Ainda em construção, com muitas páginas faltando.
É muito material e muita coisa para fazer. Creio que vai levar ainda uma semana para publicar todo o material que tenho.
Mas o endereço está funcionando:
www.marisaono.com

Ainda em construção, com muitas páginas faltando.
É muito material e muita coisa para fazer. Creio que vai levar ainda uma semana para publicar todo o material que tenho.
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Eu costumava comprar donuts em padarias ou no Mister Donuts. Eram feitos de massa fermetada, podiam ser cobertos com açúcar ou glacê, recheados ou não.
Esta receita se aproxima muito dos que eu comia. Muito leves, macios e continuam bons no dia seguinte. Encontrei uma receita no Epicurious e, como sempre, fiz algumas alterações.
1 1/2 colher de sopa de fermento para pão granulado
4 xícaras de farinha de trigo
água morna
Dissolva o fermento em um pouco de água. Acrescente à farinha e vá adicionando água até formar uma massa elástica. Sove por 10 minutos. Leve à geladeira de uma noite para outra.
1 1/2 colher de sopa de fermento para pão granulado
4 xícaras de farinha de trigo
1/2 xícara de açúcar
3/4 xícara de leite morno
10 gemas
100 gramas de manteiga amolecida
1 colher de chá de sal
Baunilha à gosto
Dissolva o fermento no leite morno.
Bata as gemas de ovos com o açúcar, apenas para desfaze-las.
Em uma batedeira, coloque a massa que ficou fermentando na geladeira no dia anterior. Adicione os demais ingredientes. Misture e acrescente água morna até formar uma massa macia, um pouco pegajosa.
Bata, usando o gancho para massas, durante 15 minutos, ao menos. A massa ficará elástica, pegajosa.
Deixe fermentando por cerca de uma hora.
Abra na espessura que preferir, corte, deixe fermentando mais uma vez, por cerca de 20 minutos e frite em muito óleo, temperatura moderada.
Passe ainda quente em açúcar com canela.

Não, não, não e não.
Não significa que arrumei um “grude”.
Hoje fui à feira e encontrei namorado fresco – coisa difícil nesta cidade a 400 km do mar – e trouxe para casa, por 14 reais o quilo, eviscerado.
Eu não sou lá muito fã de sashimi, mas provei.
Recomendo. Uma carne firme, bonita e gostosa.
Pra quê comer salmão, importado, alimentado com antibióticos e corantes, não é “meshmo”?

Não sou Adriá e não tenho nitrogênio líquido em casa.
A mãe estava com vontade de tomar sorvete.
Coloquei meio pote de doce de leite cremoso e alguns cubos de gelo no multiprocessador.
Fui juntando gelo até formar um creme geladíssimo e doce.
Pronto. Levou só alguns minutos, não fez sujeira e rendeu duas porções para lá de generosas.
Que foram, claro, rapidamente consumidas.
Fica bom também com leite condensado.

…estou meio atrapalhada na configuração de um blog novinho em folha e de uma página da Web.
Para agradar gregos e troianos, vou continuar postando no blog e vou organizar as receitas na página.
Mas como eu estou há muito, muito, muito tempo longe desse lance de editar, cortar, cola e, principalmente configurar, dar comandos e essas coisas, vai demorar um tempinho.
Só peço um pouco de paciência.

Mais uns desenhos que o queridíssimo Fabio Boehl fez.
Eu achei todos engraçados e bonitinhos.
Outros desenhos dele no álbum do Flickr

Meu amigo, o Fábio Boehl, fez uns desenhos para mim. Como ele me chama de Mareeesa ou Mariseeenha, taí o título.
Não, não tenho gatos em casa, já tive um, há muito tempo, que era viciado em chocolate, caramelo, iogurte e gemas de ovos. Na verdade, eu não tinha um gato, o gato é quem me tinha.
Mas estou me sentindo uma celebridade com os desenhos.
Ah, sim, sou um tanto quanto desastrada e distraída. A ponto de, por exemplo, perder o carro no estacionamento.
Valeu, Pabiu!

Rixa e Bia estão lançando o Almanaque da TV.
No Rio, dia 28 de agosto, às 20:00 hs, no 00 (entre a PUC e o Planetário da Gávea).
Em São Paulo, dia 29, às 19:00 hs, na Livraria da Vila, Alameda Lorena 1731, Jardim Paulista
(Entre a Haddock Lobo & Bela Cintra).
Eu, infelizmente, não vou poder estar em nenhum dos dois eventos.
Sei, isso não tem nada a ver com experiências culinárias, mas não é todo dia que um amigo lança um livro, não é mesmo?

Outra maneira de se consumir ume é fazendo xaropes e licores.
Este aqui não é exatamente o ume-shu. No caso do ume-shu, vai menos açúcar. Mas esse licor, pode ser consumido assim mesmo ou misturado com água ou água gaseificada.
Dizem que é bom para a digestão. De qualquer forma, um pouquinho de álcool não faz mal a ninguém. Este tem um ano, é do ano passado. Este ano vou testar novas receitas.
Licor de Ume
2 kg de ume lavados, limpos e secos
2 kg açúcar cristal
Shochu até cobrir
Acomode os umes em um vidro, fazendo camadas com o açúcar. Tampe e deixe em local escuro até que o açúcar, naturalmente, se derreta e forme uma calda.
Cubra com shochu e deixe guardado mais alguns dias em local escuro.
Na falta de shochu (não testei), creio que pode ser utilizado vodka.
Pode ser bebido com gelo, diluído em água, água com gás ou no preparo de drinques.
Aliás, já vi ume na feira, para vender.

Eu falei sobre os vinagres que estão usando no Japão (e no resto do mundo também). Resolvi criar um vinagre de tangerina, meio que me baseando no jeito de fazer uns licores e xaropes de frutas. Coloquei umas tangerinas meio espremidas em um vidro, cobri com açúcar cristal, deixei uns dias para que se formasse uma calda e completei com vinagre de arroz.
50 ml desse caldo em um copo de água gelada rende um refresco perfumado.
Daí para se pensar em uma água aromatizada, é um pulo. Da próxima vez vou experimentar sem açúcar, com adoçante. Aliás, água é a nova velha bebida. Finalmente, descobriu-se que nada hidrata tanto quanto água… Mas, para agregar um valor, aromas surgem todos os dias.
