Resumo da Semana: Aulas, Encontro de Blogueiros e Dor nas Costas

Pois é, não escrevi a semana toda. Sofri um pequeno acidente, nada grave, mas acabei machucando as costas e reavivou uma lesão antiga. Muita dor em determinadas posições, estômago um pouco irritado por conta do analgésico. Uma semana depois, estou um pouco melhor.

Ainda não posso dizer onde nem quando, mas está quase tudo acertado para umas aulas – diferente das conversas que andei promovendo – em um ambiente bem equipado, com estrutura para inclusive “pôr a mão na massa”. Por enquanto estou separando os tópicos e escrevendo a respeito de cogumelos e algas na cozinha japonesa. Aguardem.

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Na segunda-feira fui até a avenida Jaguaré, na Editora Globo, para o encontro de blogueiros promovido pela revista Casa e Comida. Para quem ainda não conhece, a revista tem uma linha editorial diferente das revistas sobre gastronomia. O foco é receber em casa, seja organizando uma festa de casamento, seja um almoço de domingo.  Aliás, eles estão com um espaço para o leitor publicar fotos de pratos e arranjos do leitor. É o movimento #amocaseirices. Confiram aqui:

http://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/noticia/2014/03/amocaseirices.html

Foi bom. Fomos recebidos com um bom café, gostosuras, ficamos sabendo de umas novidades da revista e pude encontrar com algumas pessoas conhecidas e conhecer pessoalmente outras, que só havia tido contato virtual.

Para quem quiser ver quem foi e como foi o encontro, acesse aqui:

http://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/Galeria-de-fotos/fotos/2014/05/1-encontro-de-blogueiros.html#F20

Quase não tirei fotos, havia quem fizesse isso melhor que eu e havia muito o que conversar.

 

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Muffins de Banana, Abacaxi, Coco e Castanha

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Receita fácil que mistura muitos sabores diferentes. Aproveitando que eu tinha bananas, abacaxi cozido e coco ralado seco, assei 18 bolinhos que ficaram dourados e úmidos. O coco dá um pouco de sabor e evita que o bolinho fique muito pesado.

2 ovos

1 xícara de açúcar (usei açúcar demerara, que tem um tom dourado, mas pode ser comum)

1/2 xícara de óleo

2 xícaras de farinha de trigo

1/2 colher de bicarbonato de sódio

1 colher de chá de fermento em pó

1 pitada de sal

1 1/2 xícara de banana amassada (usei banana prata)

1/2 xícara de abacaxi em calda ou compota caseira, escorrido e picado

1 xícara de coco seco, ralado (usei industrializado mesmo)

1/4 de xícara de castanha do Pará, castanha de caju, nozes ou pecans picadas

Baunilha à gosto

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Bata os ovos com o açúcar e adicione o óleo.

Peneire a farinha com o bicarbonato, o fermento e o sal. Adicione à mistura dos ovos e bata até ficar homogêneo.

Junte as bananas, o abacaxi, o coco, as castanhas e a baunilha. Misture bem.

Asse em 18 forminhas para cupcakes em forno quente, pré-aquecido, até dourar.

 

 

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Enoki Niku-Maki (Enrolado de Cogumelo Enoki)

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É um prato simples, fácil e gostoso, que pode ser comido numa refeição ou acompanhar uma bebida. Sim, os bares japoneses são um bocado diferentes dos daqui. Enquanto que por aqui reinam os bolinhos, frituras e pratos pesados, por lá come-se muita coisa leve.  Mas o prato é, na verdade, uma desculpa para falar sobre o enokitake, ainda difícil de ser encontrado fresco por aqui.

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São facilmente identificados. São quase brancos, de talo longo e chapéu pequeno. Frescos, têm um sabor mais delicado que o shiitake. Cozinham rápido. É muito comum vê-los no misoshiru (sopa de pasta de soja fermentada). Aliás, foi o primeiro cogumelo que comi no Japão. Esses eu encontrei no Varejão do Ceagesp, a 7 reais a bandeja pequena.  Ou seja, ainda é uma iguaria. A versão seca existe por aqui há algum tempo, vindo da China. Comentei aqui: http://marisaono.com/delicia/?p=4489

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Para fazer os enrolados, basta pegar fatias finas de carne e enrolar um pouco de cogumelo nelas. No caso, usei contrafilé. Tenho um fatiador de frios e corto a carne em casa. A carne tem que estar congelada porque o disco provoca muito atrito e cozinha a carne. Além do mais, congelada ela é mais fácil de cortar que fria, o cortador foi feito para fatiar coisas firmes como embutidos.

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Não leva nenhum tempero. Apenas são enrolados. Também não são presos por palitos. A carne, depois de cozida, fica mais firme e mantem o formato, não desenrola.

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Doure em uma frigideira com um pouco de óleo. Quando estiver dourado por todos os lados, adicione 2 colheres de sopa de sake e uns 50 ml de água. Tempere com um pouco de mirim (na falta, um pouco de açúcar) e shoyu. Sacuda a frigideira e deixe no fogo até o molho engrossar um pouco e cobrir todos os rolinhos. Sirva imediatamente.

 

 

 

 

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Festival Gastronômico de Monte Verde

Estou atrasada nos post, graças ao meu provedor, que me deixou sem conexão por vários dias.

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Este mês acontece o 5° Festival Monte Verde com o tema “Sabores da Montanha”. Além de pratos à base de ingredientes locais como lavanda, truta e pinhão, também serão realizados workshops e a carreta do Senac estará lá o mês todo, oferecendo cursos para a comunidade.

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Além de estimular o turismo local e levar cursos e informação para os moradores, parte da renda será destinada para o programa de castração e vacinação de cães e gatos.

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E Monte Verde tem outras coisas a oferecer além do clima serrano, das trilhas, pousadas e restaurantes. Produtos locais como geléias, chocolates, pimentas e cachaças também fazem a fama desse lugar cujos pioneiros foram europeus.

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E fica o meu parabéns para a comunidade de Monte Verde, para a Melhoramentos Florestal que está apoiando, para o Governo de Minas que cedeu o espaço Minas Gerais (próximo à avenida Paulista) para a divulgação do festival em São Paulo. Muitos turistas que vão para lá são da cidade e alguns se encantaram tanto com o lugar que foram morar lá.

 

 

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Bolo de Um Ovo Só

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Você está em casa. De repente, bate aquela vontade de comer um bolo. Abre a geladeira e só tem um ovo. Pode optar por desistir de fazer o bolo e ir buscar um na padaria, fazer um bolo de microondas numa caneca (que para mim não convence, gosto de bolo dourado), fazer contas para ajustar a receita de bolo de sempre para um único ovo ou fazer esta, que está no meu caderno de receitas há mais de vinte anos. Rende um bolo médio, fofinho e fica pronto em poucos minutos. O resto, é forno.

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100 gramas de manteiga (ou mais ou menos meia xícara)

1 ovo (no caso usei ovo caipira, porque é o que tenho aqui e a gema é de cor mais viva)

1 1/2 xícara de açúcar

1 xícara de leite

2 xícaras de farinha de trigo

2 colheres de sopa de amido de milho

3 colheres de chá de fermento em pó

Baunilha ou raspas de limão, laranja ou o que preferir usar para aromatizar

Bata a manteiga com o açúcar e o ovo. Adicione um pouco do leite, batendo sempre, até formar um creme macio. Adicione os ingredientes restantes e o leite, misturando tudo bem.

Asse em forma untada e enfarinha, no forno pré-aquecido, forno médio.

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Eu usei a forma para assar bolo na boca do fogão. Deixei em fogo baixo por 3 minutos e depois abaixei mais ainda, fogo bem brando, por uns 35 minutos. Ficou bem douradinho.

Coloquei na categoria “Cozinha do Desespero” porque é preciso estar um tanto quanto desesperado para querer fazer um bolo com um ovo só.

 

 

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Conversa Sobre Gyoza, Wantan e Shumai

Pois é, não gosto de “dar aulas”, mas adoro conversar. Programei uma conversa a respeito desses bocadinhos que podem ser petisco, entrada ou uma refeição completa, tão populares no Japão. Vai ser das 10 até 12, 13 horas do dia 24 (sábado), para 12 pessoas.

Interessados, contato através do e-mail

marisaono@gmail.com

 

 

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Biscoitos de Geléia de Preguiçosa

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O preguiçosa fica por minha conta. Gosto de biscoitos com geléia, li em algum lugar que são chamados de “dedais de sinhá”. São aqueles biscoitos redondos, com uma depressão no centro e um pouco de geléia. Mas confesso, é uma chatice enrolar dezenas de bolinhas, marcar com o dedão, pingar um pouco de doce dentro. Os biscoitos ficaram num formato diferente, mas a geléia está aí, o biscoito ficou amanteigado e crocante. Estou satisfeita.

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2 ovos

300 gramas de manteiga

1 1/4 de xícara de açúcar

1 colher de chá de fermento em pó

4 xícaras de farinha de trigo

Baunilha ou canela à gosto, uma pitada de sal

Bata a manteiga com o açúcar. Adicione os ovos, batendo sem parar. Bata até formar um creme bem claro e leve. Aromatize com baunilha ou canela.  Junte o fermento e o sal, bata mais um pouco e adicione a farinha. Misture bem.

Forme rolinhos com mais ou menos 3 cm de diâmetro, marque o centro (com a ajuda dos dedos ou de um cabo de colher de pau) e coloque geléia nessa canaleta. Leve ao forno pré-aquecido médio, até dourarem nas bordas.

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Ainda quente, com cuidado, corte em fatias. Eu preferi cortar em fatias diagonais. Deixe esfriar antes de guardar em potes que fechem bem. Fiz de laranja, framboesa e goiaba. Rendimento: um monte.

 

 

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Jetro na Feira APAS

Está sendo realizada no Expo Center Norte a Feira da Associação Paulista de Supermercados. É a primeira vez que a Jetro participa. Como a culinária japonesa está se tornando mais conhecida, é natural que alguns produtos sejam comercializados em lojas que não sejam mercearias orientais.

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As balinhas e chicletes já estão sendo comercializadas em lojas de conveniência, por exemplo. Muita coisa também já tem embalagens em português. Ah, dizem que vai vir algumas guloseimas, sei de muita gente que adora docinhos, jujubas japoneses. Vamos esperar.

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Produtos como molhos para preparar pratos (cogumelos, berinjela, moyashi e vegetais variados) estão ficando mais conhecidos. Pelo que me disseram, o brasileiro ainda não sabe como preparar muitos pratos japoneses, daí a popularidade dos preparados para refogados, sopas, etc. O misso liofilizado também está ficando mais conhecido, pela praticidade e por permitir temperar arroz frito, refogados, etc.

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É bem provável que comecem a aparecer nos supermercados misoshirus instantâneos (alguns com teores reduzidos de sódio), chás japoneses, furikake.

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A Kikkoman é uma gigante do mercado de molhos de soja. Certamente é a marca de shoyu mais conhecida. Vem para cá nas versões regular, usukuchi (mais clara), com teor de sódio reduzido, doce (bom sobre sorvetes). E fiquei sabendo que o usukuchi shoyu é mais popular nos restaurantes do que no público em geral. Mais da metade desse tipo de shoyu é vendido para os restaurantes, que usam em cozidos e marinadas, em parte por conta da cor menos intensa.

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Duas novidades: vinagre para sushi aromatizado com yuzu e moromi (seria o resíduo da prensagem do shoyu). Do vinagre para sushi, só cheirei, fiquei curiosa em senti-lo no arroz. Do moromi, não provei. Também haviam flocos de umeboshi (conserva de ameixa azeda) desidratada. Interessante, gostaria de prova-lo no arroz ou talvez polvilhado em um prato, creio que é algo que tem um potencial.

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E o Brasil está consumindo mais sake. E estamos importando sakes de qualidade. No caso da foto, não provei (não ando bebendo) mas a garrafa é linda.

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O mercado de bebidas japonesas não se limita a sakes, existem licores. Umê, yuzu, pêssego (da foto) e uva (não, não é vinho, é licor) são as opções que estão entrando no Brasil.

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E, por fim, as louças, utensílios, facas. A cerâmica japonesa costuma ser mais leve e suave ao toque. As facas costumam ser cobiçadas por cozinheiros profissionais ou amadores.

E eu espero que esses produtos (e outros, muitos outros) comecem a aparecer nos supermercados, lojas de conveniência, etc. Primeiro porque são bons. Sim, mesmo sendo industrializados. A indústria japonesa há muito investe em produtos com menos sódio, sem corantes, menos calorias e saborosos. São muito criteriosos e podem ficar tranquilos que nada da região de Fukushima sai do país. E porque seria bem conveniente comprar uma série de produtos sem ter que ir à Liberdade.

A feira da APAS vai até amanhã.

 

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Falso Peixe Frito

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Há algum tempo fiz um falso frango frito com tofu congelado. Desta vez foi um peixe. À primeira mordida, a ilusão de peixe é grande, por conta do cheiro marinho da alga nori. Mas a textura, apesar de úmida, é esponjosa. Mas mesmo assim, é gostoso. O tofu congelado vira uma esponja que absorve quase tudo que colocar nele. Então, sinta-se livre para testar temperos.

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Congelei um tofu (queijo de soja) em fatias grossas, sobre uma assadeira. Depois de dias, descongelei e espremi levemente entre as mãos, com cuidado, para não esmagar. Quando o tofu congela, a água se expande e muda a textura dele. Literalmente parece uma esponja. Cortei em fatias mais finas, como se fossem filés de peixe.

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Para temperar, usei uma mistura de dashi, shoyu e sal. Se quiser manter uma opção vegetariana, use dashi de alga (kombudashi), por exemplo. Mergulhei as fatias nesse caldo salgado e espremi entre as mãos para retirar o excesso.

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Polvilhe com um pouco de amido de milho e cole folhas de nori em cada “filé”. Depois, com cuidado, corte em tiras.

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Passe por farinha de trigo, ovos batidos e farinha de rosca ou panko (farinha de pão ralado grosso). Frite em bastante óleo quente, até dourar. Sirva a seguir.

 

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Buta Kakuni, Novamente

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Há muito tempo publiquei uma receita de buta kaku-ni. Hoje foi o dia de rever uns clássicos. Porque o tempo passa, a gente passa a ver os pratos por outro ângulo, aprende umas coisas novas. Como no caso dessa barriga de porco cozida, suculenta, macia e cheia de colágeno.

A primeira mudança foi o uso da panela de pressão. Sim, eu uso em casa. Não, não funciona para tudo. Sim, carne cozida na panela de pressão costuma ficar fibrosa, sem gosto. Mas existe um motivo, que já explico.

A temperatura dentro da panela de pressão é mais alta que em uma panela comum. Dependendo do modelo, pode chegar a 120°C. Isso faz com que a comida cozinhe mais rápido. Porém essa temperatura elevada também faz com que o colágeno que existe entre as fibras da carne escape para o caldo. É bom para uma sopa, ruim para um cozido. A carne desfia, fica sem sabor e perde a suculência. Então, nada de cozinhar carne na panela de pressão? Não. A solução é não cozinhar demais.

Vi isso na NHK ontem. Eu já sabia que a panela de pressão estava ficando popular por lá. Pois é, os japoneses não usam muito, não. Ou não usavam. Mas depois do terremoto e da tragédia da usina nuclear, equipamentos que consomem muita energia elétrica ficaram fora de moda. Estão testando tudo quanto é panela e receita para que a comida fique pronta rápido e com menor consumo de energia ou gás. E digo que o pessoal é bem criativo.

Para esses cozidos eu ainda prefiro a Shuttle Chef, uma panela “slow cooker”, que nada mais é que uma panela dentro de um recipiente térmico, algo com uma garrafa térmica gigante. Mas como por aqui não tem ou é difícil achar, vamos lá com a velha panela de pressão mesmo.

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Para essa receita usei 1 kg de barriga de porco bem magra. Achei um pedaço bem bonito e alto. Cortei em tiras com cerca de 5 cm de largura. Coloquei na panela com um pouco de gengibre, cebolinha e 1 colher de arroz cru. Dizem que o arroz ajuda a diminuir aquele cheirinho do porco, que o amido ajuda a manter a suculência e, de quebra, o molho vai ficar mais encorpado.

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Também juntei umas colheres de sake e água suficiente para cobrir. Levei ao fogo para ferver, retirei a espuma que sobe à superfície e depois tampei. Depois que começou a chiar, reduzi o fogo e deixei cozinhando por 15 minutos. Depois desliguei e deixei fechado, sem mexer, até esfriar.

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Depois de frio, cortei em cubos. A carne ainda vai estar um pouco firme. Coei o caldo, descartei o arroz, o gengibre e a cebolinha. Poderia juntar tudo e deixar na geladeira até o dia seguinte, por exemplo. Ou, como eu fiz, finalizei o prato em seguida.

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Coloquei os cubos de carne e o caldo coado numa panela, temperei com shoyu, mirim e açúcar (se não gostar de tão doce, não use açúcar, é gosto pessoal) e cozinhe em fogo baixo por uns 20 a 30 minutos ou até a carne ficar bem tenra.

Eu prefiro deixar descansando por pelo menos 20 minutos, para a carne absorver o sabor do caldo. Aqueça na hora de servir, com um pouco de caldo e uma pontinha de mostarda forte japonesa (karashi). Aliás, a mostarda japonesa não é a mesma coisa que a mostarda amarela, é mais forte, o princípio que provoca a pungência é outra, enfim, são coisas diferentes.

 

 

 

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