Ketchup Caseiro

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Encontrei tomates baratos (1 real/kg) e comprei muitos. Fiz molho para guardar e com uma parte fiz ketchup porque estava com vontade. É gostoso em um sanduíche, devo admitir e contém muito mais licopeno que no tomate cru.

A maioria das receitas de ketchup envolve muitos ingredientes: uma pitada disso e daquilo, especiarias que nem sempre todo mundo tem em casa. Eu resolvi encurtar o caminho. Usei molho inglês pronto.

4 xícaras de purê de tomate (se quiser fazer em casa, publiquei a receita aqui: http://marisaono.com/delicia/2016/08/02/molho-de-tomate-enlatado-em-casa/)

1/4 a 1/2 xícara de açúcar (dependendo do quando quer que fique doce ou não)

Sal à gosto

2 a 4 colheres de sopa de molho inglês (dependendo do gosto e da marca)

1/4 a 1/2 xícara de vinagre (dependendo do gosto e do tipo de vinagre)

1 colher de chá de pimenta calabresa (opcional)

1 colher de chá de sementes de coentro (opcional)

Misture tudo e leve ao fogo até formar um molho espesso e brilhante. Passe por uma peneira. Se quiser guardar, ferva vidros por uns 5 minutos, escorra e encha com o ketchup quente. Tampe, vire o pote com a boca para baixo e espere esfriar. Teste para ver se a tampa está bem vedada.

Não recomendo usar adoçante. O açúcar é um conservante e também vai contribuir com a textura e brilho. Creio que pode usar açúcar mascavo, mas vai ficar escuro.

O vinagre pode ser de arroz, maçã, comum, de vinho tinto. Aceto balsâmico acho que é demais.

Pimenta calabresa ou outra para quem gosta de ketchup picante.

Semente de coentro não tem gosto de coentro. Use se gostar.

Ainda não testei, mas acho que dura pelo menos 1 semana na geladeira. Dá para congelar.

 

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Quando O Peixe Selvagem Não É Saudável

As pessoas andam muito apegadas à ideia de que o “natural” e o “selvagem” é melhor, é saudável. Nem sempre.

Preparem-se, que isso provavelmente será doloroso para muita gente.

Os oceanos acabaram virando uma grande lixeira do que produzimos. É para lá que vão muitos resíduos industriais, por exemplo. E muitos desses resíduos contém substâncias altamente tóxicas. Vamos ficar só no mercúrio.

O mercúrio vai parar nos mares, são absorvidos por crustáceos, que depois são comidos por polvos ou peixes que vão servir de alimentos para peixes ainda maiores. Um derrame de mercúrio não vai ser sentido de imediato. Para os humanos, o consumo de pescado contaminado com mercúrio pode levar anos para apresentar os primeiros sintomas, dependendo da quantidade ingerida e do tipo de pescado.

O Desastre de Minamata levou mais de 20 anos para apresentar suas primeiras vítimas fatais. Hoje são milhares de pessoas que sofrem com a intoxicação e estima-se que dois milhões estejam contaminadas.

Para quem quiser ler mais sobre o Desastre de Minamata e como o mercúrio chega à nós, tem este artigo:

http://www.engquimicasantossp.com.br/2014/04/desastre-da-baia-de-minamata.html

O problema é que o que aconteceu em Minamata está acontecendo em todo lugar. O mercúrio evapora, depois volta ao solo ou água sob forma de chuva. Peixes migram, alguns seguem correntes oceânicas e podem estar em lugares distantes em poucos dias. Ou seja, é difícil dizer se o peixe que está no seu prato está contaminado ou não. O mercúrio não apresenta sabor. Não vai fazer muita diferença se você consumi-lo cru ou cozido.

As concentrações de mercúrio variam muito mas há um padrão:  peixes grandes e que vivem mais têm taxas mais altas, como o meca, tubarões e atuns.

Infelizmente o problema de contaminação pelo mercúrio não ocorre apenas nos mares. Aqui no Brasil, principalmente na região norte, temos outro problema: os garimpos.

A extração de ouro na superfície e em cursos d’água geralmente envolve o uso de mercúrio. Parte desse mercúrio é recuperado, mas outra parte é evaporada (ou seja, vai para o ar) e outra parte vai contaminar solos e cursos de água. A quantidade de mercúrio lançada no meio ambiente amazônico é incerta. Algumas estimativas apontam para cerca de 200 toneladas por ano. Claro que os garimpos não envolvem apenas o uso de mercúrio. A quantidade de detritos que é lançada nos rios também afeta os níveis de oxigenação das águas, exterminando fauna e flora local, entre outros tantos impactos. Mas como disse, por enquanto ficaremos só no mercúrio.

Para saber um pouco mais sobre o processo de extração de ouro e o uso do mercúrio, tem este artigo:

www.periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/article/download/14/13

Novamente as concentrações de mercúrio são maiores em peixes que vivem mais e que são predadores, como no caso da dourada e do filhote. Apesar de ainda estarem dentro dos níveis permitidos pelos órgãos brasileiros, em alguns casos ainda assim é considerado alto. Volto a repetir, a contaminação por mercúrio pode levar anos para se manifestar.

Uma pesquisa feita com os peixes da região amazônica:

http://www.ablimno.org.br/boletins/pdf/bol_41_1-4.pdf

Portanto, vamos parar de repetir o mantra “o selvagem é melhor”? Porque tudo, tudo, tudo mesmo é muito relativo.

No caso do pescado, em geral, quanto menor, melhor. Peixes que vivem pouco e de menor porte como sardinhas ou tilápias são opções mais seguras, por exemplo, em relação a peixes maiores e predadores. E quanto ao mercúrio, na maioria das vezes, não há diferença significativa entre o peixe cultivado e o selvagem. No entanto, o cultivado, em muitos casos, tem um benefício extra: diminui a pressão sobre uma espécie que sofre com a sobrepesca ou seja, uma espécie sob risco, mas isso é um assunto para outro dia.

O consumo de peixes de grande porte deve ser restrito a poucas porções por mês. A quantidade varia conforme o seu peso; crianças devem receber porções menores e menos vezes por ano.  Em caso de gravidez, a sugestão dos especialistas é evitar.

 

 

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Fritura Sem Mistérios

As pessoas me perguntam sobre frituras. Que seguem mil instruções e a fritura fica encharcada.

Uma coisa é fritar em um restaurante. Lá tem um fogão de chama forte, que usa queimadores de alta pressão (e o consumo de gás é muito maior, já aviso, caso esteja pensando em comprar um) ou uma fritadeira. Isso ajuda a manter a temperatura constante.

Para quem pode, um fogão de indução seria de ajuda, muitos têm um controle de temperatura bom. Mas alguns modelos são bem caros.

Eu? Eu uso um fogão barato, que nem acendimento automático tem.

Em casa, o método é outro. Enquanto muita gente diz para usar uma panela funda de ferro, com litros de óleo, em casa a condição é outra. Sua chama é fraca. Quanto mais óleo usar, mais tempo vai levar para a temperatura subir. Uso de 2 a 3 dedos de óleo apenas (cerca de 5 cm de óleo).

O tamanho da panela a ser utilizada é também importante. Escolha uma que não seja muito maior que a boca do fogão. Eu uso a maior boca do meu fogão e a panela é um pouco maior que ela, só 18 cm de diâmetro.

O material da panela também conta. Neste caso, quanto pior, melhor. Isso mesmo. Esqueça panelas de inox, ferro, revestidos, etc. A melhor mesmo é a panela de alumínio bem fino, bem vagabunda mesmo. O alumínio é um ótimo condutor, panelas de alumínio são fáceis de ser encontradas, as baratas acho até em supermercados. Finas porque aquecem rápido.

E eu repito tanto essa coisa de aquecer rápido, não? É que assim que a gente coloca algo dentro do óleo, a temperatura cai. Se demorar muito para aquecer, a fritura vai encharcar. E sabe porquê? Porque quando o alimento aquece, solta vapor de água. Esse vapor de água saindo impede que o óleo entre. Por isso também não encho a panela de coisas para fritar. Deixo bastante espaço, mais ou menos metade da área da panela.

A temperatura para fritura deve ficar entre 160 e 170 graus. A 180, provavelmente irá queimar antes que aquecer direito. Um termômetro é muito útil nessas horas.

Se você não tem um termômetro ou não quer usar, faça o teste da massinha de tempurá: misture um pouco de farinha com água, até formar um mingau grosso. Pingue uma gota dessa massa no óleo. Se a massa descer até o fundo, o óleo está abaixo de 160º. Se afundar um pouco mas logo subir, está acima de 160º. Se nem afundar, ficar fritando na superfície, está muito quente, perto de 180º.

Temperatura do que é frito também é importante. Algumas coisas precisam estar geladas, como coxinhas, croquetes, senão eles irão perder o formato na fritura, antes de formar a casquinha firme. Já carnes, é melhor que estejam na temperatura ambiente.

E quanto fritar? Até ficar dourado, é óbvio. E quando as bolhas ficarem mais esparsas, menores, indicando que está saindo menos vapor, há menos água no que está sendo frito. Aí entra o cuidado de quem frita, talvez precise abaixar o fogo para que não queime e sobre isso é difícil dar dicas. Por isso (de novo) o termômetro seria útil. Pelo menos até desenvolver uma certa prática.

Coxinhas, croquetes, podem ficar frios por dentro assim que saem do óleo. Minha dica é deixar descansando uns 3 minutos, para que a temperatura toda se estabilize. Não vai ficar frio, não, só não vai estar “pelando” de quente.

Eu sempre escorro sobre papel absorvente e o último conselho é não ficar mexendo e virando o que estiver fritando. Seja paciente, espere dourar de um lado e vire.

 

 

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Yama Gobô ou Bardana Selvagem

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Muitas plantas que comemos hoje são o resultado de milhares de anos de seleção humana. Mas de vez em quando topamos com algumas espécies menos manipuladas, por assim dizer. A bardana que vemos nas feiras tem as raízes grossas, de diâmetro homogêneo, com poucas raízes laterais, como a raiz na parte de cima da foto. Abaixo, vemos raízes irregulares, que se ramificam. E são curtas, ficam com uns 30 cm de comprimento.

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Cozida, é um pouco mais fibrosa que a bardana que encontramos nas feiras. O sabor e aroma são mais intensos, um pouco amarga. As raízes laterais são por demais fibrosas, parece que mastiguei um cipó ou um pedaço de barbante, não vale a pena cozinha-los.

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A folha é grande, se considerarmos as raízes. Algumas chegam a uns 40 cm de comprimento.

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E para tão pouca raiz, tem muita folha aí. A foto ficou ruim, sob o sol forte.

Ainda não consegui a identificação da espécie. Estou esperando as flores para poder comprar com os registros das espécies do gênero Arctium.

 

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Sushi Salada

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Há 25 anos eu estava trabalhando em uma indústria de alimentos. Um dos pratos resfriados que fazíamos no verão era uma tigela com arroz avinagrado, um pouco de maionese, alface cortada e uns acessórios por cima que não me lembro bem (creio que ia ovos cozidos em rodelas). Era uma salada de sushi. Depois não vi ou não prestei muita atenção.

Pois bem, nesses dias de calor, minha mãe pediu arroz temperado com vinagre, como para sushi, mas em uma tigela “com qualquer coisa por cima”. O pedido dela faz sentido, o vinagre estimula a salivação, o apetite e com o calor, acabamos comendo pior (pelo menos aqui em casa).

Não, isso não é tirashi. Pense em uma salada de arroz, simplesmente, com tudo que o que quiser colocar em cima. É bem mais informal mas acho que é uma boa opção para se levar na marmita; não é preciso aquecer, é satisfatório e permite variações. Dizem que os pescadores iam para o mar só com um pouco de arroz avinagrado. Comiam com o que pescavam. Se eles improvisavam, porque nós não?

Curiosamente, parece que as tigelas de salada de sushi se tornaram mais populares fora do Japão. Pesquisem Sushi Salad Bowl, tem um pouco de tudo.

Naquele dia fiz com fatias de atum marinado em shoyu e mirim, alface em tiras, pepino em fatias e conserva de gengibre e um pouco de maionese com wasabi. Poderia ser com pepinos em cubos, tirinhas de omelete, uma porção de carne de siri, cebolinha verde picada, alga wakame.

Não vou dar a receita, só a ideia. Existem preparados de vinagre para sushi, é só misturar ao arroz recém cozido. Aqui em casa não padronizei a receita, faço “a olho”, fico devendo. O arroz do tipo oriental continua macio depois de frio e mastigável até mesmo gelado.

 

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Magic Cake de Milho

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Há muito tempo que não escrevo algo. Não vou gastar tempo falando de problemas e aborrecimentos. Esse período fora da rede valeu boas conversas, leitura, horas de sono. Numa conversa com o Luiz Paulo, ele comentou sobre o Magic Cake, um tipo de febre “bolística”: trata-se de um bolo que depois de assado, forma 3 camadas distintas. A base mais firme, um centro cremoso e uma superfície fofa, aerada.

Fui ver umas receitas e se parecem com as receitas de bolos cremosos daqui, só que as claras de ovos são batidas. Ou seja, é um bolo, só que com uma massa mais líquida. Como hoje comprei milho verde (aliás, estão me acompanhando no Instagram?Estou lá como marisatono), aproveitei para testar uma receita de “bolo mágico” com milho verde. Ficou bom mas da próxima vez, usarei uma forma menor (usei uma retangular, de uns 40 centímetros de comprimento por uns 25 de largura), para que o bolo fique mais alto e as camadas mais distintas.

3 xícaras de milho verde cortado da espiga (cerca de 3 espigas grandes)

500 ml de leite

4 gemas

4 claras

1 1/2 xícara de açúcar

100 gramas de manteiga amolecida

70 gramas de farinha de trigo

2 colheres de chá de fermento em pó

Bata o milho com o leite no liquidificador e passe por uma peneira, espremendo bem. Descarte o bagaço, guarde o líquido.

Bata as claras em neve. Junte aos poucos 1/2 xícara de açúcar, sempre batendo, até formar um suspiro firme. Reserve.

Bata as gemas com a xícara de açúcar restante, até formar um creme claro. Junte a manteiga amolecida e bata mais um pouco.

Junte a farinha e o fermento e misture.

Adicione o líquido do milho verde triturado aos poucos, mexendo com cuidado.

Junte as claras batidas e misture com cuidado, até que não se veja nenhum ponto de suspiro branco mas não bata, para não perder muito ar.

Despeje em assadeira untada e enfarinhada e leve ao forno pré-aquecido em temperatura média para alta, até dourar. Só corte depois de frio.

 

 

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Aizomê Ichiba no Dia 10/12

Vai ser o último do ano.

Tem sido muito bom conhecer um pouco a cara dos meus leitores e seguidores do Facebook.

A pedidos, vou levar yokan (doce de feijão em barra), mochi (massa de arroz mochigome) branco, daifuku (bolinho de massa de arroz recheada com pasta de azuki), conservas de vegetais daqui da horta, miso, defumados e biscoitos.

Espero encontra-los no estacionamento do restaurante Aizomê na Alameda Fernão Cardim 39, à partir das 11 horas.

 

 

 

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Ebisu Kabocha (Abóbora japonesa Ebisu)

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Encontrei no Varejão do Ceagesp a abóbora do tipo Ebisu. Diferente da que costumamos encontrar com mais frequência, que é a Tetsukabu. Ela tem uma cor de casca mais uniforme e é lisa.

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Também é mais achatada, enquanto que a outra é mais para redonda.

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E outra coisa que a difere é que possui um “umbigo”.

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A Ebisu tem uma cor bem viva na polpa e a textura, depois de cozida, é mais fina, sem fibras, mais seca, lembrando a textura de castanha portuguesa, por exemplo. Gosto mais.

Paguei R$5,00/kg, mais cara que a Tetsukabu.

Chegamos a plantar desse tipo de abóbora aqui em casa mas creio que o clima por aqui não ajuda; a umidade provoca mofo nas folhas e prejudicou muito a produção.

Alguém me perguntou sobre problemas com no plantio das abóboras japonesas. Algumas variedades não produzem flores “macho”. Soube há pouco tempo que nesse caso é recomendado plantar junto outra abóbora, como a moranga, para que ocorra a fertilização.

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Outra variedade que tem aparecido também é a Tirimen. Também achatada, de cor uniforme e enrugada. O preço varia entre 5 e 8 reais. Também é mais seca e delicada que a Tetsukabu.

 

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Tuju

Devido aos problemas de conexão que tive e que voltei a ter, só agora publico as fotos que tirei no Tuju. Isso foi há 2 meses, o cardápio mudou.

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Pão de milho com língua e beldroega

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Ostra com cajuína e caju

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Torta com ovas de truta (nunca havia comido ovas de truta)

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Tapioca, foie e cambuci

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Eclair com ouriço

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Carne crua e botarga

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Buquê de PANCs e o delicioso croissant com creme de milho.

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Ervilhas doces, peladas.

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Sopa de camarão e abóbora e coalhada da casa.

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Peixe no tucupi preto

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Pão de azeitona

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Carne maturada com feijão manteiguinha

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Antes da sobremesa, uma seleção de queijos brasileiros

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Confesso que me escapou a sobremesa.

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E, para finalizar, café com mimos.

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Que posso dizer? Em todos os pratos vi o trabalho de pensar, combinar, variar texturas, o balanço da acidez, contrastes, cores. Cuidado. Ousadia. Junte a isso em um ambiente agradável e um serviço atencioso. Continua sendo uma ótima experiência. Surpreendente e elegante.

 

 

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Aizomê Ichiba dia 19

Guarde a data. A partir das 11 horas, na alameda Fernão Cardim, acontece o Ichiba no estacionamento do restaurante Aizomê.

Vai ter atum de qualidade, futomaki, inarizushi. hiyashi chuka (um lamen frio). Vai ter milecrepe, choux e outros doces da Vivi Wakuda. Também vai ter chá produzido em Registro…

E eu estarei lá com conservas diversas, geleias, karinto (biscoito frito recoberto com calda açucarada) e outras coisas. Espero vocês lá.

 

 

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