica, chamo de pastel assado. Aliás, os pastéis ficaram ótimos. Quando quentes, a parte externa ficou levemente crocante. Depois de frias, ficaram macias e continuaram boas para se comer.

 

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6 comentários em “As Empanadas de Hugo Ibarzabal Que A Neide Rigo Fez e Que Viraram Pastéis Assados”

  1. Que lindas! Fiz em casa uma vez, com o recheio tradicional. Fiz 64 empanadas, para 5 pessoas. Duraram 3 dias e até a última estava boa. Comeram gelada e tudo, levaram embora na viagem de volta e até hoje lembram e pedem mais. Não sei porque algumas pessoas acham que só ficam boas acabadas de assar. Da próxima vez vai ter de escarola também, com certeza.

  2. Pois é, Gilda. Eu gosto de comida quente, mas essas ficaram boas mesmo depois de frias. E eu gostei muito da massa, que não é tão gordurosa, não ficou dura, não exige tempo de descanso e permite usar com tantos recheios diferentes. Com certeza farei novamente.

  3. Como sempre tuas receitas sao otimas. Seu blog e formidavel. E voce e uma daquelas pessoas que gostaria de
    conhecer pessoalmente. Mas a vida nao e tao facil assim ne. Tenho que me contentar em apenas acompanhar esse
    blog espetacular. Adoro quando voce fala da tua mae. Ela deve ser uma pessao muito especial tambem como voce. E tenho uma pergunta: Como e retornar para o Brasil apos anos vivendo no Japao ?
    Porque me pergunto todo dia, porque eu continuo vivendo fora do Brasil ainda ? Sendo que tenho essa saudade
    imensa do meu Brasil ? Se puder e quiser claro, me fale um pouco como e retornar.

    Obrigada.
    Marcia.

  4. Não é fácil, não, Marcia. Voltar a viver no Brasil envolve muita coisa que a gente tem que aceitar ou se adaptar, como mudança no padrão de vida, insegurança quanto à violência (que pode ser criminal ou no trânsito, por exemplo). Serviços essenciais como telefonia, energia elétrica e internet continuam muito caros no Brasil, considerando-se a renda média. Pago muito mais caro por eles que pagaria no Japão. Vestuário, eletrodomésticos, automóvel também estão entre itens que estão muito caros. Dependendo da cidade, o Estado ainda continua pouco presente e as condições da distribuição de água potável, esgoto, rodovias, saúde estão no mesmo patamar há 20, 30 anos, infelizmente. E outras tantas coisas que não mudaram, apesar do Brasil já ser uma das maiores economias mundiais. No entanto, existe muitas boas oportunidades por aqui, para quem realmente sabe fazer algo e que tem segurança no que faz.

  5. Já havia visto a versão da Neide Rigo e não fiz, pois quando li que a quantidade de água era a que bastasse, já vi um desastre – não tenho a mão. Agora você escrevendo quase uma xícara, já vejo uma possibilidade… Sua xícara é de 250ml? Seria aproximadamente essa a quantidade de água? Muito obrigada Cristina

  6. Cristina, usei mais ou menos isso, só que só fiz meia receita, porque achei que era muito e mesmo assim, renderam uns 17 pastéis. Minha xícara é de 240 ml.

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