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Pão de Hokkaido Sem Sova
Joelho de Porco Defumado

Usando o meu minúsculo defumador, defumei alguns joelhos de porco. Primeiro, deixei-os em salmoura por 3 dias. Depois, ao invés de usar a barra de serragem prensada que costumo usar, usei cascas de pecan e um pedaço de carvão em brasa. A casca da noz queimou lentamente, levantando uma fumaça cujo aroma lembra o de hickory (aliás, segundo me informaram, são plantas parentes).
O aroma e a cor ficaram estupendos, de um castanho avermelhado fantástico. No entanto, apesar da aparência, o joelho de porco defumado não pode ser consumido assim que sai do defumador. A carne é rija e rica em colágeno. Cozinhei até que ficasse tenra e suculenta. Ficaria muito boa com feijão branco, mas acompanhei com repolho.
E os defumados caseiros, vale lembrar, não aguentam muito tempo nem mesmo na geladeira. Se pretende preserva-los por mais tempo, é recomendável o congelamento.

Publicado em carnes., conservas, dicas, receita
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Mercado da Lapa

Lá não tem um mezzanino bacana, nem restaurantes, muito menos sanduíche de mortadela. Mas tem bons açougues, lojas de especiarias, queijos, embutidos, conservas. Não tinha lagosta, mas o camarão estava por um preço camarada. E muitas especiarias.

Também encontrará ervas medicinais, secas, frescas, cereais, doces, frutas secas… Mas cuidado com as ofertas. Pode ser que o produto esteja com a data de validade vencendo. Confira sempre.

E também tem Xupão (ops!) que é um doce de leite cremoso em saquinho, indicado para os viciados em açúcar. Apenas um real.

Não é bonito, nem arrumadinho, como o Mercadão. Mas é bom, barato e não tive dificuldade em conseguir uma vaga no estacionamento numa sexta-feira. Só falta mesmo um lugar para comer.

Publicado em curiosidades, Lugares
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Douce France

Finalmente fui conhecer a Patisserie Douce France, em São Paulo. A loja é bonita, aconchegante e os doces são lindos. Encantei-me com as mini tartes. Pena que estava frio demais para tomar um sorvete. Na saída, vi o próprio Fabrice Le Nud, em uma das mesas. Mas fiquei sem graça de tirar foto…
Os doces acima são o Mestiço (com banana, coco e caramelo), que achei um pouco doce demais e o Alexandra (mousse de chocolate muito leve com um merengue crocante em volta).

Acima, o Mogador (mousse de chocolate e framboesa), uma combinação perfeita e o Andino. Neste último eu identifiquei a bavaroise de coco, mas o recheio deixou dúvidas. Não tenho certeza se era de cupuaçu ou de que fruta, pois era levemente ácida, perfumada e lembrava o abacaxi. Foi o que gostei mais.

E, claro, os conhecidos macarons, de várias cores e sabores. Corretos, assim como as madeleines.

Mas faltou muito ainda… Folhados, tartes, chocolates e sorbets. Enfim, é um lugar para se ir mais vezes.

Publicado em cotidiano, curiosidades, Doces, Lugares
Comentários fechados em Douce France
Pão de Queijo

Outro dia, uma amiga da minha mãe veio ver como eu faço pão de queijo. Confesso que até então eu fazia a massa “a olho”. Fui obrigada a tomar medidas e anotar.
Ao contrário de muitas receitas, eu misturo dois tipos de polvilho – o doce e o azedo – para ter um pão de queijo com casca crocante e miolo macio. Mas, de qualquer forma, pão de queijo só é gostoso enquanto quente. Depois que esfria, endurece e fica borrachudo. A massa pode ser guardada na geladeira ou congelada. Para assar, é importante que o forno esteja bem quente.
1 kg de polvilho azedo
2 xícaras de polvilho doce
300 ml de água
300 ml de leite
4 colheres de sopa cheias de manteiga
1/2 xícara de óleo
5 ovos grandes
1/2 kg de queijo minas curado e ralado
Sal
Aqueça o leite com a água, a manteiga, o óleo e o sal.
Misture os dois polvilhos em uma tigela grande e despeje a mistura fervente sobre eles. Misture rapidamente. Deixe descansar até amornar.
Adicione os ovos e vá amassando, até obter uma massa pegajosa e lisa. Se necessário, adicione mais leite. Junte o queijo. Confira o sal.
Quando pronta, a massa é pesada e grudenta. Deixando descansar por algum tempo na geladeira, ela fica mais firme e fácil de modelar.
Enrole em bolinhos do tamanho que preferir e asse em forno bem quente até dourar.

Cracóvia

Não, não estou falando da cidade polonesa, mas de um embutido produzido pela comunidade ucraniana no Paraná. Pelo que me foi informado, só se utiliza pernil ou lombo. Mais magro que o salame (ao lado), maior, menos seco e mais macio, ele é defumado e condimentando. A queixa de alguns produtores é que tem gente fazendo cracóvia com partes menos nobres do porco, resultando em um produto de baixa qualidade. Apesar de ser defumado, recomenda-se consumi-lo logo.
Pode ser consumido como aperitivo ou em sanduíches. E começaram a surgir receitas com esse embutido, como arroz com cracóvia. Uma peça custou 9 reais, em um lugar próximo a Londrina, seguindo a rodovia do café, sentido Curitiba.


Publicado em conservas, cotidiano, curiosidades
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Bolo de Tofu

A idéia desse bolo partiu de outro, um bolo feito com queijo cremoso e assado em banho-maria. Pensei em fazer algo mais leve, menos calórico e com a textura macia e úmida. Ficou bom, mas reluto em chama-lo de “cheese cake de tofu”, já que não vai queijo algum.
300 gramas de tofu firme
150 gramas de iogurte natural
30 gramas de leite em pó
Suco de 1 limão
4 ovos
90 gramas de açúcar
50 gramas de farinha
1 colher de chá, rasa, de fermento em pó
50 gramas de manteiga, derretida
Baunilha à gosto
Bata no multiprocessador o tofu, o iogurte, o leite em pó e o suco de limão, até formar um creme liso. Deixe reservado.
Bata os ovos com o açúcar até ficar bem claro e leve. Junte a farinha e o fermento peneirados, misturando levemente. Adicione o creme de tofu e a manteiga, mexendo com cuidado.
Despeje em uma forma forrada com papel manteiga. Leve ao forno médio, em banho-maria, até ficar dourado. Sirva frio.

Publicado em Doces, lanches, receita
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Tai-Yaki
A Fabrícia Osada me fez lembrar que eu ainda não tinha publicado uma receita de tai-yaki. Esquecimento meu. Para a maioria, talvez, fique só na curiosidade, pois para fazer esse doce, é preciso de uma forma específica, de ferro, em formato de peixe (que lembra um pouco as formas para waffle ou tostex para sanduíches). Como não pretendo fazer esse bolinho tão já, publico essa foto, antiga, da primeira vez que fiz tai-yaki, quando ainda estava no Japão. A receita abaixo rende 6 unidades. Só recomendo come-los ainda quentes. O tai-yaki, depois de frio, tende a ficar borrachudo.
2 ovos
5 colheres de sopa de açúcar
2 xícaras de farinha de trigo
1/2 xícara de água
1/2 colher de chá de fermento em pó
1/2 colher de chá de sal
Bata os ovos com o açúcar até espumarem. Acrescente a farinha e a água aos poucos. Por fim, o sal e o fermento.
Aqueça a forma para tai-yaki. Unte e despeje massa suficiente para cobrir o fundo. Recheie com doce de feijão em pasta (koshi-an ou tsubu-an). Cubra com mais um pouco de massa. Feche a forma. Vire. Asse até dourar de ambos os lados.

Expo Imin 100 – Londrina
Acabei de receber um anúncio sobre o evento realizado no Parque de Exposições Ney Braga, entre os dias 18 e 22 de junho, comemorando o centenário da imigração japonesa.
O site da Expo Imin de Londrina é este aqui: http://www.imin100londrina.com.br/expo.asp

Publicado em cotidiano
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Tomate Japonês

Encontrei esses tomates em Ponta Grossa (Pr), sob o nome de tomate japonês. Mas, ao contrário dos tomates comuns, a polpa não é comestível, apenas a parte da semente. A casca é dura e de sabor desagradável. O miolo é adocicado, ácido e com um certo sabor que lembra goiaba e glutamato.

No entanto, não me surgiu nenhuma idéia de como usá-lo, além de consumi-lo como fruta.

Publicado em cotidiano, curiosidades
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