Sim, eu sei que muita gente se horroriza com molho branco feito com amido de milho. Dirão que o correto é usar uma mistura de farinha e manteiga. Mas como eu adoro uma polêmica, vamos lá: Tenho um livreto de receitas com a data de 6 de julho de 1949. Claro que a data é questionável, mas o livreto com certeza é muito velho, por conta do desgaste do papel e pela grafia.
E entre tantas pérolas da culinária, encontro uma receita de molho branco feito com amido de milho:
E não é só de “môlho branco”, também tem um “crême inglês” e um “substituto para natas batidas”.
Bem, acreditando que o livro tenha realmente 71 anos ou mais, não seria o caso de aceitar o molho branco feito com amido de milho como parte da nossa tradição culinária? É algo para se pensar.
Se lembram da receita de mistura pronta para panquecas? Ela rende uma torta com o que tiver na geladeira: espinafre, queijo, carne moída, abobrinha refogada, milho… Rende uma forma pequena mas pode ser dobrada sem problemas e fica muito boa, tanto como um lanche ou como acompanhamento e eu muitas vezes coloquei na minha marmita para o dia seguinte.
Também tem um vídeo de uma sopa super fácil de fazer: vai bacon, cebola e ervilha seca partida. Na panela de pressão, é só cozinhar por uns 5 minutos.
O vídeo anterior sobre o arroz japonês rendeu algumas perguntas. Respondi a elas em vídeo.
Neste, mostro uma curiosa fruta e seu pé. A fruta do milagre me faz sentir tudo que é ácido (inclusive um limão galego) como doce. O efeito dura por uns 20 minutos.
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Atendendo a pedidos, fiz um vídeo mostrando como cozinhar arroz na panela, no fogão, mesmo. Também falo do arroz que estou consumindo hoje, aqui em casa.
O arroz Utage eu peguei no Yabai Delivery (https://www.instagram.com/yabai_delivery/) e atendem também pelo WhatsApp 11 98810.8050 por R$55,00. Pela qualidade, achei que está em conta, se compararmos com o californiano.
Já compraram o Extrafresco: O Guia de Azeites do Brasil do Sandro Marques? O guia lista os melhores azeites brasileiros da última safra.
Além disso, também explica as características dos azeites feitos a partir de cada tipo de azeitona e dá sugestões de como harmoniza-los com seus pratos. Isso, para mim, foi muito útil porque diante de vários rótulos, sempre fiquei insegura sobre qual escolher. Também tem receitas, informações sobre azeitonas, o processo de produção de azeite, fatos e mitos sobre o azeite, turismo (sim, dá para visitar olivais no Brasil!), receitas, dicas.
E corre que tem promoção para o dia dos Pais: um kit contendo 1 Extrafresco: O Guia de Azeites do Brasil 2020-2021, 2 garrafas de 60 ml de azeite e 1 voucher para aula online sobre azeites, com entrega para todo o país via Sedex e em São Paulo por motoboy. São só 100 unidades.
Talvez seja a primeira vez que alguém testa esse cilindro no Brasil
Eu vi há um tempo em uma novela do canal japonês NHK e me encantei por ele. Como as engrenagens são aparentes, a manutenção é fácil. Para quem já tentou desmontar o cilindro italiano alguma vez na vida, é uma maravilha. A roda da manivela é grande, o que faz o cilindro rodar sem esforço. Vem com dois cortadores que são muito fáceis de trocar.
Outro dia vi no Facebook uma foto de um “teriyaki de frango”. Eram tiras de peito de frango em um molho escuro, denso e sem brilho. Era muito, muito molho, estava quase uma sopa.
Teriyaki não é molho, nem nome de prato. Não existe “molho teriyaki” nem “teriyaki de frango”. Teriyaki é uma técnica. Então pode existir frango teriryaki assim como existe frango frito, assado, cozido, ensopado.
E como é técnica, pode também existir porco teriyaki, hamburguer teriyaki, berinjela teriyaki, cogumelo teriyaki e até rodelas de cará (não o inhame, estou falando daquele tubérculo gorducho e crocante quando cru) teriyaki.
Aqui está o vídeo de como fazer um teriyaki. E usem mirin, que por conta dos açúcares que possui, dá brilho e mantém a carne mais suculenta.
Eu já publiquei uma receita de Dry Karê. Mas esta versão não vai curry em pó e rende 2 porções. É um prato rápido, satisfatório e faz sucesso entre as crianças japonesas (e é um jeito de fazer a criançada comer vegetais que não estão acostumados, porque já que é tudo picado e bem temperado, acaba sendo melhor aceito).
E aproveito para falar um pouco da folha de curry, que não é item obrigatório de curry algum, já que tem um aroma herbal e um pouco cítrico.
Para o Dry Karê, usei:
120 gramas de carne moída (que pode ser de boi, frango ou porco ou proteína texturizada de soja) 3 dentes de alho 1/2 cebola grande picada 1 colher de chá de cominho em pó 1 colher de chá de coentro em pó 1/2 colher de chá de gengibre em pó 1/4 de colher de chá de noz-moscada em pó Purê de tomate ou tomates picados a gosto 2 xícaras de legumes diversos picados (usei cenoura, abobrinha e couve-flor mas as opções podem incluir berinjela, chuchu, vagens, ervilhas, lentilhas cozidas) Shoyu, sal, pimenta do reino, pimenta vermelha à gosto Óleo para refogar
Refogue o alho picado com um pouco de óleo até dourar. Junte a cebola picada e refogue até murchar. Junte a carne moída e refogue até perder a cor rosada. Tempere com o cominho, coentro, gengibre e noz-moscada e refogue até sentir o cheiro se "abrir". Junte os legumes picados, começando pelos que demoram mais, como a cenoura. Junte tomates picados ou purê de tomate, para dar uma cor e um pouco de água para cozinhar. Depois da cenoura estar macia adicione os outros vegetais. Continue cozinhando até que tudo esteja bem macio. Finalize com um pouco de shoyu, sal, pimenta à gosto e sirva com arroz. Pode acompanhar com um um pouco de coalhada ou iogurte ou um ovo frito.
PS: Se gostar de sabores fortes, aumente a quantidade de coentro e cominho em pó. Pode também adicionar outras especiarias, como canela, cravo, cardamomo, feno-grego, etc.