Eu e a Mídia (Ou Hoje Morro de Vergonha)

Primeiro, o vídeo que foi produzido pelo pessoal do Slow Food, sobre as raízes da gastronomia brasileira. Aliás, é uma série de videos, que foram apresentados em primeira mão no Mesa Tendências. Aqui abaixo, o link do vídeo sobre os imigrantes japoneses, com a minha participação.

Raízes da Gastronomia Brasileira: Comunidade Japonesa

 

E a entrevista (rápida, felizmente) que dei para o programa “Revista” da CBN:

 

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O Câncer de Mama na Marie Claire

Andrea Gorestein prestou um depoimento claro, direto sobre essa doença, desde o primeiro sinal, passando pelo diagnóstico e tratamento. Nesses anos temos mantido contato e sempre fiquei impressionada como ela lida com isso. Uma vez ela me disse: Claro que se eu pudesse trocar de corpo, trocaria.

Na entrevista ela toca a questão da mastectomia preventiva, assunto que ganhou os jornais por conta da cirurgia que a atriz Angelina Jolie se submeteu.

Leiam, vale mesmo a pena.

http://revistamarieclaire.globo.com/Comportamento/noticia/2013/10/minha-vida-por-um-seio-me-pareceu-uma-troca-excelente-diz-andrea-gorenstein.html

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Precisa-se Urgente de um Confeiteiro

Pediram-me para dar uma ajuda. Precisa-se de um(a) confeiteiro(a) que esteja familiarizado com os doces populares no Japão. Ou seja, alguém com uma base francesa e que saiba fazer choux, chiffon cake, um bom bolo recheado com morangos e chantilly (que por lá chama de short cake), torta Opera, além de muffins, financiers, madeleines, por exemplo… E outras outras coisas. Com um paladar e ingredientes japoneses. É para trabalhar em São Paulo, na região da Paulista.

Mandem o currículo para o e-mail

hkawamoto@hotmail.com

 

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Fermentados no dia 18/05

Estava pensando em falar sobre minhas últimas experiências com fermentados: miso, awase-miso, shio-koji, shoyu- koji, miso de grão-de-bico e talvez kimchee. Como eu faço aqui em casa, deixo maturar e em que pratos uso, provar diferentes fermentados, em diferentes pontos de maturação.

Seria no dia 18, a partir das 10 horas, no Augusta Gourmet (rua Augusta entre a Lorena e a Oscar Freire), não muito longe do metrô Consolação. Tem espaço suficiente para umas 20 pessoas.

Contato: marisaono@gmail.com

 

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O Blog no Facebook

Ele também está lá. E lá coloco umas coisas que não cabem no blog. Afinal, é outro meio, outra maneira de publicar e mais fácil para fazer comentários.

https://www.facebook.com/pages/Blog-Delicia/311021185608224

E a minha página pessoal é:

https://www.facebook.com/marisa.ono.9

Mas já aviso, não se assustem. Aquilo lá, para mim, é entretenimento.

 

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Os Superestimados Orgânicos

Já vou avisando que se você é um fanático defensor dos orgânicos, é melhor parar de ler agora. Também aviso que se você é o típico leitor da internet, que não gasta mais que um minuto por página e raramente lê mais que 1/4 do texto, também é melhor parar agora. O texto vai ser longo. E, por fim, aviso que não vou tolerar agressões nos comentários. Aliás, estou considerando a hipótese de fechar os comentários para esse post. É uma opinião formada depois de ler e ver um bocado de coisas por aí.

Em primeiro lugar, há muito tempo evitei falar sobre os orgânicos principalmente porque tornaram-se algo apenas para quem pode pagar. Se tanta gente acha que vegetais orgânicos são tão bons, porque ninguém briga para que eles sejam oferecidos para quem mais precisa, como convalescentes e crianças em fase de desenvolvimento? Que tenhamos então orgânicos nas refeições de hospitais, creches e escolas públicas.

Em segundo lugar, mantenho um certo ceticismo sobre o que é mesmo orgânico. Uma cenoura não fala. Sinto, mas quem compra produtos orgânicos está comprando um conceito, mas não significa que está realmente levando para casa aquilo que pagou.

E até hoje estava evitando tocar no assunto porque creio – embora não tenha certeza – de que os vegetais orgânicos são um meio de pequenos produtores serem melhor remunerados.

A maioria das pessoas que consomem orgânicos acredita que está consumindo algo livre de substâncias tóxicas. Lamento dizer, mas isso não é toda a verdade. Existem inseticidas orgânicos. O mais conhecido é o óleo de neem, que contém um princípio ativo retirado de uma planta, não significa que seja totalmente seguro para homens, animais e para o meio-ambiente. Esse engano é muito comum também em medicamentos fitoterápicos. Existe uma dosagem que é segura para o ser humano, mas não tanto para peixes e animais como gatos. Mas a questão que mais me incomoda é que os inseticidas permitidos em uma cultura orgânica não são tão eficientes. Ou seja, é preciso efetuar mais pulverizações, usando mais inseticida. Em muitos casos, 3 vezes mais que usando-se um inseticida químico. O quanto isso é prejudicial para quem consome, para a terra e para os rios próximos? Pouco se sabe ainda. Existem opções menos arriscadas, como bio-inseticidas (como o caso de fungos isolados), que são muito caros. Eu sei porque comprei e estou testando. Também há a opção de iscas atrativas, comuns no Japão. Essas pretendo testar um dia, quando encontrar para comprar.

Outra questão é o uso de adubo orgânico. Todo mundo pensa que o esterco é o melhor adubo existente. Lamento, novamente, dizer que isso também não é toda a verdade. Se por um lado aproveitamos algo que é descartado de granjas, estábulos etc, e apesar de conter uma quantidade considerável de nutrientes (dependendo do esterco, de que animal), ele não pode ser utilizado diretamente na terra. É preciso passar por um processo de “cura”, ou seja, uma decomposição, onde parte desses nutrientes se vai, devorado por bactérias. Outro fato é que esterco pode ser muito ácido e conter muitos sais que não são benéficos às plantas. Uma cultura baseada somente em esterco vai tornar o solo muito ácido, alterando a permeabilidade do solo. Ou seja, em vez de fazer bem, pode ser prejudicial. No entanto, não condeno o uso de material orgânico, muito pelo contrário, matéria orgânica é essencial para melhorar a plasticidade do solo, permitindo melhor desenvolvimento da planta. Só não é recomendável basear a adubação em um tipo composto orgânico.

E a questão do uso do esterco vai mais além. Vegetais orgânicos também são sujeitos à contaminação por coliformes fecais, parasitas e outros organismos prejudiciais à saúde. Em pesquisa (abaixo, no final deste post) em alguns casos chegou-se a 40% das amostras contaminadas por coliformes fecais. É aí uma questão de segurança alimentar. O esterco tem que ser curtido e esterilizado. Dependendo do método utilizado, o esterco só pode ser utilizado depois de 6 meses de cura. Ou seja, a recomendação de higienizar bem todos os vegetais continua valendo. Mesmo para os orgânicos.

E por fim, mas não menos importante, está a questão do sabor. Sinto, sinto, sinto muito, mas ser orgânico não garante absolutamente nada em termos de sabor. O sabor de um vegetal depende primeiro da espécie em questão. Veja o caso do tomate: tomates “longa vida” (ou seja, do tipo que nunca amadurece, por isso não apodrece também) como o Carmem nunca vai ter o sabor de um Momotaro ou Italiano ou Holandês. Porque essas variedades amadurecem e apodrecem, vão ter um ponto de auge da maturação e, consequentemente, sabor. Em seguida temos as condições onde foram cultivados. Cada planta tem sua exigência de solo, irrigação, incidência diária de sol. Creio que é isso que chamam de “terroir”. E, por fim, um vegetal ou fruta fresca geralmente é bem melhor do que aqueles que foram colhidos há 2, 3 dias. Por isso a possibilidade de encontrar um vegetal mais saboroso em uma feira, comprada diretamente do produtor -orgânico ou não – é bem maior do que no supermercado. Digo geralmente é melhor porque existem produtos que, curiosamente, melhoram com o tempo, como a maçã e a pera, que precisam de um tempo de descanso após a colheita e a batata-doce, que se estocada em condições corretas, fica ainda mais doce.

Não espero que ninguém demonize os orgânicos, muito pelo contrário. Espero sempre que as pessoas façam o que acreditam ser correto. Eu continuo acreditando que é preciso apoiar o pequeno produtor, que é preciso alterar a legislação e legitimar a produção agrícola urbana, que é preciso haver orientação a esses produtores sobre manejo e uso do solo, assim como uso correto de defensivos agrícolas – caso eles queiram – e oferecer soluções de baixo custo. Que esses pequenos produtores precisam ser estimulados a produzir qualidade, já que jamais poderão oferecer quantidade. E que essa qualidade seja reconhecida e bem remunerada. Também acredito que o consumidor precisa se educar. Que ele entenda que vegetais bonitos implicam no fato que os feios (picados, tortos, etc) são jogados no lixo. Também gostaria de pensar que as feiras-livres sempre existirão, como uma forma de termos uma maior diversidade e também por questão cultural. E, por fim, espero que eu esteja errada. Espero que a agricultura orgânica prove ser a maneira correta de lidar com o solo, manter quem quer plantar no campo e podermos – todos, não apenas uma porção de uma elite – consumir alimentos mais seguros, mais nutritivos e mais gostosos.

Façam suas escolhas. Não porque eu disse isso ou aquilo ou porque saiu na tv, aquela carismática apresentadora disse que faz bem. Façam suas escolhas dentro do que é possível, do que se encaixa nas suas necessidades e possibilidades e, principalmente, depois de obter informação de fonte confiável (não, não creio que eu seja confiável) e analisada. Dá trabalho pesquisar e separar o joio do trigo, mas sua saúde vale isso, não?

Contaminação por coliformes fecais, parasitas, etc: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-20612010000500033&script=sci_arttext

Prós e contras do uso de esterco em culturas orgânicas:

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-06832008000100010&script=sci_arttext

Sobre pesticidas orgânicos (em inglês)

http://www.ocf.berkeley.edu/~lhom/organictext.html

Artigo sobre os contras da agricultura orgânica (em inglês)

http://www.newscientist.com/article/dn22240-organic-food-no-better-for-you-or-the-planet.html

Artigo rejeitando efeitos benéficos do consumo de orgânicos (em inglês):

http://www.sciencebasedmedicine.org/index.php/no-health-benefits-from-organic-food

PS: os vegetais que ilustram este post saíram da horta daqui de casa, não são orgânicos porque recebem além de adubo orgânico, adubo químico. Inseticidas foram usados pontualmente.

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Madeleines

Não, não são madeleines em formato de concha, não são as madeleines de Proust. Talvez seja melhor chama-las de “madorênu”, que é como são chamadas no Japão. São bolinhos macios, fofinhos, às vêzes vendidos em formas redondas e rasas, noutras em formas de cupcakes, mais altas. São muito comuns por lá, vendem em supermercados (às vezes em pacotes grandes com 6 unidades, noutras com 4), em lojas de conveniência e, claro, confeitarias. São  para serem comidas com o chá ou um café entre as refeições. A receita é bem simples e rende 12 unidades.

3 ovos

100 gramas de açúcar

100 gramas de farinha de trigo

1 colher de chá de fermento em pó

Raspas de laranja ou um pouco de essência de baunilha

100 gramas de manteiga derretida

Bata os ovos com o açúcar até formar um creme espesso, claro. Para testar, levanto as pás da batedeira (desligada, claro)  e deixo correr um pouco da massa. Dá para fazer uma espiral sobre a massa sem que ela desmanche de imediato.

Adicione a farinha peneirada com o fermento e misture delicadamente. Adicione as raspas de laranja ou essência de baunilha. Misture. Adicione a manteiga derretida. Detalhe importante: ela deve estar quente (cerca de 60 graus, ou seja, quente o suficiente para que você não aguente manter o dedo mergulhado nela, por exemplo) mas não fervente. É que fria a manteiga não vai  ser incorporada bem à massa e o bolinha ficará com uma textura mais seca.

Misture bem, sempre com movimentos de baixo para cima da espátula, até que a manteiga seja bem incorporada. Coloque a massa em forminhas (dentro de outra forma para cupcakes) e leve ao forno quente (180°C) até dourar ligeiramente. Retire das formas e deixe esfriar sobre uma grade antes de servir.

 

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Gokudo Meshi (Sukiyaki)

Assisti a esse filme ontem. A sugestão veio via  Facebook. É a estória de 5 homens que cumprem pena em uma penitenciária. Valendo um item da refeição do Ano-Novo (oseti-ryoki), cada um fala do prato que mais gostaria de comer. E a descrição dos pratos, a interpretação e tudo mais conseguiu fazer com que eu tivesse mesmo vontade de comer alguns deles.

Não é o melhor filme sobre comida, mas para quem dá valor ao prato feito com amor – que nem sempre é uma fina iguaria – é um bom programa. E ainda corre o risco de correr para a cozinha e preparar alguma coisa para comer.

Não sei se já saiu versão legendada. Para quem gosta de comprar na Amazon, vai o link:

http://www.amazon.com/Japanese-Movie-Gokudo-Meshi-KIBF-1051/dp/B007NN7SX4

 

 

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Cinco Anos, Milésimo Post

Este é o milésimo post. Tudo começou ainda no blogspot, em 2 de julho de 2007. Ou seja, também estou comemorando 5 anos de “escrivinhação”. Isso tudo é mais mérito dos leitores que meu. Se eu continuasse com os 50 acessos diários por muito tempo, teria desistido. Ou, pelo menos, teria escrito bem menos. No mês passado foram 118 mil. Creio que estou escrevendo sobre algo que as pessoas querem ler.

Há uma semana pensei em fazer uma receita especial para comemorar essa marca. Pensei melhor e, por conta de muito que ouvi nos últimos dias, resolvi apenas escrever. Alguns leitores acompanham um pouco do meu dia-a-dia no Facebook ou Twitter. Lá é entretenimento, sem a obrigação de ser séria. A grande maioria dos meus leitores nunca me viu, pouco sabe a meu respeito.

Comecei a cozinhar não por gosto, mas por necessidade. Em dado momento da minha vida vi-me diante da obrigação de realizar uma série de tarefas domésticas. Meu pai estava muito doente, minha mãe trabalhava muito e, claro, não havia a menor condição de ter uma empregada. Aliás, nunca tivemos. Aos nove anos eu acordava, tomava o café, lavava o que havia restado da louça do jantar, limpava a casa e preparava o almoço, antes de ir para a escola. Chegava da escola perto das 19 horas, jantava, lavava meu uniforme escolar e fazia as tarefas da escola. Hoje digo, com certa frequência, que muitas vezes é preciso aprender a gostar do que faz. Nem sempre a gente consegue fazer o que gosta.

Naquela época eu cozinhava o que havia. Também não sabia fazer muita coisa: arroz, feijão, verdura refogada, algum cozido ou sopa e fritava um ovo ou linguiça. Doces não faziam parte do meu repertório. Comíamos batata-doce e chuchu que davam no quintal com muita frequência. Anos depois meu pai já não precisava consumir tantos medicamentos e começou a fazer pequenos trabalhos para a vizinhança: consertava relógios, ferros de passar roupa, era mecânico e sabia lidar muito bem com máquinas em geral. E a vida foi ficando um pouco mais fácil.

Só depois de adulta, depois de começar a trabalhar é que fui provar muita coisa e daí surgiu a curiosidade em cozinhar outras comidas, com outros ingredientes. E depois passei muitos anos no Japão, onde a facilidade para comprar, sobretudo alimentos, é muito grande. Restaurantes, considerando-se o salário padrão de lá, não são tão caros. Não sei bem quando percebi que queria provar um mundo inteiro. Mas percebi o valor da comida há muito tempo e sei bem quando foi.

Quando tinha uns 10 anos, morávamos em uma pequena casa em Londrina. A vizinha trabalhava à noite, chegava cedo, lavava roupa, cozinhava e ia dormir. Ela tinha um filho mais novo que eu e vivia com os pais, bem idosos e ambos, doentes. E, bem, creio que quase todo mundo que vivia naquele bairro não tinha uma vida muito boa. Um dia ela chamou-me e passou um prato com angu e molho de tomate por cima da cerca. Não era um prato sofisticado, o molho era bem ralo e só tinha um pouco de cebola picada. Era um prato barato mas naquele momento vi o valor dele. Comida não é só alimento. É uma maneira de carinho, criamos vínculos emocionais. Todos nós valorizamos muito algum prato ou ingrediente. Para meu pai, o pudim mata-fome era algo muito especial.

Essas lembranças vieram durante uma das aulas do Paladar – Cozinha do Brasil. Rodrigo Oliveira perguntou se sabíamos a diferença entre custo e valor. Mais adiante, ele comentou: “Não é que sertanejo não goste de manteiga, ele usa quando tem. Ele usa queijo quando tem.”E eu diria o mesmo sobre o pobre. Como hoje em dia é feio falar “pobre”, digamos então “as classes menos privilegiadas”, embora eu não veja privilégio nenhum nessa classe.

E outro dia ouvi algum comentário sobre o aumento do consumo das classes C e D. O comentário não era dos mais simpáticos. É verdade que o aumento de alimentos processados aumentou muito nesse grupo, talvez estejam fazendo escolhas nutricionalmente erradas e outras coisas. Mas ainda prefiro acreditar que ter a liberdade para escolher é melhor que ter o seu consumo condicionado a uma renda miserável.

E também espero que a comida siga assim, livre, que os “comeres” não sejam considerados certos ou errados, um prato, um ingrediente, um restaurante ou padaria pode ser bom ou ruim, gostoso ou não. Hoje damos muita atenção à comida brasileira, sertaneja, amazônica e acho ótimo. Mas não me sinto culpada por gostar de ir a uma cantina que serve porções gigantescas. Pastel de feira tem o seu valor. Os ovos que minha vizinha costuma me dar são valiosos. Continuarei escrevendo, na crença de que alguma receita seja valiosa para alguém. Sugeriram que eu completasse cada post com o custo dos ingredientes. Não vou fazer isso. Porque a refeição dividida com familiares ou amigos vai além disso.

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Doação de Sangue – Urgente

Ia publicar uma receita hoje mas isso é muito mais importante. O pai de uma amiga precisa de doadores. Aqui repito o apelo que recebi. Quem estiver em São Paulo e puder ajudar, por favor, procurem uma dessas unidades.

DOAÇÃO DE SANGUE COM AVALIAÇÃO PARA PLAQUETAS PARA O PACIENTE
ACCACIO RIBEIRO SOUTO – HOSPITAL IBCC
POSTOS DE COLETA :

Hospital São Camilo – Unidade Pompéia
De Segunda a Sexta-feira, das 08h às 18h
Sábado das 08h às 16h
Av.Pompéia,1178 – São Paulo,SP Telefone:3677-4444 ramal 5055
Estacionamento gratuito durante a doação

Hospital São Camilo – Unidade Santana
De Segunda a Sábado,das 08h às 12h
Av.Voluntários da Pátria,3997 – São Paulo,SP
Telefone:29728000,ramal 1134 e 8082
Estacionamento gratuito durante a doação na Rua Dr.Luis Lustosa da Silva,326

ROTA DO BEM:
A Rota do Bem foi criada para facilitar a locomoção entre o doador e o Clube
SangueBom,seja em grupos empresariais ou pessoas físicas.Assim,doar sangue
tornou-se ainda mais fácil.Organize seu grupo e agende a doação!(mínimo de 06 e máximo de 15 pessoas) FONE: 38684326/36726741 / falar com Patrícia ou Dejaine

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