9° Aizomê Ichiba

Vai ser sábado, o último do ano.

Para quem perdeu as edições anteriores, é o seguinte: Um grupo de amigos se junta no restaurante Aizomê, monta as mesas, leva o que tem ou sabe fazer de melhor para quem quiser comer ou levar para casa.

O que vai ter? Eu também não tenho certeza. Mas sei que vai ter sake, alguns inclusive daquele evento que comentei no post anterior. São muito especiais e exclusivos.

Vai ter bebida, ingredientes coreanos (e outras surpresas).

Eu vou levar miso (soja fermentada) artesanal. Vai ter pão no vapor para levar para casa, congelar e descongelar quando quiser comer. Vai ter yokan (doce de feijão em barra), vai ter sakura mochi (doce à base de arroz, enrolado, recheado e envolto em uma folha de cerejeira salgada), vai ter muita coisa boa que estou fazendo esta semana.

Vai ter comida do próprio Aizomê, claro!

E vai ter muita gente alegre e interessante para conversar.

Acompanhem a página do evento no Facebook!

https://www.facebook.com/events/171711206765713/

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Sakes Novos Chegando ao Brasil

Segunda-feira estive em um evento conhecendo novos rótulos de sakes que entrarão no mercado brasileiro no ano que vem.

Eram 18 rótulos, de 8 produtores diferentes, das províncias de Hyogo, Fukushima, Hiroshima, Niigata, Saga e Gifu.

Haviam sakes leves, doces, com aroma de koji, de frutas, florais, também haviam secos, marcantes e até frisantes.

Hoje já dá para dizer que temos (ou em breve, teremos) sakes para todos os gostos. Se não gosta de sake, provavelmente ainda não provou um que se adapte melhor ao seu paladar.

Duas surpresas na degustação: os sakes feitos com flores de begônia e de morango. O de morango, Amabuki Junmai Ginjo Ichigokobo Nama era adocicado, leve e com aroma floral. Outra surpresa foi o frizante de arroz vermelho (Rice Magic Sparkling Red), o da esquerda na foto acima. Não parecia sake, o sabor e aroma remetiam mais ao vinho.

Sake é uma bebida fascinante. Arroz maltado, água e fermento produzem bebidas com aromas distintos, que podem ser doces ou ácidos, frutados, cítricos, florais. Apenas 3 ingredientes e o resultado é tão complexo!

Eu acho que o consumo de sake no Brasil tem chances de aumentar e muito. Em parte por conta da popularização dos izakayas, muita gente experimenta nos bares japoneses, pela comodidade de poder consumir um copo, sem a necessidade de comprar a garrafa. O fato de ser consumido gelado (alguns podem até ser bebidos mornos), em um país com o clima tropical, também faz dele uma bebida atraente. E, por fim, pelo fato de que apesar de ser uma bebida cheia de tradição, não exige aquela cerimônia toda do vinho (saca a rolha, cheira a rolha, serve na taça, etc). Normalmente é servido em copos (pode sim, ser servido em taças também, mas não é obrigatório).

Eu não gosto de sakes em drinques. Concordo que um bom sake não é barato, é um produto importado. Mas na próxima vez que for a um izakaya ou comemorar uma data, pense no sake.

E não esqueça: Beba com moderação.

E eu não entendo muito sobre sake. Nem de vinho, cerveja, gin. O meu problema é que apenas gosto de beber (cada vez mais eventualmente, coisas da idade, creio eu). Mas para quem quer saber mais sobre sakes, recomendo a página do Sake Samurai Alexandre Iida: https://www.adegadesake.com.br/  . Tem informações sobre sakes, o que são, como são feitos, categorias, como harmonizar com comida.

 

 

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Endereço, Telefone e Dados Pessoais Nos Comentários

Pessoal, publicar dados pessoais na internet é perigoso. Não só eu leio, mas todo mundo lê. Isso significa que você está se expondo a bandidos, falsários e todo tipo de gente.

Por isto, comentários com endereços, telefone e outros dados pessoais serão excluídos, para a segurança dos leitores. Não adianta insistir, todos os comentários passam por mim antes.

Garanto que isto é para a segurança de vocês. E minha, que não quero ter dor de cabeça e gente reclamando na minha vida.

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Onigiri Para Viagem

Onigiri é uma comida portátil. Dá para levar na bolsa, serve de lanche ou almoço. Antigamente era comum embrulha-lo em folha de bambu, que por aqui não é tão comum. É mais fácil embrulhar em um filme plástico.

Mas e quando a gente gosta do onigiri embrulhado em uma folha de alga nori fresca? No Japão é possível comprar uma embalagem própria, já com nori dentro, muito prática. Por aqui a gente improvisa.

A primeira etapa é pegar uma folha de papel alumínio e amarrotá-la. Não uso a folha de alumínio lisa porque ela gruda demais no arroz.

Depois coloco meia folha de alga nori, cortada no sentido da largura, sobre a folha de alumínio. Deixo um pouco de espaço na lateral e dobro de maneira que a folha chegue ao centro do nori.

Dobro o alumínio do outro lado, de maneira que ultrapasse um pouco a folha de baixo. Corto o excessso de alumínio, deixando sobra na parte superior e inferior.

Na fábrica, o arroz era cozido com um pouco de óleo, para não grudar nas formas e na embalagem. Em casa, um pouco de óleo espalhado sobre o alumínio, com a ajuda de uma folha de papel toalha já é suficiente.

Vire do outro lado e cole uma fita adesiva de cima a baixo. Usei uma colorida, para ficar mais visível.

Deixe um pouco de sobra e dobre a pontinha.

Onigiri é feito, geralmente, com arroz cozido em água e sal. Uso sempre o arroz tipo oriental porque ele não fica muito duro quando frio. Sim, onigiri é algo que geralmente se come frio. Pode ser recheado com pasta de umeboshi, pasta de soja fermentada (miso), mas os campeões em venda eram o de atum enlatado em um pouco de maionese ou salmão salgado, assado e quebrado em flocos. Mas também pode ser feito com arroz temperado com furikake.

Furikake é uma mistura de coisas variadas, bem picadas, salgada, que se salpica sobre arroz. No caso, esse tinha alga hijiki e ume, comercializado pela Japan Madoh (info@japanmadoh.com.br). Ao contrário de muitas marcas, esse não é feito com ingredientes desidratados.

Dá para modelar os onigiris na mão mas é bem mais fácil usar um molde, que precisa ser umedecido em água, para facilitar o desmolde.

Coloque o onigiri sobre a parte do alumínio que foi untado com óleo, deixando o lado com fita adesiva do lado de fora.

Dobre e feche, apertando um pouco. Pronto, está embrulhado e pode ser levado para onde quiser.

Para comer, puxe a fita adesiva, que vai rasgar o papel alumínio.

Continue puxando até dar toda a volta e dividir o papel alumínio ao meio.

Com cuidado, puxe as pontas, liberando a alga nori.

Pronto, agora é só comer.

Se seu nori estiver meio murcho (acontece, depois de que o pacote foi aberto), passe as folhas sobre a chama do fogão, rapidamente. Ficará sequinho. Mas não demore muito e tome cuidado para não se queimar.

Dependendo do recheio, vai ser necessário manter o onigiri gelado até ser consumido. O arroz até que demora um pouco para azedar, mas recheios à base de peixe, maionese, etc, são perecíveis. Leve em uma bolsa térmica, por exemplo, para o seu piquenique.

 

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Afinal, Porquê o Koji É Tão Importante?

Já escrevi muito sobre miso, shio-koji, fermentados à base de koji. Quem ainda não leu, é só conferir os artigos que publiquei aqui:

http://marisaono.com/delicia/tag/koji/

Mas há algum tempo me pediram para explicar de maneira simples como trabalha o Aspergillus Oryzae. Então vamos lá.

O Aspergillus Oryzae é um fungo. Um mofo, um cogumelo microscópico. Na produção do miso, sake, etc, os esporos dele são polvilhados sobre arroz cozido no vapor e ele é mantido aquecido. Fungos e cogumelos são organismos muito exigentes, crescem em ambientes específicos. Se não houver umidade ou calor suficiente, não se desenvolvem. Mas se tudo estiver certo, depois de umas 24 horas, o arroz vai estar coberto de uma substância branca. É o micélio. O esporo cresce e forma uma teia sobre os grãos de arroz.

Conforme o micélio vai se desenvolvendo, o Aspergillus produz enzimas para poder digerir o arroz. Essas enzimas quebram o amido em açúcares e proteínas em aminoácidos. Ou seja, a pessoa que está controlando o crescimento, vai ter que estar atento quanto ao ponto máximo de desenvolvimento desse micélio. Porquê? É que em dado momento, o fungo vai querer se reproduzir. Vai formar os “cogumelos”. Imagine que o chapéu que conhecemos é, na verdade, o frutos do cogumelo. O problema é que nesse ponto, começa a produzir um produto indesejado para nós: o ácido kójico. Ele só tem utilidade, até onde sei, para a indústria cosmética. O sabor é ruim, tem alguma toxicidade. Por isso, paramos o desenvolvimento quando o arroz ainda está com cor clara e sabor adocicado e descartamos quando a cor se torna esverdeada e o sabor, ácido.

Sim, matamos o fungo nesse ponto, seja adicionando sal (na produção de miso, shoyu) ou adicionando água, na produção de sake ou ainda álcool, na produção de mirin.

O fungo morre mas as enzimas continuarão ativas em temperatura ambiente.

E são muitas enzimas. Não vou citar todas, são mais de uma dezena. Mas elas é que irão quebrar o amido do arroz em açúcar, as proteínas da soja e do arroz em aminoácidos que darão sabor e tudo isto criará um ambiente certo para bactérias converterem açúcar em álcool e depois em ácido. Esses fermentos podem vir do ambiente ou adicionados pelo produtor, como no caso do sake.

E quanto ao fungo selvagem? Está na moda, muita gente tenta capturar o esporo do ar, do ambiente. O que eu acho? É que os japoneses gastaram 1.300 anos selecionando cepas com as melhores características possíveis, em termo de eficiência, sabor, cor, aroma. Essas cepas possuem características tão preciosas que produtores de sake guardam amostras em cofres. Arriscar com um selvagem é abrir mão de muita coisa e ter resultados incertos. E ainda correr o risco de capturar algo potencialmente perigoso. A família do Aspergillus possui digamos, parentes, perigosos. Uma pessoa sem conhecimento poderia acabar com uma intoxicação.

 

 

 

 

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Lamen, Gyoza, Wantan, Bun E Almoço

Que tal aprender a fazer um lamen a partir do zero? Massa, caldo base, dois molhos (shoyu e miso), porco cozido (chashu), ovos marinados. E depois almoçar dois lamens (shoyu e Hokkaido Miso Lamen), com sobremesa e chá.

Onde: Aqui em casa, em Ibiúna, próximo ao Haras Setti.

Quando: dia 26, domingo, das 10 às 16 horas.

200/pessoa

Contato: marisaono@gmail.com

 

E a pedidos: os pastéis e bolinhos no vapor populares da cozinha japonesa: gyoza, wanta, shumai e o pão no vapor, que pode ser recheado com o que gostar. Serão 3 massas, recheios diferentes e modelagens. Depois almoço com todos os bocadinhos feitos no dia. Tragam um avental, que a aula será prática, vai ter mão na massa.

Onde: Aqui em casa, em Ibiúna, próximo ao Haras Setti.

Quando: dia 3 de dezembro, domingo, das 10 às 16 horas.

200/pessoa

Contato: marisaono@gmail.com

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A Cozinha Nipo-Brasileira

Ah, essa cozinha tão conhecida e, ao mesmo tempo, tão desconhecida…

Conhecida por quase todos os descendentes de japoneses. Mas, ao mesmo tempo, desconhecida, porque a gente acaba confundindo tudo e muitos pensam que umas coisas são japonesas quando não são. Afinal, crescemos comendo isto que nem pensamos se é adaptação ou invenção daqui.

No ano que vem serão 110 anos de imigração japonesa no Brasil. Muita gente que veio nos primeiros navios, nunca mais voltou para lá, assim como seus descendentes. A guerra distanciou mais, a comunicação era escassa, alguma coisa se ouvia no rádio. Nos anos 70, quem tinha dinheiro, comprava umas revistas importadas. Ainda hoje são caras. Nos anos 80, pudemos assistir alguma coisa no video-cassete, sempre com atraso, as fitas viajavam de avião. Agora temos internet, tv paga, que maravilha. Mas o que quero dizer é que esses longos anos de isolamento, acabaram influenciando o que comemos.

A receita de karê (curry à moda japonesa) da minha mãe é algo que os japoneses comiam no início do século passado. Nos anos 60 a receita mudou muito, ganhou um molho de carne encorpado, deixou de ser amarela e ficou marrom. Algumas coisas têm até nome trocado, como o imagawayaki de lá que aqui é chamado de kintsuba.

Então, o que é nipo-brasileiro?

O Hana-ume é. Essa conserva se parece tanto com o umeboshi que agrada até mesmo os japoneses.

O arroz é sempre branco, sem tempero (goham) mas a gente gosta de misturar as coisas e come com feijão, com bife à milanesa, com linguiça.

Aliás, amamos uma fritura. Festa no interior (e até na cidade) sempre tinha coxinha, pastel, croquete. Aliás, festa de casamento no interior é um assunto à parte. Me lembro de mesas compridas, cheias de comida. O critério era: o que todo mundo gosta. Então tinha frango ou pernil assado, pastel, coxinha, sushi, torta ou empadão, doces como yokan e manju, dividindo o espaço com beijinho de coco e, claro, o bolo.

A gente também gosta de usar shoyu (molho de soja) em quase tudo: na salada de repolho ou acelga, no bife na chapa, no peixe cru ou grelhado, nos vegetais refogados, sobre fatias de abacate, no ovo frito e, segundo o Paulo Machado, até na mandioca cozida.

O wasabi era desconhecido. Não entrava por aqui e muitos imigrantes vieram de regiões onde ele não era produzido. Então a gente usava gengibre mesmo, fresco, ralado, para misturar ao shoyu e comer o sashimi, muitas vezes feito com peixe de rio.

Dashi (caldo à base de alga e bonito seco) também não tinha. Quando aparecia um dos ingredientes, era considerado ouro, guardado para a festa do final de ano. O que se usava mesmo era água, eventualmente caldo de frango e o glutamato, presente em quase todas as casas.

Vinagre de arroz também não tinha. O arroz do sushi era temperado com ácido acético diluído, porque não tem cheiro de vinho, nem de maçã, só de ácido mesmo, além de ser incolor.

Tentamos fazer conserva de tudo. Algumas deram certo, como o tsukemono de chuchu. E não é que existe uma conserva idêntica, lá em Nagano? E agora? Bem, meu pais nunca pisaram em Nagano, é possível que meus parentes nunca tenham visto um chuchu por lá, inventaram e acabaram acertando na mira, mesmo dando um tiro cego.

Outro docinho que eu comia que vai por esse caminho é a panqueca (tipo crepe) recheada com pasta de feijão (anko). Lá também tem. A gente enrolava e comia, por lá dobram mas a diferença é mínima.

E na última quinta fiz um karê (curry) com mandioca. O karê que minha mãe fazia era diferente do que se come lá no Japão. Era amarelo, molho ralo. Lá é denso, escuro, enriquecido com um molho de carne rico. De vez em quando saía um com mandioca no lugar da batata, o molho ficava cremoso. Depois vi em uns restaurantes populares (daqueles por quilo). Não torça o nariz, é reconfortante, aromático e saboroso. Vai sair na revista Prazeres da Mesa.

Provavelmente voltarei a falar da comida nipo-brasileira em breve.

 

 

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Lamen, da Massa ao Caldo no Domingo Passado

Neste domingo recebi um grupo para fazer lamen, do caldo à massa. Como podem ver, é um prato aparentemente simples, mas que envolve diversos elementos. Ensinei a fazer o caldo base, os molhos de shoyu e miso, os ovos marinados, o porco cozido (chashu) e duas massas. Provaram o caldo, os molhos, o porco, separadamente. E depois, provaram tudo junto, em 2 tigelas de lamen para cada um. Claro, teve sobremesa e café depois, ou seja, foi um almoço meio tardio.

Interessou? Vai ter outro evento igual a este no dia 5, aqui em casa, próximo ao Haras Setti, em Ibiúna, das 10 até as 16 horas. O valor é de 200/pessoa. Maiores informações pelo e-mail marisaono@gmail.com

 

 

 

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Soboro

“Soboro do almoçô, restô dontê”. Pois existe um prato japonês chamado soboro. Basicamente, é uma farofinha salgada, que pode ser feita de carne (de frango, porco, vaca), peixe ou ovo. Simples assim, para ser servida sobre o arroz branco, sem sal e dar uma temperada. Também vai muito bem na marmita (obentô). Para quem está acostumado a comer arroz com furikake, é mais ou menos a mesma coisa. Dá para fazer uma quantidade razoável e guardar na geladeira, dura uns dias, talvez até uma semana.

Usei peito de frango. Como é difícil encontrar frango moído, optei por cortar o frango em cubos, marinar em um pouco de sake (suaviza do aroma).

Depois cozinhe em uma panela até secar.

Passe pelo processador de alimentos até esfarelar bem.

Volte ao fogo com um pouco de shoyu, sake, mirim. Se gostar de bem docinho, um pouco de açúcar. Tudo isto à gosto.

Já para o soboro de ovos, usei ovos frescos, óbvio.

Bati com um pouco de shoyu e mirim e levei ao fogo em uma frigideira anti-aderente, misturando sempre, até formar flocos pequenos e bem cozidos. Pronto.

Além de ser servido sobre arroz, o soboro pode entrar no recheio de um onigiri (bolinho de arroz) ou no oniguirazu  (falei dele aqui: http://marisaono.com/delicia/2015/07/02/onigirazu/). O soboro de frango (ou carne) pode entrar em um croquete ou ser misturado a um pouco de caldo engrossado com amido e despejado sobre vegetais cozidos.

 

 

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Agenda

Alguém interessado em aprender a fazer bacon? Dia 24 de setembro, a partir das 10, aqui em casa. Além de bacon, ensino a fazer pernil e pastrami. Falo sobre salga, cura e opções de defumadores, além de madeiras ideais para defumação e porquê a escolha. Depois tem almoço com as carnes defumadas, pães, salada, chá gelado e sobremesa surpresa. Contato pelo e-mail marisaono@gmail.com

No dia 3 estarei no Asian & Sea Food Show, falando sobre lamen, um pouco da história, técnica e diferenças entre o lamen e outros tipos de massa. Vai ser às 14 horas. Além de mim, outros grandes chefs também vão se apresentar. O link do evento está aqui: http://www.asianseafoodshow.com.br/2017/oficinas_de_gastronomia.asp

No dia 9 e 10 é a vez do lamen, no Espaço Hub Service. Serão dois dias porque é muita coisa para falar, fazer e provar: Massa, caldo base, chashu (porco cozido e marinado), bases para os lamens sabor sal, shoyu e miso. O contato lá é pelo Whatsapp 11 95968 6714. Corre que só hoje já foram metade das vagas.

No dia 26, é a vez da minha participação do Mesa ao Vivo. Sim, creiam, estarei lá falando da comida nipo-brasileira. Vai ser no Memorial da América Latina. Para quem não conhece, é o maior congresso gastronômico do Brasil, subdividido em Mesa ao Vivo (com aulas onde a gente cozinha), Mesa Tendência (com palestras e debates), Farofa (que são o Empório e o Festival Sabor de São Paulo) e jantares que acontecem na cidade. Mais informações, ingressos e programação estão aqui:

https://www.semanamesasp.com.br/programacao

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