Chá de Hibiscus

Hibiscus

Basta um punhado de cápsulas de hibiscus seco em um pouco de água quente. Deixe alguns minutos, para que elas soltem cor. Misturei a àgua fria, adocei (com adoçante) e deixei gelar. É um refresco de cor linda, que lembra a groselha. Se preferir, adicione um pouco de suco de limão.

Embora não tenhamos o hábito de consumir esse chá (ou refresco), ele é comum no México e boa parte do Oriente, dizem que é diurético, que ajudaria a reduzir a pressão arterial e até diminuir o colesterol.

Sobre o hibiscus, já comentei como fazer conserva (Pará Ume),  e um refresco, feito com geléia da vinagreira

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Esponja Mágica

Gekiochi-Kun

A Gekiochi-Kun é uma esponja, feita de espuma de melamina. Existem vários fabricantes desse tipo de produto no Japão e mundo afora, mas não vi no Brasil ainda. É uma esponja resistente e com ela, é possível limpar superfícies lisas (como vidro, esmaltados, inox e outros) sem o uso de detergentes ou produtos de limpeza. Basta molhar a esponja em água e esfregar. Eu testei e aprovei. Claro que vai depender muito da espessura da sujeira e da paciência em esfregar. Algumas esponjas dessas já são vendidas cortadas e outras, não, para que o cliente só corte o necessário.

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Pão com Fermento Natural

Pão com Fermento Natural

Terminando os comentários sobre fermentos naturais, que comecei aqui. Bem, como não podia deixar de ser, fiz pão branco, simples, só com água, farinha, fermento natural e sal. O resultado foi um pão de textura mais firme, bolhas irregulares e, claro, sabor e aromas diferentes do pão com fermento industrializado. O porém é que o processo todo consome horas de fermentação, cerca de seis horas para a primeira e mais ou menos duas horas, depois de modelado o pão (o tempo varia muito conforme a temperatura ambiente). Em média, uso 200 gramas da massa-mãe para cada meio quilo de farinha.

O bom é que, apesar de trabalhoso e demorado, o resultado é bom mesmo com farinha pobre em proteína.

No mais, acho que é mais uma questão de prática. Dá para se obter bons resultados mesmo em casa, usando fornos simples.

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Bolo de Fubá (Bolo de Polenta)

Este bolo fica úmido e não tem aquele gosto final de fubá cru. Foi-me passada por uma senhora que morava na nossa rua, Dona Expedita. Encontrei-a há alguns dias, continua viva mas não mora mais naquele bairro. É muito simples, fácil e acho curioso que muita gente não conheça essa receita.

2 xícaras de fubá

2 xícaras de leite

2 xícaras de açúcar

100 gramas de manteiga

4 ovos

1 pitada de sal

1 colher de sopa de fermento em pó

Leve ao fogo o fubá, leite e açúcar. Mexa até engrossar. Retire do fogo e junte a manteiga. Deixe amornar. Junte as gemas e, em seguida, as claras em neve. Termine com o sal e o fermento em pó.

Asse em forma untada e enfarinhada, forno médio, até corar.

Se preferir, adicione um pouco de coco ralado ou queijo à massa.

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Padarias Japonesas

Muto

Há um certo tempo me perguntaram a respeito de pães e padarias no Japão. Morei lá por 16 anos e posso dizer que elas evoluíram muito. O público também mudou. Antes, a procura era por baguettes e pães de fôrma. Agora a procura por pães feitos com fermento natural, grãos integrais e sem ovos (por conta de alergias) tem aumentado.  O horário de funcionamento de muitas também mudou. Antes, a maioria abria às nove ou dez da manhã, junto com todo o comércio regular. No entanto, visando atender aqueles estão a caminho do trabalho, muitos abrem às seis ou sete da manhã. A foto acima é de uma revista, falando do Tomu, em Hamamatsu (Shizuoka). Abre às sete da manhã, oferecendo pães recheados, croissants. Os pães de forma e baguetes costumavam sair mais tarde.

Levure

A foto acima fala do Levure, também em Hamamatsu, que atendia a partir das seis horas. No entanto, o conhecido pão de arroz (!) deles, só saía depois das dez da manhã. O pão de campagne deles é feito com fermento natural de passas (havia um jarro enorme, com o fermento borbulhando, no fundo da loja).

Ah, sim, na maioria deles encontramos o an-pan, cada um com sua versão.

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Vovô Yoshitomi

Vovô

Não convivi com meus avós, tanto paternos quanto maternos. Meu avô paterno faleceu antes do meu nascimento. Dizem que ele era um apaixonado por artes e, sobretudo, teatro. Encenou várias peças em conjunto com associações nikkeis. No entano, restaram poucas fotos dele. Esta é uma delas.

Ele também era pintor.

Dei uma recuperada nesta foto há umas semanas e tirei cópias para guardar de lembrança.

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Endossa

Você faz coisas bacanas e diferentes? Gostaria de ter um espaço para comercializar seus produtos? Seu público-alvo é jovem e descolado?

O Fábio descobriu o Endossa. Eles alugam boxes para artesãos e artistas exporem e venderem seus produtos. Achei a idéia genial. Mas, por enquanto, ao que parece, só em São Paulo.

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Que Pimenta é Esta?

Pimentas

A mãe pediu uma pimenta dessas que estava dando em um vaso, no estacionamento onde deixei o carro, dias antes da cirurgia dela. Plantou, cresceu e tem dado muito bem. São lindas, de um vermelho vivo e brilhante que faz lembrar cerejas. A carne, grossa, é suave, adocicada. Na época, nos informaram que se tratava de “pimenta doce”. Enfim, não sei se o nome dela é esse mesmo.

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Companheira recente

Bengala

Devido ao acidente recente, estou com dificuldade para andar. É temporário, mas tenho a recomendação de repousar por um mês. Acabei comprando uma bengala, na esperança de que ela me ajude a recuperar mais rapidamente. Nem imaginava que existem tantos tipos de bengala. Acabei comprando uma de alumínio, com o comprimento ajustável. Quando eu melhorar, poderei dar a alguém que precise. Custou trinta reais.

E eu não tinha a menor idéia de como usar a bengala. Encontrei esse esquema na página da Clear Canes. Ainda estou meio atrapalhada na coordenação pernas e bengala…

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Pão com Nozes e com Figo Seco

Pão com Nozes e com Figo Seco

Ontem resolvi testar a receita da Mari Hirata de pão de figos com fermento natural.  Para isso, usei o fermento natural que tenho cultivado em casa e que comentei aqui, da Hoshino Koubo. Uma parte, usei figos, como na receita da Mari. Noutra, usei nozes. Ambos ficaram bons, embora o de figos tenha ficado melhor, com um aroma delicado e sabor levemente adocicado. Fiz pães pequenos, com cerca de 60 gramas cada. A textura dos pães com fermento natural é mais firme que com o fermento industrializado. A côdea é mais espessa e o aroma, bem diferente. O de nozes, na minha opinião, combina bem com queijos. Já o de figos, ficaria bom com um queijo leve, geléia ou puro.

Repito aqui a receita publicada na Folha:

Pão de figos com fermento natural

Ingredientes

– 700 g de farinha de trigo
– 100 g de farinha de centeio
– 300 g a 400 g de fermento caseiro
– 5 g de extrato de malte (*)
– 450 ml a 500 ml de água filtrada (**)
– 15 g de sal
– 4 a 5 figos secos picados (*)

Modo de preparo

Misture em uma vasilha grande as farinhas de trigo e de centeio, o malte, o fermento e a água (não coloque o sal agora). Misture tudo até obter uma massa mais para pegajosa que para seca –não precisa sovar. Cubra a vasilha com um pano úmido e deixe descansar por 15 minutos. Esse descanso possibilitará que a massa absorva o máximo possível de água, soltando o glúten da farinha e tornando-se bem elástica (neste momento, o sal seria um obstáculo, pois tende a retirar a água de dentro da farinha).

Depois de 15 minutos de descanso, a massa deve receber o sal e ser sovada pela primeira vez. Ela vai se tornar elástica e lisa –se ainda estiver excessivamente grudenta, pode-se colocar um pouco mais de farinha de trigo. Acrescente os figos picados e coloque a massa em uma vasilha untada com azeite e coberta com filme plástico (se estiver calor, a massa deve duplicar de volume em seis horas; no frio, pode levar de oito a dez horas). Dobre as laterais da massa em direção ao centro, de maneira a formatar uma bola. Coloque-a em um tabuleiro enfarinhado onde o pão será assado (deixe o lado mais feio para baixo). Cubra a massa com um pano e deixe crescer por mais duas horas até dobrar de volume. Com uma faca, faça cortes superficiais na parte de cima da massa e, se quiser, decore o pão com pedaços da própria massa.

Asse o pão em forno preaquecido a 300ºC por dez minutos. Durante esse tempo, borrife um pouco d’água com um spray sobre a massa a cada um ou dois minutos (umas cinco ou seis vezes). Esse procedimento fará com que o pão fique com uma crosta crocante.

Quando o pão estiver com uma cor ligeiramente dourada, abaixe a temperatura do forno a 250º C e asse por mais 30 minutos. Abaixe a temperatura a 200º C e termine de assar por mais 30 minutos. Se o dorso do pão soar oco, ele está pronto.

Deixe esfriar completamente em cima de uma grelha. O pão continua gostoso por uma semana se bem embalado em um pano e dentro de um saco plástico. Ou fatiado e congelado por um mês (neste caso, deve-se torrá-lo levemente antes de degustar).

(*) vendido em casa de alimentação natural; na falta substituir por maple syrup ou karo (é melhor do que o açúcar, pois não é adocicado)
(**) se a água tiver muito cloro, pode matar o fermento
(*) o figo pode ser substituído por outras frutas secas ou ser acompanhado por pedaços de nozes ou castanhas

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