Potes para Conservas

Potes para Ume-shu e umeboshi

A Andrea do Superziper me perguntou que potes uso para fazer ume-shu. Uso um comprado no Japão, com tampa de plástico e alça. Na foto acima, ele está com umeboshi, já que o licor que fiz foi sendo consumido e acabou sendo transferido para um pote menor.

Pote para Ume-shu

A vantagem desse pote é que ele tem uma outra tampa interna, transformando-o em um garrafão. Assim fica mais fácil retirar o licor sem usar uma concha, por exemplo.

No entanto, não é um item indispensável. Um pote de boca larga funciona bem não só para o licor de ume como para a maioria das conservas. Dependendo da conserva, prefiro as tampas plásticas ou de vidro com borracha. As de metal estão sujeitas à corrosão, sobretudo quando uso sal ou ácido acético.

E tanto no caso do umeboshi quanto no licor de ume, fechamento à vácuo não é necessário. Tenho essas conservas há pelo menos dois anos e não desenvolveram fungos ou bactérias estranhas.

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É Época de Ume

Para quem pretende fazer ume-boshi ou licor de ume (ume-shu) : já vi as frutinhas de ume na feira-livre de Ibiúna. Procurem nas feiras, mercearias de produtos orientais ou na Liberdade. A safra é curta…

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Carlos Bertolazzi

LP, eu e Bertola

Finalmente pude conversar um pouco com o Carlos Bertolazzi, do Zena Caffè. Conheço-o há algum tempo através do Orkut mas, tirando um pequeno momento no restaurante, não tinha ainda sentado e conversado, cara-a-cara com ele. Isso aconteceu na casa do LP ou Luiz Paulo, amigo e colaborador desse blogue.

Aliás, foi uma tarde divertida, com conversa boa, com pessoas interessantes, falando sobre comida. Guardem esse nome, logo vão ouvir falar dele (mais ainda).

PS: Bem, eu sou baixinha e o Bertolazzi é muito alto. Para isso, não há Photoshop que dê jeito…

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Montebello

Montebello

Juro que ainda não entendo certas taras nacionais. Experimentei o doce Montebello, da Cacau Show à temperatura ambiente e gelado. Nunca gostei de marshmallow. Doce demais, sem gosto e com uma textura pegajosa. Descobri que continuo não gostando, mesmo que venha dentro de uma casquinha de chocolate. Sei que muita gente gosta, tanto dele quanto dos similares produzido por outras empresas. Mas é uma coisa que não foi feita para mim.

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Por Falta de Assunto

Marisa Ono

Por falta de assunto, resolvi publicar um foto minha. Foi mais difícil que fazer massa folhada. Odeio fotos, sinto-me constrangida e, acima de tudo, foi difícil achar um ângulo que disfarçasse o queixo duplo, papada e bochechas caídas. E não, não optei pelos tons de cinza para disfarçar os cabelos brancos, por que eu não os tenho (ainda).

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Ovos, ovos e ovos

Galinha, pata e gansa

Eu adoro ovos. Ovos frescos, ovos de galinha caipira, ovos cozidos, fritos e em mil receitas. Desta vez encontrei ovos de galinha caipira (os menores, na foto acima), de pata (um pouco maiores) e de gansa (esses enormes).

Maionese com gema de ovos de pata é deliciosa! Cremosa, rica, saborosa. Um ovo de gansa rendeu uma fritada, que ficou mais firme, durinha.

Para quem está próximo a Mairinque, procure na Vovó Gansa.

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Tah-Sai

Tah-sai

As sementes que comprei e comentei neste post já brotaram e começo a colher. Essa verdura se chama Tah-sai (tah-tsai, tah-tsoi). É de um verde intenso, com talos que lembram um pouco o tingensai (bok choi), porém mais firmes. O sabor lembra o do brócoli e eu gosto de comê-la refogada com um pouco de alho.

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O Melhor Financier

Financier

Adoro esses bolinhos de amêndoas e manteiga. Testei várias receitas e esta é, até o momento, a melhor que fiz. O aroma que se espalhou pela casa era maravilhoso! Senti-me transportada para a confeitaria Saint Raphael, a minha preferida em Hamamatsu (Shizuoka). São muito fáceis de fazer. As forminhas em formato de barrinhas podem ser encontradas na rua Paula Souza, em São Paulo.

250 gramas de claras

250 gramas de açúcar cristal

50 gramas de mel

100 gramas de farinha de amêndoas (amêndoas em pó, moídas)

100 gramas de farinha de trigo

250 gramas de manteiga derretida

Misture as claras com o açúcar. Adicione o mel e misture.

Peneire a farinha com a farinha de amêndoas. Adicione as claras e bata ligeiramente.

Adicione a manteiga derretida aos poucos. Descarte a parte que fica no fundo da panela que derreteu a manteiga.

Leve a massa à geladeira por meia hora.

Leve para assar em forminhas untadas, forno pré-aquecido quente (cerca de 200 graus), até dourar bem.

Eu achei mais fácil desenforma-las mornas ou frias.

PS: muitas receitas pedem manteiga derretida e aquecida até ganhar uma ligeira cor. O aroma se intensifica. Eu, particularmente, prefiro que não.

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Black Black Strong Type

Blackblack

Estas balinhas não são para os fracos. O “Strong Type” escrito na embalagem não é exagero.  São tão ardidas que tenho a impressão que irão queimar minha língua se deixá-las parada em um ponto da língua. Não encontrei no rótulo o ingrediente que desentope meu nariz e quase me faz lacrimejar. Vi que contém guaraná (e, portanto, cafeína) e, portanto, é estimulante.

Além dessas pastilhas, a Lotte comercializa gomas de mascar e pastilhas. Vi algumas propagandas e afirmavam que espantavam o sono. De vez em quando (sobretudo quando estou dirigindo; não sei porquê mas sinto muito sono ao volante) é bom. Com frequência, temo irritar a mucosa estomacal.

Importado pela Marukai, na Galvão Bueno.

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“Terra Cake”

Terra Cake 1

Fiz uma brincadeira em cima do Jaffa Cake. Aliás, nunca comi, só ouvi falar. Agradeceria muito se ganhasse um pacote… Mas, voltando ao Jaffa Cake, dizem que se trata de uma massinha de esponjosa, coberta com gelatina de laranja (laranja Jaffa, daí o nome) e chocolate. Fiz minha versão, com uma massa parecida com a dos bem-casados, coberto com gelatina e geléia de laranja-da-terra e chocolate. Amanhã vou saber se LP aprova ou não a adaptação.

Massa:

3 claras

60 gramas de açúcar

3 gemas

30 gramas de açúcar

20 gramas de amido de milho

80 gramas de farinha de trigo

1 grama de fermento em pó (cerca de 1/3 de colher de chá)

Recheio:

100 ml de água

3 gramas de kanten (agar, gelatina de alga) em pó

300 a 400 gramas de geléia de laranja (vai depender um pouco da textura dela; algumas geléias são bem firmes, outras mais fluidas e também de seu gosto pessoal)

Chocolate para cobertura

Massa:

Bata as claras em neve. Adicione o açúcar aos poucos e continue batendo, até obter um merengue. O açúcar deverá se dissolver todo.

Bata as gemas com o açúcar até ficar claro. Adicione o amido de milho e bata mais um pouco.

Adicione o merengue à mistura de ovos em 3 vezes, misturando delicadamente em cada adição. Junte a farinha e o fermento peneirados. Misture até obter uma massa uniforme.

Modele os bolinhos usando um saco de confeitar com um bico redondo, grande, liso. Faça porções sobre a assadeira forrada com papel manteiga ou untada com manteiga e polvilhada com farinha de trigo.

Leve para assar em forno pré-aquecido, quente, até que fique ligeiramente dourado. Retire do forno e deixe esfriar.

Recheio:

Dissolva o kanten sobre a água fria. Misture e leve ao fogo, mexendo, até ferver. Conte 3 minutos, em fogo baixo. Adicione a geléia, misture e deixe que ferva novamente.

Esfrie geléia: Coloque a panela dentro de uma tigela com água fria e misture, até que ganhe uma consistência mais firme.

Terra Cake

Pingue porções de gelatina sobre os bolinhos. Como a gelatina de algas endurece à temperatura ambiente, é melhor ser rápido. Mas caso a mistura de geléia endureça, leve ao fogo rapidamente, misturando sempre, até atingir a textura de espalhar. A gelatina logo endurecerá sobre os bolinhos.

Derreta o chocolate conforme as instruções do fabricante. Passe a parte superior nele e acomode sobre uma assadeira, para que endureçam.

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