Minha Virada de Ano

Não tive tempo nem como agradecer a todos os votos de boas festas, bom 2014, aqui, no Facebook e Twitter. Obrigada por tantos votos, espero que todos tenham um ano sem sobressaltos e com muitas alegrias. E boa comida, claro!

Não costumamos comemorar no Natal aqui em casa. O Natal passou com um bacalhau simples com batatas, que comemos com alegria.

No sábado seguinte recebi amigos em casa. Fiz um pernil de cabrito da Apris que ganhei, batatas coradas, Márcia trouxe uma caponata saborosa. Depois falo do assado, que ficou bom. As batatas que usei foram as Cesar (alguns chamam de Ceser). São saborosas e ficam muito boas assadas, assim como as Baraka. De sobremesa teve choux e uma rabanada de forno que a Márcia fez, fica bem mais leve e gostoso.

Enquanto explicava como faço linguiças, o Luiz consertava minha panificadora elétrica. Pois é, acontece, visita acaba trabalhando aqui. Confesso que fiquei muito feliz, a panificadora ainda vai aguentar uns tempos e acho um pouco inviável comprar as cubas que preciso no Japão.

O único conforto que ofereci foi a rede na varanda.

Aproveito o post para agradecer aos presentes que ganhei. Aqui em casa não temos o hábito de comprar presentes de Natal. Bem, agora somos só 2 pessoas, mas antes também era assim. Não me lembro quando foi mas ficou combinado que cada um compraria o que gostava para si e pronto. Já os pequenos presentes, ao longo do ano, são até que constantes. É a velha tradição de retribuir (okaishi) dos japoneses que ainda hoje persiste entre os nikkeis. Ganhei favas de baunilha bem gorduchas e brilhantes, lindas.

E também ganhei bebida, sal rosa, aceto…

Também ganhei baru, doce de buriti e creme para as mãos, que vieram lá do Cerrado.

Também ganhei ovas de arenque.

Também ganhei um pouco de mentaiko (ovas de bacalhau curadas com pimenta). Em breve farei uma receita com ele.

E como sempre, minha mãe fez mochi (massa de arroz glutinoso, que é cozido no vapor e triturado; hoje há uma máquina que faz o trabalho, antigamente usávamos um pilão de madeira).

Ela também fez mochi verde, com losna (yomogi), que tem aroma e sabor distintos.

Resumindo: acabei o ano cozinhando e comendo e comecei o ano idem. Então, espero que continue assim.

 

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One Comment

  1. Gilda

    É o melhor jeito de passar pelas festas do fim de ano: despretensiosamente.Sem obrigações e entre pessoas queridas, aproveitando a folga forçada por conta de tanto feriado.

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