Fui ao Festival do Japão no sábado, dia 17. Chegamos depois do meio-dia. Felizmente não choveu e eu não senti tanto frio quanto pensava. Aliás, até passei calor porque fui agasalhada demais.
Há muito que eu não ia a uma festa da comunidade japonesa. E, tirando a festa de comemoração dos 80 anos da imigração japonesa, nunca fui a uma tão grande. Muita gente, muitas barraquinhas, muitas atrações. E, claro, muita comida também.
A primeira coisa que provamos foi o gyoza e o kakiague na barraquinha de Yamagata. A fome era muita, mas tentamos nos conter para poder provar o máximo que podíamos.
Gostei do gyoza recheado com carne, repolho e nirá e também gostei do kakiage, que estava quentinho, crocante por fora e macio por dentro. Para vocês terem idéia, não tirei foto.
A barraquinha da província de Kochi apresentava pratos curiosos para a maioria: sugatazushi (sushi dentro de um peixe, depois cortado em porções), conserva de sardinha…
… e um peixe no vapor, pelo que me pareceu, recheado com arroz. Pena que a foto não está muito boa. O peixe é aberto pelas costas.
A Província de Gunma servia kakiage e takikomi goham. Akita, kiritampo e caipirinha de sake.
Na barraquinha de Myagui tinha língua de boi, gyoza, yakisoba e harakomeshi. Confesso que lamentei não ter provado a língua de boi (gyutan), há muito não como uma.
Fukui é uma das províncias que visitei. Lembro do vento do mar do Japão, seu litoral escarpado, caranguejos, lulas e ouriços em vários restaurantes e sorvete de batata-doce. Também lembro de muitas lembrancinhas feitas de pedra, sobretudo magnetita. Na barraquinha da associação, pastel, tempura e yakisoba.
Amanhã continuo com a segunda parte dessa festa.






















