Asazuke de Rabanete (Conserva Rápida)

asazuke

Recebi um pedido de receita de conservas japonesas via e-mail. Lembrei de que alguns restaurantes japoneses no Brasil costumam oferecer uma porção de conserva de rabanete como entrada ou tira-gosto. Na verdade, é bem simples de se fazer e dura cerca de 3 dias na geladeira. E aproveitei que encontrei rabanetes a R$ 1,50 o maço.

400 gramas de rabanete (foi um maço lavado e limpo)

10 gramas de sal

2 colheres de sopa de açúcar

3 colheres de vinagre branco ou vinagre de arroz

Corte os rabanetes em fatias finas, usando um cortador de legumes. Misture o sal, o açúcar e o vinagre. Deixe em um pote fechado, na geladeira, por algumas horas ou de um dia para outro. Escorra (junta um tanto de água) e sirva.

Outras opções para essa conservinha com cara de salada são: pepino, repolho, nabo em tirinhas, cenoura em tiras finas, acelga. Ajuste sal e açúcar conforme seu gosto. Há também quem junte fatias finíssimas de gengibre e pimenta vermelha.

Mas o segredinho de muitos restaurantes é usar glutamato e, pelo que pude constatar, não é pouco! Mas fica a critério. Eu, particularmente, não acho necessário.

PS: Asazuke em japonês significa conserva leve, pouco curtida. Já os tsukemonos exigem uma boa quantidade de sal, muitos são prensados para perder o excesso de água e conservam-se durante até meses, em determinadas condições. O rabanete, por lá, é chamado de hatsuka daikon.

Share This Post
Publicado em conservas, Culinária japonesa, Entrada, Fácil, receita, Saladas | Tags , | 34 Comentários

Risoto

Risoto com Flor de Abóbora

Eu sei que vou ouvir ranger de dentes e protestos. Mas, para mim, risoto é Cozinha do Desespero. Fica pronto em menos de meia hora, pode ser um prato único e pode ser feito de quase tudo. Muita gente não faz risoto com maior frequência porque o arroz italiano (arbóreo, carnarolli, etc) não são baratos. Mas há uma opção bem mais acessível e com resultado satisfatório. E não sou eu quem digo. O chef Tsutomu Ochiai acha aceitável usar o arroz do tipo japonês para o risoto. Provavelmente ele não o usa em seu restaurante, mas sugeriu em um programa de tv.

Se você não vai cozinhar para uma celebridade, um crítico gastronômico ou um renomado Chef, então deixe a neurose de lado e desfrute de uma refeição simples, fácil e rápida. Talvez não fique excelente, mas não vai ser um desastre total.

200 gramas de arroz cru

3 colheres de óleo ou azeite (não use azeite extra-virgem)

1/2 cebola média bem picada

3 colheres de sopa de vinho branco seco

Caldo de frango, carne, vegetais ou mesmo água quente, dependendo do que for acrescentar

2 colheres de sopa de manteiga

Sal, pimenta do reino, parmesão ralado

Coloque o óleo em uma panela e refogue a cebola com uma pitada de sal, até ela suar e dourar levemente. Eu aproveitei e juntei um alho-porró em seguida, mas é opcional.

Junte o arroz e refogue por alguns minutos. Junte o vinho e misture. Deixe evaporar. Acrescente parte do caldo quente. Mexa. Continue mexendo e acrescentando caldo até que o arroz esteja firme, mas quase cozido. Nessa hora é que eu acrescento vegetais picados (dependendo, alguns são escaldados antecipadamente). Dessa vez usei abobrinhas e ervilhas congeladas. Se necessário, junte mais caldo. Quando o arroz e vegetais estiverem cozidos mas firmes, acrescente a manteiga e misture. Junte queijo parmesão, tempere com sal e pimenta e sirva.

Como usei flores de abóbora, juntei-as no final. São delicadas e cozinham em contato com o calor do risoto.

São muitas as opções de risoto. Poderia ter usado caldo de carapaças de camarão e servido com camarões salteados. Já vi risoto feito com um purê de abóboras assadas, com brócoli, cogumelos refogados na manteiga, aspargos, purê de tomates. Tudo isso é acrescentado no final do cozimento.

Quanto à famosa textura do risoto, digo que já vi risotos que se espalham pelo prato, como um mingau. Também já vi alguns que vinham com tanto caldo que pareciam uma  canja. E risotos cremosos mas que não se espalham tanto. Eu, particularmente, prefiro esse último.

E quanto ao famoso “al dente”, desculpem-me os puristas, mas isso é o Santo Graal da culinária. Existe um “al dente” para cada cozinheiro que conheci. Hoje, convivendo com uma senhora de 73 anos, o “al dente” precisa ser um tanto mais cozido que eu costumava fazer há uns anos. Virou “al dentadura” mesmo.

Eu sempre faço mais risoto do que necessário para uma refeição. Ele não fica bom requentado mas, depois de frio, divido em porções, recheio com um pedaço de queijo e enrolo. Passo por farinha de trigo, ovos e farinha de rosca e frito. É um delicioso bolinho de arroz, conhecido como Suppli al Telefono ou Arancini.

Agora vou esperar as pedradas e as mensagens chamando-me de herege…

Share This Post
Publicado em Cozinha do Desespero, Fácil, Prato principal, rápido, receita | Tags , | 8 Comentários

Bolo Suflê de Abóbora

Bolo Suflê de Abóbora

Conheci os bolos-suflê no Japão. Basicamente, são suflês doces mas, ao contrário dos suflês tradicionais, eles são assados em banho-maria e, depois de frios, não desabam como os suflês quentes. A textura também é um pouco diferente. Não sei se definiria como um pudim aerado ou um bolo úmido. É uma sobremesa leve, delicada e que agradou o grupo de amigos que veio almoçar aqui em casa, neste feriado.  Já comi versões desse bolo feitas com queijo e também de chocolate.

200 gramas de purê de abóbora

3 gemas

30 gramas de farinha de trigo

200 gramas de creme de leite (usei o “de caixinha”; não tinha creme fresco e sei ainda é difícil encontra-lo na maioria das cidades brasileiras)

4 claras

1 pitada de cremor de tártaro (encontra-se em lojas para produtos de confeitaria e farmácias)

60 a 80 gramas de açúcar cristal (conforme o gosto pessoal e a doçura da abóbora)

Essência de baunilha à gosto

Bata o purê de abóbora com as gemas, a farinha e o creme de leite. Aromatize com a essência, se for usar.

Bata as claras com o cremor de tártaro, até o ponto de neve. Adicione o açúcar, batendo sempre, até formar um merengue.

Adicione cerca de 1/3 do merengue ao creme de abóbora. Misture com um batedor de mão, com movimentos delicados, até que todo merengue tenha sido encorporado. Adicione o merengue restante. Misture, sem bater.

Forre uma forma redonda de 20 cm de diâmetro com papel manteiga. Despeje a massa dentro e leve ao forno, dentro de outra assadeira cheia de água fervente. Asse em forno moderado, até que fique levemente corado por cima e o bolo tenha firmado.

Esfrie e leve à geladeira, antes de desenformar.

Para dar brilho e um sabor extra, cobri com uma calda de caramelo na hora de servir.

PS: A foto não ficou muito boa, é verdade. Devia ter tirado antes de cortar e servir, mas a conversa estava boa e esqueci disso. Só lembrei porque meus amigos lembraram que seria uma boa receita para o blogue…

Share This Post
Publicado em Doces, Fácil, receita | Tags , | 4 Comentários

Farinha Donatella

farinha-donatella

Nem sempre um produto barato tem que ser,  necessariamente, de baixa qualidade. O achado da semana passada foi a farinha de trigo Donatella. Comprei a R$0,99 o quilo. Com ela fiz pães e o resultado foi bom. Levemente amarelada, conferiu ao pão uma consistência firme, sem a adição de gluten extra que costumo usar. Ainda não usei em bolos, mas fica a dica.

A farinha Donatella é distribuída por Santina do Brasil Com. Imp. e Exp. de alimentos ltda,  Cotia, SP.

Share This Post
Publicado em produtos. | Comentários fechados em Farinha Donatella

Fougasse

Fougasse

Tirei essa receita do livro “Segredos de Gordon Ramsay”. Aliás, em livro, ele é até simpático. Tão simpático que tomei a liberdade de fazer algumas alterações. Diminuí a quantidade de fermento biológico, não usei tomates secos nem cebolinha, acrescentei um pouco de açúcar e não usei farinha de centeio. O resultado, apesar de tantas modificações, ficou bom. Tão bom que não tive a impressão de ouvi-lo gritando aquela palavrinha que começa com “F” no meu ouvido.

Fougasse são pães chatos e crocantes, ótimos para serem comidos pouco depois de assados. Depois de algumas horas, não ficam tão bons, mas podem ser reaquecidos em um forninho elétrico (toaster). O formato de folha cria mais pontos crocantes e a massa assa rápido. Vale a pena experimentar.

150 ml de água morna

2 colheres de chá de fermento biológico seco

140 gramas de farinha de trigo

Misture tudo e deixe crescer por uma hora e meia, duas horas, em lugar aquecido.

150 ml de água

360 gramas de farinha de trigo

3 colheres de chá de fermento biológico seco

2 colheres de sopa de açúcar

1/2 colher de sopa de sal

2 colheres de sopa de azeite

Misture tudo com a esponja fermentada. Se tiver uma máquina de fazer pão, use-a. Aconselho acrescentar a água aos poucos. É mais fácil de fazer ajustes depois, acrescentando mais água do que mais farinha…

A massa será bem elástica, macia e lisa. Deixe descansar até dobrar de tamanho em uma tigela untada com mais azeite.

Depois de fermentada, tire o ar da massa, sovand0-a levemente. Divida a massa em duas. Nesse ponto, pode acrescentar o sabor que preferir: azeitonas picadas, tomates secos, ervas, alho, pimenta. Eu escolhi fazer uma com azeitonas e outra com um pouco de queijo ralado por cima e nada mais.

Abra a massa fino. Não se preocupe muito com o formato nem com a regularidade da espessura. Transfira pra uma assadeira enfarinhada, faça talhos diagonais e abra os “olhos” da massa, dando um aspecto de folha.Deixe crescer até dobrar de volume, regue com azeite e leve ao forno pré-aquecido, bem quente. Asse até corar.

Retire do forno, regue com mais azeite e, se gostar, salpique sal moído.

Share This Post
Publicado em Fácil, lanches, massas, receita | Tags | 2 Comentários

Gyoza

gyoza

Esta não é uma receita definitiva. Na verdade, acho que sempre estarei à procura do gyoza perfeito. Comi muitos, com características distintas. Um era feito com massa fina, que ficava especialmente crocante depois de assado. Outro, era feito com massa mais grossa, que tinha uma textura bem firme. Pequenos, médios, grandes, muito grandes, recheados com carne e vegetais ou frutos do mar; não existe um gyoza, e sim, dezenas, talvez milhares.  Mas sempre são bem-vindos, como aperitivo, entrada, lanche.

200 gramas de farinha de trigo

100 a 110 ml de água fervente

Sal

massa-gyoza

Misture a farinha com o sal. Despeje água quente e misture rapidamente. Formarão grânulos. Espere amornar um pouco e sove, até formar uma bola. Embrulhe em um filme plástico e deixe descansar por 30 minutos.

massa-gyoza-1

Passado o tempo de descanso, unte a mão com óleo ou banha e torne a sovar. A massa ficará lisa e brilhante e será bem firme. Estique em um cordão e corte em pedaços. Abra cada pedaço em discos (o tamanho e a espessura vão variar conforme o gosto; de vez em quando, quero um gyoza de massa fina, desta vez preferi a massa mais espessa).

gyoza-modelado

Recheie e modele os pastéis, conforme expliquei neste post. Como fiz a massa espessa, pude deixar por algum tempo em uma travessa, antes de assar-fritar-cozinhar. Mas, por experiência própria, quando a massa é mais fina, ela amolece demais em contato com o recheio úmido e o melhor é assa-los imediatamente.

Para assar-fritar-cozinhar, unto uma frigideira grande, anti-aderente. Acomodo os gyozas e levo ao fogo alto, até que dourem. Despejo cerca de 3/4 de xícara de água e tampo. Formará um vapor que irá cozinhar os gyozas. Deixo no fogo até a água secar. Então ficará o fundo tostado e a parte de cima, cozida. As duas texturas juntas são muito interessantes. Mas isso não significa que os gyozas não podem ser fritos em imersão, cozidos no vapor ou na água. Os gyozas cozidos também podem ser reaquecidos na frigideira, com óleo. Enfim, como eu disse no início, são muitas as versões desse prato de origem chinesa que tornou-se muito popular no Japão.

Para o recheio, costumo usar carne de porco misturada a repolho picado, alho, gengibre e shoyu. Mas existem versões com acelga, camarão, cogumelos, nira…

Share This Post
Publicado em Culinária japonesa, Entrada, lanches, massas, receita | Tags , , | 37 Comentários

Pão Seco

Pão Seco

Lembro de ter comido desse pão na infância. Nada de excepcional no sabor, é verdade. É apenas pão seco, com pouco sal e não é tão duro quanto parece. Outro dia encontrei no supermercado e achei curioso. Esse pão era comum em uma época em que não existiam tantas padarias no mundo, tudo era mais distante e não haviam muitas opções para conservar alimento.

Em um passado recente, esse pão serviu de alimento para muitos, durante a Segunda Guerra Mundial. Hoje ainda faz parte do kit de sobrevivência em caso de terremoto, no Japão (na verdade, a versão japonesa também tem a opção desse pão enlatado, o que garante que ele se manteria seco mesmo debaixo de uma inundação; é fabricado pela Sanritsu). E, voltando no tempo, esteve nas caravelas do Descobrimento e talvez até em campanhas do império romano. Dele veio a palavra biscoito (biscoctus, cozido duas vezes).

Enfim, um pacote de um pão pode encerrar milênios de História, muita tradição e algumas lembranças.

Share This Post
Publicado em cotidiano, curiosidades | Comentários fechados em Pão Seco

Kimpira

kimpira

Esta é mais uma receita que, de tão popular, nunca escrevi sobre ela. Trata-se de um refogado de bardana com cenoura, clássico da cozinha japonesa. Picante, salgado, aromático, ele é servido em pequenas porções, acompanhando a refeição ou misturado ao arroz, depois de cozido. Há também versões desse prato usando a parte externa do nabo.

Pelo que sei, o nome do prato deriva de quem o criou. Mas, como tantos fatos, é possível que exista outra explicação.

No Japão, existem bardanas (chamadas pela comunidade japonesa de gobô) claras e escuras. A clara (tanto o exterior quanto o interior) é mais suave e macia. No Brasil só vi do tipo mais escuro, com o exterior marrom. Ele é mais duro, porém mais aromático.

1 bardana

1 cenoura

Óleo vegetal

2 colheres de shoyu

1 pitada de açúcar (opcional)

Pimenta vermelha

Gergelim torrado

Tradicionalmente, a bardana é cortada usando a técnica chamada sasagaki. É como apontar um lápis; obtém-se lascas finas. No entanto, convenhamos, a mandolina (ou benrinder), corta em tiras finas e com bem menos esforço. Na falta do cortador de legumes, corte em tiras finas de cerca de 5 cm de comprimento (juliene).Mantenha a bardana em água fria até a hora de usar, porque ela escurece com facilidade.

Aqueça o óleo em uma panela. Adicione a bardana e a cenoura e refogue em fogo alto. Como tanto a cenoura com a bardana brasileiras são mais duras, adiciono um pouco de água, (cerca de 1 colher de sopa de cada vez) até que fiquem macias.

Adicione o shoyu e o açúcar (se for usar) e continue refogando até que quase todo o líquido tenha evaporado. Tempere com pimenta e, na hora de servir, salpique gergelim.

Alguns preferem adicionar um pouco de óleo de gergelim. Fica a seu critério.

PS: A bardana (gobo) pode ser mantida na geladeira, dentro da água, já cortada, por alguns dias, sem escurecer nem estragar. Costumamos cortar uma boa quantidade e mantê-la na geladeira para poder fazer kimpira ou outro prato em poucos minutos.

Share This Post
Publicado em acompanhamento, Culinária japonesa, Fácil, rápido, receita | Tags , | 7 Comentários

O Pedante na Cozinha

o-pedante

Este é um livro que gostaria de descoberto antes. Uns vinte anos antes, no mínimo.  Antes de ter sido enganada por fotos bonitas e receitas com instruções vagas. Levei muito tempo para entender que culinária não é uma ciência exata. Assim como o autor, cheguei à conclusão que certas experiências são válidas, mas uma vez na vida, basta. No meu caso, listaria depenar e limpar uma galinha. Na verdade, foram mais de uma. Hoje não repetiria. O cheiro de pena de galinha queimada não é nada comparado com o cheiro que vem do interior dela. Abro mão do frescor e compro uma resfriada. 

Como o autor, também não tenho o “meu peixeiro”, o “meu açougueiro”, a quem posso encomendar cortes específicos de carnes. Não passei pela experiência de assar cogumelos silvestres na minha lareira, mas possuo uma gaveta cheia de objetos estranhos e que usei muito pouco. E tenho uma lista de coisas que jamais farei em uma cozinha, por mais amor eu tenha pelos comensais.

Apesar disso tudo, ainda sou masoquista o suficiente para gastar horas fazendo amanato (feijão ou favas em calda), faço massa folhada, gasto dias trabalhando com leveduras que podem terminar em desastre e ir para o lixo ou contaminar toda minha geladeira.

E quem é o Pedante? “Não há dúvidas de que existem cozinheiros competitivos, mas o Pedante não é um deles. Ele só quer fazer comida gostosa, nutritiva; sem envenenar os amigos; só quer ampliar o seu repertório, e devagar.”

Não é um livro de receitas. Não é também um romance. É um relato divertido de um cozinheiro, listando erros, fracassos e desilusões.

O Pedante na Cozinha é de Julian Barnes, publicado pela Rocco.

Share This Post
Publicado em cotidiano, curiosidades | Tags , | 4 Comentários

Costelinha Marinada no Kimchee

Costelinha Kimchee

Sempre achei o kimchee um ótimo tempero. Bem, na verdade, não só eu, mas o coreanos e, nos últimos anos, japoneses.  É rico em sabores e aromas, picante, estimulante!  Os japoneses usam kimchee em sopas, refogam com arroz (em um yakimeshi ou tcharam), ensopados, refogados com carne… Mas, no caso da receita das costelinhas, usei o preparado pronto para kimchee, que eu uso, de vez em quando, para fazer um asazuke.

Nem chega a ser bem uma receita. Peguei dois pedaços consideráveis de costelinha de porco, besuntei com o preparado, juntei um pouco de sake (podia ser vinho branco),  uma colher de pasta de soja (misso), por conta do aroma delicioso que dá a qualquer assado. Fechei tudo em um saco plástico para alimentos, grosso, forte.  Deixei um dia nessa mistura, virando o saco de vez em quando.

Levei ao forno coberto, até ficar cozido e macio.  Descobri e deixei corar, regando eventualmente. Não deixei tostar muito por receio de que ganhasse um sabor amargo.

O resultado? Uma costelinha macia, suculenta, com um certo aroma defumado, um sabor extra (chamo de umami?) do kombu picado do preparado…E, afinal de contas, não parece ser um prato tão asiático assim.

Acho que ficaria bom também com frango. Mas isso é outra história.

Share This Post
Publicado em carnes., Fácil, Prato principal, receita | Tags , , | Comentários fechados em Costelinha Marinada no Kimchee