Colomba

colomba

Aproveitando o presente da Malu, fiz Colombas. Eu deveria ter apresentado essa receita antes, mas não tinha as formas. Mas ainda dá tempo de fazer esse pão doce, úmido, coberto com amêndoas, para a Páscoa. Eu sei que não é uma receita autêntica. É bem provável que as antigas Colombas fossem mais pesadas, alguns afirmam que não iam frutas, só aromas de laranja. O resultado está próximo às industrializadas, mas sem aquele aroma terrível de essência. Como nem todo mundo tem máquina de fazer pão, optei por usar a batedeira.

Esponja:

100 gramas de farinha de trigo

12 gramas de fermento biológico seco

1 colher de sopa de açúcar

Água

Massa:

400 gramas de farinha de trigo

100 gramas de açúcar

200 ml de água

4 gramas de melhorador para pães

1 colher de chá de sal

20 gramas de emulsificante (para sorvetes e massas)

20 gramas de leite em pó

2 gemas

50 gramas de manteiga

1 colher de chá de glicerina

1 casca de laranja ralada

1 colher de chá de essência de baunilha

Cobertura:

2 claras

1 xícara de farinha de amêndoas

1 xícara de açúcar cristal

colomba-esponja

Misture a farinha com o açúcar  e o fermento. Adicione água o suficiente para formar um mingau grosso. Deixe fermentando em temperatura ambiente por 3 horas (ou deixe na geladeira de um dia para outro). A massa ficará cheia de bolhas, exalando o cheiro característico do fermento.

colomba-massa

Use o gancho para massas da batedeira. Adicione a farinha, a esponja, a água, açúcar, sal e o melhorador. Bata em velocidade baixa até que a massa apresente filamentos.

Adicione o leite em pó, o emulsificante, a glicerina e as gemas. Bata até que tudo esteje incorporado. Adicione a manteiga aos poucos enquanto bate, até que ela seja absorvida pela massa.

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O resultado será uma massa pegajosa, que forma fios quando o gancho é levantado. Adicione a casca de laranja ralada e a essência de baunilha. Mexa.

Deixe a massa descansar até dobrar de volume. Eu contei uma hora e quinze minutos, mas vai depender da temperatura do ambiente.

colomba-enformada

Unte com manteiga duas formas para Colombas, de meio quilo, cada.

Acrescente frutas, passas ou chocolate, à gosto. Ou não acrescente nada. Divida a massa entre as duas formas. Deixe levedar novamente.

colomba-fermentada

Quando estiver faltando menos de 1 dedo para completar a forma, prepare a cobertura: misture todos os ingredientes e espalhe pedacinhos dela sobre o pão. Enfeite com amêndoas inteiras.

colomba-cobertura

Leve ao forno bem quente. Eu acendo o meu com meia hora de antecedência. Deixe em temperatura máxima por cerca de 10 minutos (até a massa crescer bem e começar a pegar um pouco de cor; isso varia muito de forno para forno). Abaixe para forno médio. Asse até ficar corado.

Deixe esfriar antes de embalar.

PS: Há muito tempo (creio que há vinte anos) fiz uma Colomba parecida. No entanto, na falta de amêndoas, usei castanha de caju. E para ser bem sincera, gosto mais das nossas nozes do que as importadas. Talvez eu substitua farinha de amêndoas por farinha de castanha do Pará, da próxima vez.

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Presente da Malu

Presente da Malu

Hoje ganhei formas para Colombas, panelinhas, tigelinhas e colheres de pau da Malu, com quem mantenho uma amizade que começou no Bate-Papo do UOL, há mais de dez anos.

Eu não consegui achar formas para Colombas em lugar algum. Acabaram vindo do Rio de Janeiro… E vieram em boa hora, a Páscoa está chegando.

As panelinhas, perfeitas, em alumínio, me fizeram lembrar que pouco brinquei de casinha. Aos oito anos já comandava o fogão de casa. Como minha cozinha é um tanto caótica, acho melhor elas ficarem na estante, junto com os poucos livros de culinária.

Beijocas, Panacota!

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Em Busca da Perfeição

Assisti a dois capítulos da série que está passando no canal GNT. Pouco sei a respeito do Fat Duck. Do pouco que li, achei que não é o tipo de coisa que me agradaria.

No entanto, acabei chegando à conclusão que algumas coisas temos em comum. Gosto de Ciências e tenho a curiosidade de saber o porquê de técnicas culinárias. Como todo apaixonado por cozinha (e comida), busco sempre uma receita melhor. Em alguns momentos, algumas soluções parecem um tanto quanto bizarras e alguns fracassos, divertidos. Mas tenho consciência que a perfeição não existe. Estou à procura de algo muito satisfatório.

Mas ainda fico com Einstein e sua famosa frase: “Faça as coisas o mais simples que você puder, porém não se restrinja às mais simples”.

Certamente seria muito divertido usar uma bomba a vácuo para fazer um merengue mais aerado e gelo seco para fazer um sorbet. Mas como não tem nitrogênio líquido no supermercado mais próximo de casa, deixo isso de lado e mantenho-me nas alternativas mais viáveis para a maioria dos seres humanos.

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Linguiças Caseiras – Passo-a-passo

Fazer linguiças em casa não é difícil. Aproveitando o preço bom da carne de porco, fiz essas, com carne de pernil e toucinho.

Linguiça não é só carne moida. O acréscimo de sal de cura, a marinada e a maneira como é moída fazem a diferença entre embutidos e almôndegas.  Eu usei o sal de cura da Dourado, que comprei no mercado de São Paulo. 1 kg de sal de cura é suficiente para 100 kg de carne. Há quem seja contra o uso de sal de cura, por conta dos nitritos e nitratos. Eu consumo pouca carne processada e não preocupo-me com risco de desenvolver câncer do estômago. Essas substâncias foram vilãs nos anos 80. No entanto, hoje emprega-se muito menos delas do que há décadas passadas. E o sal de cura é fundamental para a conservação e a cor dos embutidos.

Outro produto que uso é um emulsificante do Laboratório Exato, o Unilig, apesar dos protestos maternos. Esse produto mantém a linguiça mais úmida, sem perder os sucos enquanto frita e facilita o corte. Já a mãe preferiria que as linguiças estourassem e esfarelassem, como as que ela comia há décadas.

3 kg de carne de porco gorda; geralmente uso pernil e acrescento 25 % de toucinho picado.

Sal de cura, na quantidade indicada pelo fabricante

4 dentes de alho

30 gramas de sal

Unilig (emulsificante) na quantidade indicada pelo fabricante

150 ml de água

2 colheres de chá de pimenta do reino

2 colheres de chá de pimenta vermelha

Primeiro, limpo toda a carne e corte em cubos de uns 2 cm de lado. Corto em cubos pequenos para que o tempero envolva bem a carne e para faciltar a passagem pelo moedor

Dissolvo o sal, sal de cura e emulsificante na água. Adiciono à carne e junto os demais ingredientes. Misturo bem.

Mantenho na geladeira por, pelo menos 12 horas.

Algumas horas antes de encher as linguiças, lavo e deixo as tripas de molho em água. As que comprei são salgadas. Existem tripas secas e salgadas, de diversos calibres.

Eu usei um moedor elétrico. As tripas são colocadas em um funil próprio para linguiças, que se encaixa na boca do moedor. Tanto o moedor quanto o funil são comprados em lojas especializadas em utensílios domésticos.

Dei um nó simples na ponta da tripa e furei com um palito, para que o ar escapasse. E então é só ir moendo a carne gelada (usei a chapa mais aberta, para moer grosseiramente), que o moedor se encarrega de empurrar a carne para dentro da tripa.  Dessa vez, usei tripas finas e médias. As finas se rompem com mais facilidade, portanto, é melhor não encher demais.

Antes de encher as linguiças eu passei um pouco pelo moedor e fritei em uma frigideira. Faço isso para poder provar a carne e verificar o sal e tempero.

Essa é uma receita básica. Poderia ter acrescentado vários outros condimentos, como páprica, salsa desidratada, noz-moscada, louro moído, aniz, cravo, etc. No caso de embutidos, é recomendável usar condimentos desidratados. Os frescos tendem a oxidar, ficar com uma coloração escura e aroma estranho. Usei alho fresco, mas poderia ter usado alho em pó.

Mais comentários sobre linguiças caseiras aqui.

Sobre moedores de carne, funil para linguiças e pistola para encher linguiças, aqui.

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Limpando Lulas – Passo-a-Passo

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Limpar lulas não é difícil. Aproveitando que estão custando apenas 10 reais o quilo, na feira, resolvi apresentar como eu as preparo.

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Primeiro, destaque o corpo da cabeça. Basta puxar a parte com tentáculos.

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Corto próximo aos olhos, separando os tentáculos, que são comestíveis.

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Dentro da lula há uma “pena” transparente e rígida. Ela também sai com facilidade. É só puxar com os dedos.

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A pele sai com facilidade, também. Puxe com os dedos, ela se desprende quase como se fosse um filme plástico.

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Eu viro as lulas do avesso, para ter certeza de que estão bem limpas por dentro também. Para isso posso usar os dedos ou um hashi de bambu, se pretendo mantê-las inteiras. Senão, corto pela lateral para abri-la. Lavo sob água corrente, esfregando com delicadeza.

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Depois de limpas, as lulas podem ser cortadas em pedaços, anéis ou, quando são pequenas assim, cozidas inteiras. Os tentáculos costumo colocar em um yakisoba, por exemplo. Lulas ficam ótimas em um tempura.

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Cavala e Xixarro

Cavala e Xixarro

Estamos entrando na melhor época do ano para comprar e comer peixe. A cavala (já limpa) é apreciadíssima no Japão. Gorda, é boa assada, grelhada, levemente salgada (salpique sal e deixe na geladeira por uns dias antes de grelhar) e cozida.

O xixarro (aji), facilmente reconhecivel por sua cauda estreita e com uma linha ao longo do corpo, com uma estrutura óssea (ou escudos), também é servido assado, grelhado, frito e há quem goste dele cru (sashimi).

São peixes ótimos, ainda mais quando frescos. Eu, particularmente, prefiro eles grelhados só com sal. Acompanham bem nabo ralado ou gengibre ralado e shoyu.

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Sfiha

Sfirra

Sfiha é um lanche ótimo. As minhas favoritas, até agora, são do Raful(Comendador Abdo Schahin , 118, naquela região próxima à 25 de Março). Eles vendem muitas sfihas e sempre estão quentinhas, frescas. Mas, claro, não podia deixar de tentar fazer em casa.

Usei dicas da comunidade Cozinha Árabe e Persa do Orkut. Deixar a carne dessorando na geladeira por algumas horas ou de um dia para outro faz com que o recheio não vire um hamburguer duro.

500 gramas de farinha de trigo

6 gramas de fermento biológico seco

20 gramas de açúcar

5 gramas de melhorador para pães

1/2 colher de sopa de sal

2 colheres de óleo

1 colher de sopa de farinha de gluten

250 ml de água

Recheio

350 gramas de carne moída (prefiro capa de contra-filé; é barata, gorda e saborosa)

200 gramas de cebola picada

200 gramas de tomates picados

Pimenta síria, sal, pimenta do reino à gosto

Suco de 1 limão

Misture a farinha com o melhorador, farinha de gluten, sal e açúcar. Adicione o fermento e água. Usei a máquina de fazer pão. Se não tiver, pode usar uma batedeira com o gancho para massas ou sovar na mão. É importante sovar bem. Não adicione toda água de uma vez e sim, conforme for sendo incorporada. O resultado final será uma massa lisa e bem macia. Adicione o óleo e sove um pouco mais.

Deixe descansar até dobrar de volume.

Para o recheio, misture todos os ingredientes e deixe escorrendo em um escorredor de massas ou deixe em um pote com tampa, fechado, na geladeira, por algumas horas ou de um dia para outro; nesse caso, esprema o excesso de líquido com as mãos.

Divida a massa em porções, abra em um disco e coloque o recheio no centro. Deixe descansar por 10 minutos.  Leve ao forno bem quente, até corar. Sirva quente!

Se preferir, adicione pignoles, azeite, hortelã…

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Kurimu-pan (Pão com Creme)

Kurimu-pan

Essa é outra receita que pensei já ter postado. Trata-se de um pão doce, recheado com creme. Não muito diferente dos pães que temos no Brasil. É muito comum encontra-los nas lojas de conveniência, supermercados, padarias japonesas. Costumam ser vendidos por unidade.

Depois de algumas modificações em cima da receita de Mellon-pan, cheguei à esta receita:

300 gramas de farinha de trigo

20 gramas de açúcar

2 gramas de sal

5 gramas de fermento biológico seco

3 gramas de melhorador para pães

180 ml de água

30 gramas de manteiga

Cerca de 400 a 500 gramas de creme de baunilha

Usei a máquina de fazer pão. Mas, se não tiver, pode usar uma batedeira com gancho ou as mãos. Misture a água, açúcar e sal. Misture a farinha com o melhorador e o fermento. Adicione a água e sove até ficar lisa, elástica. Adicione a manteiga e amasse mais um pouco. A quantidade de água pode variar. A massa será bem macia, quase pegajosa.

Deixe crescer em local protegido.

Divida a massa em porções. Abra em um disco, recheie com creme já frio e feche bem. Dê o formato oval ao bolinho.Arrume em uma assadeira e deixe crescer.

Pouco antes de levar ao forno, faça cortes nos pães com uma tesoura. Isso é para que o vapor do creme escape e o pão não fique oco. Pincele com gema e asse em forno bem quente, até corar.

Quanto ao creme de baunilha, uso o industrializado. Vários fabricantes produzem esse pó, feito de amido, açúcar, corante e aromatizante. Basta acrescentar leite e cozinhar em uma panela, mexendo sempre. Não é tão bom quanto um creme de pasteleiro ou custard cream. Mas vejo uma grande vantagem: contém menos colesterol. Fora isso, é barato, tem uma textura boa para esse pão e, praticamente, qualquer um pode enconta-lo em lojas de confeitarias, atacadistas e alguns supermercados.

Se preferir usar custard cream, a receita está junto com a de Choux.

PS: A foto não está boa. Este foi o último kurimu-pan que sobrou de domingo e está um tanto quanto triste.

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Kasutera (Pão-de-ló à moda japonesa)

Kasutera

Os portugueses deixaram sua marca no Japão, sobretudo na região de Nagasaki. Ainda hoje, a maior comunidade católica é lá. E o doce típico de Nagasaki é o Kasutera. Qual a diferença do kasutera para o nosso pão-de-ló? Não muita, é verdade. Ambos vão muitos ovos, pouca farinha, são leves. Percebi que muitos fabricantes e confeiteiros usam mel. O kasutera é comercializado em barras retangulares e servido em fatias. E a textura do kasutera é um pouco mais firme e sempre me pareceu mais úmido que os que comemos no Brasil.

Como iria receber amigos aqui, resolvi fazer kasutera. Todo mundo gosta desse bolo com café ou chá. Não é difícil de fazer, mas tem uns pequenos truques para que fique muito bom. Na época de meus pais, era um doce cobiçado, já que poucos sabia fazer e era dado de presente em datas festivas.

9 ovos extra grandes

300 gramas de açúcar cristal

120 gramas de mel

20 gramas de água quente

225 gramas de farinha de trigo

Prepare uma forma quadrada de 25X25 cm de lado e com paredes altas. Se não tiver nada desse tamanho, faça como eu: improvise com um pedaço de cartolina. Forre a forma (ou caixa de cartolina) com papel manteiga.

Bata os ovos com o açúcar muito bem, até ficar bem claro, leve e, levantando as pás da batedeira, consiga escrever o número “8” com um fio de ovos batidos sem que eles se desmanchem imediatamente.

Dissolva o mel na água quente. Adicione à mistura de ovos e bata mais um pouco, para misturar bem.

Adicione a farinha de trigo peneirada. Com muita paciência, vá misturando, com movimentos de baixo para cima, até que toda a farinha esteja incorporada à massa.

Despeje a massa na assadeira. Bata o fundo da forma levemente, para que as bolhas maiores subam. Passe a espátula na superfície para estourar essas bolhas. Tudo isso é para que a superfície fique mais lisa.

Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus. Depois de cerca de 10 minutos, abaixe para 160. Quando começar a corar demais, cubra com uma folha de papel alumínio, até que o bolo fique cozido. Tome cuidado para não assar demais.

Assim que retirar do forno, cubra o kasutera com um folha de filme plástico. Retire da forma, virando o bolo de cabeça para baixo. Mantenha o papel manteiga. Envolva todo ele com filme plástico. Deixe-o abafado e de ponta cabeça até esfriar. Isso vai impedir que o bolo resseque e vai dar uma textura mais firme.

Desembrulhe e corte depois de frio. Alguns garantem que fica melhor se mantido embrulhado por 2 ou 3 dias. Eu não aguento esperar tanto. Na indústria, eles guardam o bolo em um ambiente úmido, para que o kasutera absorva água lentamente e fique mais macio, antes de cortar e embalar.

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Bolo de Caqui

Bolo de Caqui

Impressionante o quanto um pé de caqui consegue produzir. Eu não sabia o que fazer com tanto caqui. Encontrei essa receita no livro American Cooking: The Eastern Heartland. Time-Life Books, 1971. O nome da receita original é Wild-Persimmon and Hickory-Nut Bread. Bem, fiz algumas adaptações. Troquei o hickory por castanha do pará (poderia ser pecan, mas não tenho em casa) e diminuí a quantidade de manteiga. O resultado foi um pound cake (ou seja, um bolo mais denso) úmido, não muito doce e gostoso. Infelizmente, caqui não tem muito sabor nem aroma e a cor se foi com o cozimento. Mas conferiu ao bolo uma textura agradável.

100 gramas de manteiga

1 xícara de açúcar

2 ovos

1 xícara de polpa de caqui (cerca de 4 caquis, bem maduros, descascados e passados no processador de alimentos)

2 xícaras de farinha de trigo

1 colher de chá de bicarbonato

1 pitada de sal

1 pitada de canela em pó

1 xícara de castanhas do pará (ou pecan, ou nozes, etc) grosseiramente picadas

Bata a manteiga com o açúcar. Junte os ovos um a um, batendo sem parar. Peneire a farinha com o sal, o bicarbonato e a canela. Adicione à mistura de ovos e manteiga, alternando com o purê de caqui, misturando com uma espátula. Por fim, junte as castanhas (ou pecans, ou nozes)

Despeje em uma forma para bolo inglês untada. Forno médio até corar e, espetando um palito no centro, ele saia limpo.

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