Flor de Abóbora

Estas são flores de abóbora japonesa, que chamamos de kabocha. Muita gente desconhece a flor amarela e bonita e muitos mais não sabem que delícia ela é.

Como podem ver nesta foto, ela é diferente da flor de abobrinha comercializada – quando se acha, porque eu mesma nunca vi para comprar, só ouvi falar. Ela não fica presa à abóbora quando ela cresce. Comemos somente as pétalas, passada em uma massa e frita como tempura. Nunca provei, mas disseram-me que o pistilo (a parte central da flor) é amarga.

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Outro Pão Sem Sovar

O pão que não exige sova fez sucesso e percebi que muita gente não faz pão porque não tem tempo nem energia para sovar uma massa. Um máquina de fazer pão ajuda, assim como batedeiras valentes. Mas resolvi fazer outro pão que também não exige sova, é muito fácil e gostoso. Só que a textura dele lembra mais para um bolo. Não sei chamo de pão-bolo ou cuca salgada (ai, vou levar pedrada dos gaúchos). Essa massa eu resolvi cobrir com coisas que estava habitando a geladeira há algum tempo, dividindo espaço com o trilobita: duas salsichas, alguns tomates, queijo e um pedaço de bacon. Mas poderia ter feito em uma forma para bolo inglês e cortado em fatias.

3 ovos

50 gramas de manteiga

15 gramas de açúcar

200 ml de leite morno

5 gramas de fermento biológico instantâneo seco (mais ou menos 1/2 colher de sopa rasa)

1 colher de chá de fermento químico em pó

350 a 400 gramas de farinha de trigo

1 1/2 colher de chá de sal

Bata os ovos com a manteiga, o açúcar, o sal e o leite. Adicione a farinha aos poucos, até formar uma massa pegajosa, um pouco mais pesada que um bolo. Adicione o fermento biológico, misture e junte o fermento químico.

Despeje em uma forma untada e deixe crescer. Se preferir usar uma cobertura, coloque-a só depois da massa levedar, pouco antes de leva-lo ao forno.

Asse em forno quente nos primeiros 10 minutos e depois abaixe um pouco, até ficar corado.

PS: Eu fazia essa receita com o dobro de manteiga. Fica mais gostoso, porém, mais calórico…

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Céu de Outono

Outro dia, conferindo as flores, percebi o belo contraste do céu muito azul com a flor alaranjada. Peguei a câmera e disparei. Os galhos de araucária ficaram desfocados ao fundo. Eu achei bonito…

Pois é, continuo cozinhando, mas nada novo ou diferente do que já publiquei. Falta de tempo, falta de idéias novas. Sábado vou ao Ceagesp, quem sabe não me inspiro por lá?

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Pão Taiyaki

As formas para tai-yaki estavam encostadas faz tempo. Resolvi fazer uma brincadeira com esse doce japonês, comum sobretudo no inverno. Costumava compra-lo em barraquinhas, próximas a templos ou na porta do supermercado. Mas ao invés da massa recheada com pasta doce de feijão, resolvi usar uma massinha fermentada e recheei com queijo, tomate e atum. O resultado? Renderam 6 pãezinhos quentes, recheados, em formato de peixe…

2 ovos

150 ml de leite

50 gramas de manteiga

1 colher de sopa, rasa, de açúcar

1 coher de chá de sal

1 colher de chá de fermento biológico instantâneo granulado

Farinha de trigo

Derreta a manteiga e deixe que esfrie. Bata os ovos, adicione o leite, açúcar, sal e manteiga.

Adicione farinha o suficiente para conseguir uma massa não muito líquida. Ficou lembrando massa de bolinho de chuva. Adicione o fermento, bata um pouco com uma colher ou batedor e deixe descansando, até crescer e ficar com uma aparência esponjosa.

As minhas formas para taiyaki são de ferro. Precisei aquecê-las antes de usar e untei bem com óleo. Despejei um pouco de massa, distribuí o recheio e cobri com mais um pouco de massa. Fechei e deixei que assassem. De vez em quando conferia o ponto e virava.

Para quem quiser comprar a forma, já vi na Liberdade. Estas, creio eu, são de alumínio revestido.

Se não tiver uma forma dessas, acho que os pães ficariam igualmente bons se feitos em uma frigideira pequena. É algo para testar.

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Gigantes da Horta

Não é conversa de pescador. A cebolinha acima chegou a 40 cm só de talo branco. Bem, é uma variedade que tem, de fato, um talo mais longo e o crescimento dele é estimulado plantando-o em uma cova funda e enterrando-o conforme vai crescendo. Apreciadíssima no Japão, pode ser consumida grelhada ou em pratos como o sukiyaki.

Esta é a batata com a qual se faz o konnyaku, uma espécie de gelatina. Vejo com certa frequência na Liberdade, mas nunca vimos uma deste tamanho. A maior chegou a 2, 2 kg. As duas mal cabiam em uma cesta onde o gato Romeu dormiria com certa folga.

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Petit Bouchée

Pensei que já tinha publicado a receita desse bolinho, comum em lojas de conveniência mas melhor quando comprado nas confeitarias japonesas. Parece-se com o nosso bem-casado, só que a massa esponjosa, é mais alta, salpicada de açúcar de confeiteiro para formar uma casquinha na superfície. Por lá recheiam com creme à base de manteiga. Por aqui, convenhamos, o calor não é o melhor amigo do butter cream. Testei um recheio industrializado que ganhei, à base de chocolate, mas poderia ter usado doce de leite, geléia, goiabada cremosa… Já falei que gosto de porções individuais e, se possível, embalo em saquinhos transparentes.

4 claras

60 gramas de açúcar cristal

3 gemas

30 gramas de açúcar cristal

80 gramas de farinha

20 gramas de amido de milho

1/2 colher de chá de fermento em pó

Baunilha ou raspas de limão à gosto

Bata as claras em neve. Adicione as 60 gramas de açúcar cristal e bata até que o açúcar se dissolva e forme um merengue com picos firmes. Reserve

Bata as gemas com o açúcar restante, até ficar muito claro e fofo. Aromatize com baunilha ou raspas de limão e misture às claras, com cuidado, sem bater.

Peneire a farinha,o amido e o fermento. Adicione à mistura de claras com movimentos de baixo para cima, delicadamente.

Coloque a massa em uma manga com bico redondo e grande. Forme porções sobre papel siliconado. Polvilhe açúcar de confeiteiro, com ajuda de uma peneira pequena.  Leve ao forno quente até dourar.

Una os bolinhos dois a dois com o recheio que preferir. Rende de 10 a 14 bolinhos, dependendo do tamanho.

Dica: Se quiser fazer uma maior quantidade, faça uma receita por vêz. Não dobre a quantidade. Quanto mais massa houver, mais ela irá ficar na tigela, mais ela vai ser manipulada e irá perder o ar contido. A massa perderá a leveza e tenderá a se espalhar e ficar achatada.

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Sorvete Azul?

Hoje estive em uma cozinha experimental. E como experimentei! Não posso dizer ainda qual é, foi só, digamos, um passeio. Vi uma sorveteira importada em ação, fazendo sorvete em poucos minutos. Provei frozen yogurt, frozen capuccino (que eu prefiro chamar de frapê, mesmo), chocolate quente e muitas caldas e xaropes. A da foto acima é azul e parece ser estranha. Mas o sabor é de inocente fruta vermelha, muito gostoso!  E, apesar de ter provado uma colherinha de cada coisa, saí de lá com a consciência mais que pesada.  Saí de lá também com a cabeça cheia de informação, idéias. Algumas combinações que pareciam estranhas foram deliciosas. E fiquei com vontade de ter uma sorveteira “portátil”, que faz sorvete em 40 minutos mas que tomaria 1/3 da minha bancada…

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Mimetismo

Neste começo de outono, uma falsa folha amarela pousou na minha porta. Quem souber mais sobre esse inseto, deixe um comentário. Confesso que meu conhecimento de biologia não enche uma xícara de café.

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Nigauri, Goya ou Pepino Amargo Chinês

Este foi comprado na Liberdade. Nunca tinha provado dessa variedade, mais clara, gordona, carnuda. O sabor é o mesmo do tipo que plantamos aqui na horta, ou seja, muito amargo. As sementes foram guardadas, porque a próxima safra, só no ano que vem…

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Flor de Quiabo

Flor de quiabo gigante, já viram? É enorme e linda.

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