Chocolate! Brownie de Chocolate

Sim, eu gosto de chocolate. Quente, frio, gelado. assado ou do jeito que sai da embalagem.
Esta é uma receita simples, fácil, gostosa e que satisfaz aquele desejo de comer algo com chocolate mesmo. E só suja uma panela!

Brownie de uma panela só.

150 gramas de manteiga
180 gramas de chocolate em barra, picado
2 xícaras de açúcar
1 pitada de sal
4 ovos pequenos
1 3/4 de xícara de farinha de trigo peneirada
gotas de baunilha
1/2 colher de chá de fermento em pó
Nozes, pecans, avelãs ou amêndoas picadas (opcional)

Derreta a manteiga em uma panela. Desligue o fogo, adicione o chocolate e mexa até derreter. Deixe amornar, junte o açúcar e mexa. Junte os ovos um a um, mexendo a cada adição, o sal, a farinha peneirada, a baunilha e o fermento. Se for utilizar nozes, adicione no final. Leve para assar em forma forrada até dourar ligeiramente. A massa fica assada, mas um pouco úmida por dentro. Espere esfriar para cortar em pedaços.

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Cookies de Chocolate

De vez em quando me bate uma vontade de comer algo tremendamente calórico, doce, crocante e com chocolate. Esta é uma das minhas receitas. Costumava fazer uma lata cheia deles.

Cookies

2 ovos
1 xícara de manteiga
1 xícara de açúcar
2 1/2 xícara de farinha de trigo
1 colher de chá de fermento em pó
Baunilha
100 gramas de chocolate picado
100 gramas de amêndoas ou nozes picadas (ou 200 gramas de chocolate picado).

Bata a manteiga com o açúcar e junte os ovos, um a um, batendo sempre. Junte a farinha, o fermento e a baunilha e bata mais um pouco, apenas para misturar.
Junte o chocolate e as amêndoas.
Leve à geladeira por duas horas.
Com a ajuda de uma colher de sobremesa, faça pequenas porções. Com os dedos, achate um pouco (passe os dedos em um pouco de açúcar cristal para não gruda na massa, ou use o fundo de um copo passado no açúcar) .
Leve ao forno e asse até dourar ligeiramente.
Os biscoitos ficam mais firmes depois de frios.

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Passaverdura

O equipamento aí do lado eu uso para fazer molho de tomates ou purês. No caso do tomates, vão para a panela apenas para amaciarem um pouco. Depois passo no passaverdura e, com umas voltas, a polpa se separa das cascas e semente. Fiz purê de mandioca e ficou ótimo também.
Ainda vou experimentar com ervilhas e outros ingredientes. De inox, para lavar, uma esponja e uma escovinha para a peneira.

O da foto não é meu, é da Submarino.

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Quebra-cabeças


Que tal fazer biscoitos- quebra cabeças?
Gostei da idéia.

Esta e outras coisas bonitinhas na Cox & Cox.

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Sadaharu Aoki

Vi hoje de manhã na NHK um programa sobre esse japonês que está fazendo sucesso em Paris. Seus doces misturam elementos japoneses (matcha, gergelim preto e branco) e têm um visual original, que remete aos wagashis. Tive a impressão de que é uma pessoa realmente apaixonada pelo que faz e o faz com prazer.

Que posso dizer? Inspirador.

Sadaharu Aoki home page

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Crítica

“O Hashi

Também conhecidos como wari bashi, os pauzinhos foram o primeiro instrumento que o homem criou para evitar o contato direto dos dedos com a comida durante a refeição. Sua importância se reflete na maneira como é chamado no Japão: o-hashi em japonês, o ‘O’ que precede as palavras tem sentido honorífico. “

O texto acima foi retirado do livro Sushi: Sabor Milenar de Sérgio Neville Holzmann, Editora Publifolha. http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u4398.shtml

Já começou errando feio. Hashi e wari bashi são coisas diferentes. Embora tenham a mesma função, o wari bashi é o hashi descartável, feito de madeira ou bambu. O nome vem do fato que o par vem emendado e, para utiliza-lo pela primeira vez, é preciso partir ou racha-lo ao meio. O verbo wareru significa rachar.

E quanto ao título, meio certo, meio errado. O sushi, do jeito que é consumido em quase todo o mundo, só durante o período Edo (1603-1867), antes, o arroz era fermentado junto como peixe e era um modo de preserva-lo. Ainda hoje, nas arredondezas do lago Biwa se consome o funa-zushi. E, garanto, o sabor era bem diferente.

As fotos são do site da Zendai.

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A Pedidos…

Pediram para que publicasse as fotos dos doces que faço.
Atendendo a pedidos. Alfajores aromatizados com baunilha e essência de amêndoas, recheados com doce de leite e cobertos com chocolate meio-amargo, pequenos, pouco maiores que um bombom.
Duram cerca de um mês, mas são melhores nas primeiras semanas. A embalagem pesa cerca de 170 gramas.
O Sedex para Curitiba, até 2 quilos: R$11,60
Para São Paulo, até 2 quilos: R$26,50
Para Rio de Janeiro, até 2 quilos: R$ 36,20


O logo aí do lado quem fez foi o Fábio.
Eu gostei.
Cada caixa de 1 kg tem, em média, 37 unidades e custa R$30,00 o quilo.

Encomendas: marisaono@gmail.com

E os bem-casados recheados com doce de leite escuro e claro, coberto com fondant ou calda de açúcar cristal.

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Novamente Sobre o Shoyu

Encontrei no site da Soysauce Information Center, fotos dos diversos tipos de shoyu. Notem que mesmo os do tipo mais escuro ainda apresentam alguma transparência.

Koikuchi – O mais consumido no Japão.

Usukuchi

Tamari – mais utilizado em sushis e sashimis. Caro e mais difícil de ser encontrado.

Saishikomi – Típico da província de Yamaguchi


Shiro – O mais claro de todos, originário da Província de Aichi

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Aproveitando o Gari

Sabe aquele vinagre que sobra do shoga gari? Não jogue fora. Fica ótimo em saladas em sunomonos. Eu fiz hoje, com repolho, nabo e cenoura. Bastou cortar a cenoura e o nabo em tirinhas, rasgar folhas de repolho e escalda-las (joguei sobre água fervente, misturei e escorri, depois passei em água fria), salgar e deixar na geladeira. Na hora de comer, escorri a água que se formou, temperei com o vinagre adocicado e pronto. Sem óleo, sem trabalho. Geladinho, completa uma refeição que foi arroz e peixe.

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Ajinomoto


Obrigada pela Carla, da Ajinomoto do Brasil, que telefonou e confirmou a utilização das imagens dos produtos da Ajinomoto no meu blog!

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