Takenono
Takenoko
Estamos na época (novamente) do broto de bambu. Dessa vez, do tipo gigante. Gigante mesmo, conforme a foto acima (com a minha mãe servindo de modelo e de medida). Grande, carnudo, macio e muito apreciado pela comunidade local. Com tanto broto de bambu, perguntei como fazer para conserva-lo. A maneira mais prática sugerida pelos parentes foi de salga, prensa e conservação em salmoura, depois de retirado todo o amargor. Ou seja, praticamente o menma (broto de bambu salgado, comercializado em saquinhos, em mercados japoneses). Claro que antes de usa-lo, essa conserva passaria por uma dessalga, antes de ganhar sabor de shoyu e caldo.
Mas, para quem não mora no interior e não conhece ninguém que tenha um bambuzal, o melhor mesmo é ir à feira comprar.




Ei, que foto linda! D. Margareth arrasou!
Ela está superbem e se recuperou maravilhosamente da cirurgia.
=O Eu imaginava broto de bambu um pouco menor, alias, extremamente pequeno, hehehe
Comprou aqui em Londrina? Fui na feira perto da JK e não tinha nada de diferente.
Não compramos, ganhamos de um parente que tem sítio (e, claro, um bambuzal). Essa variedade é gigantesca. Alguns colhem menor, quando só a ponta está despontando. No entanto, desse tamanho, quase tudo é comestível, tirando, claro, a casca e a parte mais espessa, onde estão os “anéis” do bambu.
Na feira de domingo, perto do cemitério (e próximo à av. JK), tinha em uma banca uns brotos frescos e um tanto já limpo e preparado, sem o amargor.
[...] que chovesse, nos fez ir neste domingo, pela manhã. Esse broto é do mesmo daquele que apresentei outro dia. Ainda não sei que espécie é. O bambuzal é bem fechado, cada bambu chega a ter vários [...]
Nunca ví algo parecido. Relmente, no Brasil tudo se dá. Ah, um desse bambu já dá para alimentar ao menos cinco pandas, rs!