Folhado com Abacaxi

Sobremesa feita às pressas para o almoço – uma amiga da mãe veio nos visitar. Apenas abri massa folhada (que eu tinha já feito), cortei em discos, fiz cortes com outro disco maior, mas sem destacar totalmente. Uma metade, depois outra metade. Cruzei as tiras, formando uma borda, pincelei com gema e assei – primeiro em forno alto para crescer, depois em forno baixo, para secar.

Derreti um pouco de chocolate, passei no interior de cada tortinha. Fiz isso para que o creme não entrasse em contato com a massa e ela perdesse a crocância com a umidade. Por fim, creme de baunilha bem simples, um pouco firme e pedaços de abacaxi em compota. Poderia ter sido outra fruta, mas era o que eu tinha na hora.

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Iron Chef

Sony Channel

A Sony vai transmitir o programa Iron Chef (1993), que mistura gastronomia e disputa. Vi poucos episódios, por pura falta de tempo, na época. Espero poder assistir a maioria, desta vez.

Sábados, às 13:00 hs, segundo a NET.

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Novo Visual

Pois é, nos últimos dias eu andei mexendo no visual do blog, procurando uma maneira de facilitar as pesquisas e acessos às páginas.

Espero que tenham gostado do resultado final!

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Asazuke

Asazuke

Asazuke é considerado um tsukemono, ou seja, conserva, embora não se conserve por tanto tempo na geladeira. Pode ser feito com diversos vegetais, como acelga, repolho, pepino, nabo, cenoura, folha de mostarda e beringela, que são fatiados, salgados, temperados e mantidos na geladeira por algumas horas, para desenvolver sabor. Costumam ser preparados de manhã para consumir durante o dia ou à noite, para as refeições do dia seguinte. Ao contrário de outros tsukemonos, que podem durar semanas, meses e ate anos sem estragar, os asazukes não se preservam bem.

O que fiz hoje é um asazuke de acelga com pimenta coreana. Há anos o kimchi passou a ser consumido no Japão e não demorou para surgir variações, versões. Não, o que fiz não é kimchi, mas criei um asazuke em cima dos ingredientes mais comuns usados na preparação dele.

300 a 350 gramas de acelga (usei o “coração” de uma e fiquei meio sem noção de quantas folhas seriam, talvez 5 a 6 folhas grandes)

1/4 de cenoura média, em tiras bem finas

1 colher de chá de pimenta coreana, comprada já moída – se não encontrar, experimente usar pimenta vermelha seca, moída e um pouco de páprica

1 colher de chá de açúcar

1 dente de alho pequeno, moído

2 cm de gengibre ralado

1/2 colher de sopa de bonito seco moído  (katsuo-bushi) – se não encontrar, use hondashi

Sal

Corte a acelga em tiras. Salgue e deixe descansando por uma hora, para perder um pouco da água. Enxague rapidamente e escorra. Junte os demais ingredientes. Verifique o sal.

Deixe na geladeira em um pote bem tampado por 4 horas ou até a hora de servir.

PS: Se gostar, pode adicionar sementes de gergelim branco, torrado.

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Hakusai Nimono

Hakusai Nimono

A acelga é consumida praticamente durante todo o ano no Japão, de diversas maneiras: salgadas e escorridas, aferventadas e servidas frias, refogadas, em sopas, cozidas… É uma hortaliça que suporta bem o frio e agora, temos boa oferta delas nas feiras e supermercados. A receita abaixo é um cozido, talvez a tradução melhor seria de ensopado. Não posso dizer que seja uma receita tradicional nem original. Como já disse, a acelga é consumida de diversas formas.

Hakusai Nimono

Carne bovina em tirinhas – usei cerca de 150 gramas

8 folhas de acelga, cortada em 4 no sentido de comprimento e depois, em tiras.

Shoyu a gosto

Açúcar ou mirim a gosto

1/2 xícara de dashi (opcional)

Refogue as tiras de carne com um pouco de óleo, em uma panela, até mudar de cor. Junte as tiras de acelga, o shoyu, mirim ou açúcar e dashi ou água. Não tampe. A acelga soltará bastante caldo. Cozinhe em fogo brando até ficar bem macia. Confira o sal.

Sirva em porções individuais, com um pouco do caldo que se formou.

PS: Poderia usar, ao invés de carne, tofu frito (abura age). Nesse caso, usaria ao menos o dashi feito com alga kombu, para não ficar por demais insosso.

No caso de idosos e pessoas com problemas digestivos, um médico havia me aconselhado a cortar a acelga (e demais vegetais) em tiras transversais às fibras.

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Cará

Cará

Só para registrar o tamanho do cará que ganhamos de uma amiga da mãe…

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Creme de Inhame e Chocolate

Creme de Inhame e Chocolate

Aki Kakisawa é uma confeiteira que usa vegetais em seus doces. Como ela, eu prefiro comer as frutas cruas. Desde ontem estou pensando nas propriedades de tubérculos, como o inhame. Não gosto de inhame, mas reconheço suas qualidades: pouco sabor, pouco ou nenhum aroma e é um bom espessante.

Meu amigo Luiz Paulo Portugal me pediu idéias com gelatina de algas. Acabei ficando com o tradicional yokan, gelatina de frutas e maria-mole… Hoje resolvi tentar uma outra textura, cremosa, leve e sem açúcar ou gordura. Não fiz as contas calóricas, mas é uma sobremesa bem leve, com textura aveludada, rápida e que lembra aquelas sobremesas lácteas prontas. E fica pronta em minutos.
Creme de Inhame e Chocolate

Creme de Inhame e Chocolate

100 gramas de inhame cozido (escolha os pequenos e cozinhe-os inteiros; a casca de desprende com facilidade)

200 ml de água

4 gramas de gelatina de algas (kanten, agar-agar)

2 colheres de leite em pó

2 colheres de cacau em pó (se preferir um pouco amargo, senão, reduza)

Adoçante culinário a gosto

Passe o inhame no multiprocessador, até formar um creme. Junte a água, a gelatina, o leite em pó e o cacau, até que tudo fique bem misturado.

Leve ao fogo baixo, mexendo sempre. Deixe ferver por dois minutos (ao contrário da gelatina comum, a gelatina de algas precisa ser bem aquecida).

Vire em uma tigela e bata. Se estiver com pressa, coloque a tigela sobre outra, cheia de água fria (mas não gelada), para que ela resfrie mais rápido. Bata até espessar e esfriar. Adoce a gosto. Se quiser, pode ser servida imediatamente (fria) ou leve para gelar.

Rende cerca de 3 porções. Creio que variações podem ser feitas, usando geléia, doce de leite light ou diet. Talvez, acrescentando chantill, poderia virar uma mousse. Mas aí deixaria de ser diet… =(

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Pirozhky

Pyrizhky de Espinafre

Há muitos anos (uns 25, creio eu) li uma extensa reportagem sobre a União Soviética. De tanta coisa, guardei muito pouco na memória. Uma delas foi a descrição de um tipo de pastel, que em dias de festa, era feito com massa folhada feita com banha, recheado com espinafre. Outro dia, pesquisando, encontrei sobre os pirozhky (tortas assadas ou fritas). Em algum lugar li que o diminutivo seria pyrizhky. Enfim, fico com o termo que apareceu mais vezes no Google… =D
Continuando na pesquisa, vi que a massa pode ser tanto folhada quanto fermentada, que as tortinhas ou pastéis podem ganhar diferentes recheios (carne, repolho, frutas secas, doces) e formas. Então, aparentemente, não havia nada de errado em faze-los com massa folhada e rechea-los com espinafre. Ficou muito, muito bom. Comi vários deles, ignorando calculadora, índices de colesterol e conselhos médicos. Como diz meu amigo LP… Delícia de veneno!

Pyrizhky

Pirozhky

Massa folhada comprada pronta (essa eu fiz, mas poupo o resto da humanidade de fazê-la)

2 xícaras de espinafre aferventado, espremido e picado

1 ovo

100 gramas de queijo ralado (usei Gruyère)

Sal e pimenta do reino a gosto

Misture o ovo com o queijo. Junte o espinafre e misture.

Coloque porções de espinafre sobre a massa folhada já estendida. Pincele com clara em volta, dobre a massa, formando um pastel. Corte com um cortador, dando um formato arredondado. O cortador de aço funciona bem, cortando sem esmagar as camadas de massa.

Se estiver fazendo calor, deixe os pastéis recheados esfriarem na geladeira por uma hora. A massa folhada cresce mais e mais uniformemente, quando gelada.

Pincele com gema (tomando cuidado para não escorrer para borda cortada; a gema funcionaria como uma cola e impediria o crescimento da massa) e asse em forno quente, até que a massa cresça, estufe. Abaixe um pouco o forno para que ela seque e fique crocante.

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Minuta

Massa com Escarola

Minuta é uma expressão que há muito não ouço. Talvez eu esteja ficando velha… Mas, para quem não sabe, minuta é uma refeição feita no momento, em instantes.  Hoje estava com pressa e apelei para o tagliatelle, que cozinha em sete minutos. Enquanto ele cozinhava em água salgada, fritei cubinhos de bacon. Juntei alho picado, deixei fritar até levantar cheiro e adicionei escarola aferventada, espremida e picada. Quando a massa ficou pronta, despejei sobre o refogado, misturei, juntei um punhado de queijo parmesão ralado, pimenta do reino moída e servi.

Não usei sal. O bacon e o queijo bastaram. E o impressionante é que nós duas demos cabo de uma escarola inteira, em uma única refeição!

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Cachorro-Quente de Forno

Cachorro-Quente de Forno

Confesso que não gosto de salsicha. Mas, enfim, cozinhar não significa fazer só aquilo que você gosta. E lá fui eu fazer o tal lanche, com massa de pão, recheio de salsicha cortada em rodelas e refogada com cebola, tomate, pimentão e alho. Enfim, todo mundo conhece isso, quase todo mundo um dia apelou para esse lanche na cantina da escola, na padaria ou no boteco da esquina. Falem mal, falem bem, mas não posso negar que é um sucesso na baixa gastronomia… =D

Cachorro-Quente de Forno

250 ml de leite morno

100 gramas de manteiga amolecida

6 gramas de fermento granulado seco

1 colher de sopa de açúcar

3 ovos

Sal à gosto

Farinha até dar o ponto.

Cachorro-Quente de Forno - Massa

Coloque o leite, os ovos, a manteiga, o açúcar e o sal na tigela da batedeira. Junte 2 xícaras de farinha e o fermento. Usando o gancho para massas, misture tudo em velocidade baixa. Vá adicionando farinha aos poucos, até formar uma massa grudenta. Bata por dez a quinze minutos em velocidade média, conferindo a textura. Se necessário, junte mais farinha.

Cachorro-Quente de Forno - Massa

O resultado será uma massa muito macia, porém elástica, um pouco grudenta, mas que solta das mãos com certa facilidade. Ela tem bastante “força”, para ser esticada sem se romper.

Divida a massa em duas porções, estique com um rolo sobre uma superfície enfarinhada e disponha sobre uma assadeira bem untada. Recheie à gosto. Cubra com outra parte da massa. Deixe descansar até dobrar de volume. Pincele com gema batida e, se gostar, queijo ralado. Asse em forno pré-aquecido, alto, até corar. Sirva quente (embora não fique ruim se requentado depois no microondas)

PS: Essa massa também fica boa assada sem nada, em uma forma para pão ou bolo inglês, apesar de ser fermentada uma única vez.

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