Aska

Fui ao Aska, na Galvão Bueno. Como muitas casas de lamen, a cozinha é aberta, o cliente pode ver a movimentação e os pratos serem preparados. Separando, apenas um balcão. As opções de caldo são duas: galinha e tonkotsu (feito com ossos de porco). Escolhi o tonkotsu chyashu (ou tyashu), com fatias de carne de porco suculentas e macias. Lembramos de Tampopo. Afastei a carne, examinei a massa, provei o caldo e comi fazendo barulho.

Estavam bons o caldo, a carne, a massa (que eu prefiro mais grossa). Saí de lá satisfeita. Não vou mentir, não é o melhor lamen do planeta. Mas mata a saudade. Faltou ouvir alguém gritando “irashaimassê” na entrada e um cozinheiro com cara de poucos amigos.

Aconselho a quem for, que vá munido de paciência. A fila é de 20 minutos a duas horas de espera. Sinceramente? Eu não espero 2 horas por refeição nenhuma. Mas desde que a Liberdade virou ponto turístico da cidade, fila é o que mais tem, sobretudo nos finais de semana, em quase todos os cantos do bairro.

Achei justo o preço. Em quatro, não saiu mais que 15 reais por pessoa, tomando refrigerante e comendo um gyoza (que deveria ser a entrada, mas veio depois).

Fico devendo uma foto. Não levei câmera fotográfica.

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