Batatas Gratinadas

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Procurando uma receita fácil de batatas? Essas são um ótimo acompanhamento para um assado e só vão 4 ingredientes.

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Descasque e corte batatas em rodelas não muito finas. Coloque em um refratário untado com manteiga. Cubra com leite, tempere com sal e leve ao forno até dourar. Só. O leite irá evaporar, depois os açúcares do leite irão dourar e até lá, as batatas estarão cozidas e macias. Vão pensar que usou queijo ou creme mas é só leite evaporado.

 

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Pound Cake

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Ou bolo inglês. É a receita de bolo mais fácil de decorar. Ovos com as cascas, manteiga, açúcar e farinha, tudo no mesmo peso. É um bolo que eu gosto. Alguns reclamam que é pesado, seco. Já eu acho rico, denso e ótimo com um chá ou um café com leite. E permite muita variação.

Pese ovos. No caso, foram 4 ovos, com as cascas. Digamos que tenha dado 225 gramas. Pese a mesma quantidade de açúcar, de manteiga e de farinha.

Bata a manteiga com o açúcar até formar um creme claro. Junte os ovos – sem as cascas, claro – um a um, batendo sempre. É importante bater bem nessa etapa, para dissolver o açúcar e deixar o bolo mais leve. E se você não dissolver bem o açúcar, o bolo irá ficar com pontinhos escuros na superfície e não com uma cor dourada uniforme.

Peneire a farinha e adicione à massa, misturando sem bater. Aromatize à gosto. No caso, usei raspas de limão e um pouco de sementes de papoula mas poderia ser essência de baunilha, raspas de laranja ou frutas cristalizadas, nozes moídas, etc.

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Unte uma forma para bolo inglês e polvilhe farinha. Despeje a massa e alise. Esse bolo cresce pouco mas cresce. E tende a trincar a superfície. Como culinária também leva em conta a aparência, o jeito é controlar essa rachadura. Marque com uma faca ou espátula o centro do bolo, formando um sulco. Nesse sulco, coloque pedacinhos de manteiga gelada. A manteiga vai manter esse sulco mais úmido e macio que o restante, permitindo que a massa se expanda aí.

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Leve ao forno médio pré-aquecido, até dourar e estar seco no centro.

 

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Segundo Aizomê Ichiba

Guardem o dia 30. É a data do segundo Aizomê Ichiba. Vai ser na alameda Fernão Cardim 39, das 11 às 16 horas.

Vai ter choux da Vivianne Wakuda, sorvetes especiais da Gelatto Boutique, pratos do Aizomê, bebidas da Adega de Sake, umas surpresas (não vou contar tudo, certo?) e umas coisas minhas.

Na primeira edição fiquei sem ter o que vender às 14 horas. Dessa vez espero conseguir levar o suficiente.

Espero vê-los lá!

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Desafio Fermento Natural – Dia 4

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E hoje, como está o fermento? Cresceu muito? Dobrou, triplicou de volume? Está cheio de bolhas? Mesmo que não tenha crescido muito, vamos alimenta-lo novamente. Como disse ontem, a ideia é domá-lo, fazer com que cresça regularmente.

O ideal é que hoje você tenha tempo para observa-lo crescer, ver como reage.

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Como ontem, retire para uma tigela. Como é muito fermento, separe 100 gramas dele e descarte o resto.

Junte 100 gramas de água e misture bem. Junte 150 gramas de farinha e misture. Vai ser uma massa mais firme que a de ontem, a proporção de líquidos diminuiu um pouco em relação ao original.

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Volte ao pote e deixe que descanse. Confira como ele está depois de 4, 6, 12 horas. Se dobrou ou triplicou de volume nesse tempo, repita a operação. Senão, repita a operação quando der 12 horas de fermentação. Ou seja, separe 100 gramas do fermento, misture com 100 gramas de água e sove com 150 gramas de farinha.

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Essa fase é de observação. Veja se o seu fermento está crescendo vigorosamente. Prove. Sim, pode provar. Vai estar bem menos ácido que no início. Cheire. O cheiro deve ser agradável, lembrando um pouco, mas bem pouco, um vinagre.

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Observe a superfície dele. Tem estrutura, não está coberta de espuma, nem com líquido escuro. Lembra mesmo um pão.

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Veja como a fermentação produz alvéolos, a massa está com filamentos finos, elásticos.

Por quantas vezes você vai ter que alimentar o fermento? Até que ele dobre ou triplique de volume em um espaço de 4 a 6 horas. Não tem tempo para cuidar do fermento? Deixe na geladeira, mas não em uma parte muito fria, ele não pode congelar e retome o processo no próximo final de semana.

Quando finalmente o seu fermento apresentar regularidade, guarde-o na geladeira. Eu costumo alimenta-lo uma vez por semana. Sempre seguindo a proporção: 100 gramas de fermento, 100 de água e 150 de farinha.

E depois de refrescado (ou seja, alimentado e crescido novamente), é só usar na receita de pão de fermentação natural que preferir.

 

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Desafio Fermento Natural – Dia 3

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Após outras 24 horas, a mistura deve estar espumando, cheia de bolhas.

Se ontem não estava assim, siga os passos de ontem. Se já adicionou mais farinha de centeio e água, vamos ao passo seguinte.

O passo seguinte é estabilizar esse fermento. Pode provar. Vai estar muito ácido e não é bem isso que queremos. Queremos doma-lo, fazer com que ele cresça de forma ritmada.

Retire toda essa mistura, coloque em uma tigela e pese 60 gramas.

Acrescente 60 gramas de água e misture bem.

Junte 90 gramas de farinha de trigo comum e misture bem. Ou seja, a proporção agora será de 1-1-1,5.

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Coloque em um pote. Eu prefiro um pote de boca larga e com tampa de pressão. É que, caso forme gás, a tampa irá pular e não corro o risco (pouco provável, é verdade) de estourar o vidro.

Deixe descansando por 24 horas em um lugar abrigado da luz do sol, que não esteja perto de uma fonte de calor nem de vento.

Amanhã nos falamos.

 

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Desafio Fermento Natural – Dia 2

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Passadas 24 horas, como ficou? A mistura está cheia de bolhas? Tem feito calor, então pode ser que já esteja fermentando.

Poucas bolhas? Então é melhor esperar mais 12 ou 24 horas.

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Se está com bastante bolhas como a da foto acima, junte mais 15 gramas de farinha de centeio e 30 gramas de água e misture muito bem, raspando as laterais do pote.

Tampe e deixe descansando até amanhã.

 

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Desafio Fermento Natural – Dia 1

 

Providenciaram a farinha de centeio, água sem cloro, balança, pote, espátula, colher? Então vamos começar.

De tantos fermentos que testei, esse é o mais simples e mais confiável. Já o perdi, fiz novamente, joguei fora porque perdi o entusiasmo por pães, voltei a fazer novamente.

É importante que a água seja sem cloro, ou seja, não use a água da torneira.

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Misture 15 gramas de farinha de centeio com 30 gramas de água (ou, para quem preferir, guarde a relação 1 de farinha para 2 de água). Eu prefiro usar uma espátula pequena para isso. Coloque em um pote com tampa e deixe repousando em um lugar que não tenha contato direto com o sol. Se puder, misture 2 ou 3 vezes por dia. A ideia é que a mistura tenha contato com o ar.

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Feito isso, é só esperar até amanhã.

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Desafio Fermento Natural

Muita gente me escreve perguntando sobre o quê deu errado na hora de desenvolver o fermento natural.

Vamos fazer um, juntos?

Providenciem água sem cloro (ou seja, mineral), farinha de centeio, farinha de trigo, um pote de boca larga, espátula, colher e balança. Daqui uns dias passo as instruções dia-a-dia.

 

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Haruki Murakami e Sake

Gosta de literatura? Gosta do autor Haruki Murakami? Não? Tudo bem. Se gosta de sake, poderá também se beneficiar desse curso em 2 encontros (no dia 13 próximo e no dia 20) na livraria Cultura do Shopping Iguatemi, sempre às 20:00 horas.

No primeiro encontro, a infância e fatos poucos conhecidos do autor e sua relação com o sake. Informação sobre como e o que é o sake.

No segundo encontro, a apresentação da região produtora de sakes onde o autor nasceu e a cultura regional.

Haverá degustação de sakes nos encontros.

Sonia Yuki Yamane é formada em Letras e Sake sommelier pela SSI (Sake Service Institute) e vai fazer essa ponte entre letras e copos.

Mais informações nesta página:

http://www.livrariacultura.com.br/p/haruki-murakami-e-sake-degustando-livros-e-tacas-46139186

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Espumante de Flor de Sabugueiro

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“Sabugueiro está dando flor, é época de sarampo”. Eventualmente ouvia isso de minha mãe mas nem sabia que era possível consumir flor de sabugueiro, muito menos que poderia fazer um fermentado com ele. Lendo, sempre lendo, aprendo que se faz uma bebida gasosa com flor de sabugueiro. Como é época, zás, passei a tesoura em dois buquês e fiz quase 2 litros dele. É muito fácil e não precisa de equipamento especial.

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2 buquês de flor de sabugueiro (sacuda e tire qualquer inseto que encontrar neles; aqui encontrei formigas e besouros verdes com pintas pretas)

2 litros de água

375 gramas de açúcar cristal

2 colheres de sopa de vinagre claro (de arroz ou vinho branco)

Ferva a água com o açúcar em uma panela de aço inox ou esmaltada. Com uma concha ou colher, retire a espuma que se forma na superfície. Deixe esfriar.

Adicione as flores de sabugueiro, misture e tampa. Deixe na panela por 24 horas. Mexa eventualmente.

Coe a mistura, junte o vinagre e coloque em uma garrafa PET (essas, de refrigerante). Tampe.

Todos os dias, abra a tampa um pouco para liberar gás. Nos primeiros dias vai ser pouco, lá pelo quarto ou quinto dia vai ser mais. Por isso não recomendo garrafas de vidro, talvez não resistam à pressão. As garrafas PET são feitas mesmo para resistir à bebidas gasosas.

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Depois de uns 5 a 7 dias, haverá muito gás e espuma. A borra do fundo tende a subir com o gás, mas não se incomode com isso. Leve à geladeira e espere gelar antes de servir. Se for guardar por uns dias, lembre-se de conferir se não há gás demais e que não há riscos da garrafa explodir.

O sabor? Nos primeiros dias, muito doce, mas quando a fermentação evolui e forma mais gás, torna-se bem menos doce (um pouco alcoólica, já vou avisando) e com perfume suave. Lembra um pouco um ginger ale. O gás vem dos fermentos naturais da própria flor.

Vi algumas receitas que sugerem adicionar limão ou outro aromatizante. Como era a primeira vez (e não tenho mais flores de sabugueiro para testar), fiz sem nada.

 

 

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