Paladar – Cozinha do Brasil

As aulas e palestras do Paladar – Cozinha do Brasil começaram hoje. Nesta madrugada Alberto Landgraf levou um grupo ao Ceagesp, ver e escolher pescados. No final da tarde ele falou sobre técnicas de cozimento de peixes, a utilização de ácidos para equilibrar sabores e o estilo que resolveu adotar no Epice.

Às onze da manhã Alex Atala começou e falou muito. Falou das responsabilidade que todos nós temos com o planeta. Falou do coco e da maçã do coco, que é o coco germinado. Onde era água, vira alimento. Ou seja, o alimento pode surgir de lugares menos prováveis. Falou também de algas, que quando consumimos geralmente são importadas. Eu sabia que existe a alga vermelha (tengusa) no litoral brasileiro. Mas não sabia que existiam outras espécies comestíveis. Ele apresentou outras 4 e uma delas pareceu-me o mogusu, mas não tenho certeza. Também apresentou slides de peixes de profundidade pescados no Brasil e que não costumamos consumir. Anotei os nomes e vou conferir, um deles pareceu-me com um peixe que eu gosto muito, mas ainda vou investigar.

E ele apareceu novamente na aula de Edinho Engel e Juarez Campos para mostrar como se limpa um baiacu. Aliás, foi a aula mais bem-humorada que assisti hoje. Os dois sempre tinham uma piadinha ou um comentário divertido.

E olha só quem estava assistindo a aula do Alberto Landgraf…

Vou falar com mais calma sobre cada aula, sobre as receitas e peixes. Hoje enfrentei 3 horas de congestionamento, estou pregada e com um pouco de dor de cabeça. E amanhã tem mais!

 

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Chicago Pan Pizza

Eu gosto dessa pizza. E antes de começar a levar pedrada dos italianos e descendentes, mais os pizzaiolos de todo Brasil, já vou avisando que não concordo com o “pizza”. Poderia ser “torta de pão” ou coisa do gênero. Trata-se de uma massa fermentada assada em uma forma, com bordas altas e muito recheio. O truque para ficar com uma casquinha crocante e bem assada por baixo sem ressecar a cobertura é usar uma panela ou frigideira de ferro. Ela é aquecida na boca do fogão, é bem untada e recebe a massa. Só depois é que vai para o forno. Ou seja, a assadeira já está quente e assa por igual. E quer saber de outra coisa boa? Essa “pizza” requenta muito bem. É só colocar em uma frigideira de fundo grosso, tampar e levar ao fogo bem baixo.

3 xícaras de farinha de trigo

1/2 sachê (5 gramas) de fermento biológico seco instantâneo

1 colher de chá de sal

1 colher de chá de açúcar

Água morna o quanto baste

1/2 xícara de azeite ou óleo

Misture a farinha, o açúcar, o sal e o fermento. Vá acrescentando a água e sovando. Lembre-se que a massa, para ficar macia, deve ser também macia. Ou seja, a massa será um tanto quanto pegajosa. Trabalhe por cerca de cinco minutos, não é preciso sovar com tanta paixão. Acrescente o azeite ou óleo e sove mais um pouco. Cubra e deixe fermentar.

Abaixe a massa com o punho fechado. Divida a massa em duas porções. Aqueça o forno até ficar bem quente. Quando estiver com o forno quente, leve ao fogo uma frigideira ou panela de ferro (eu usei minha panela de sukiyaki, que tem alças também de metal). A frigideira ou panela tem que estar quente mas não a ponto de soltar fumaça. Unte bem com azeite ou óleo e abaixe o fogo para o mínimo.

Abra a massa com as mãos ou com a ajuda de um rolo. Coloque na frigideira e com as pontas dos dedos estique e forme a borda. Não precisa correr, não. Coloque o recheio. No caso, usei presunto, queijo e tomate picado em uma e linguiça com cebola, molho de tomate, tomate e queijo. Mas fica também muito bom com berinjelas refogadas com alho, linguiça com cebolas, enfim, coloque o que gostar.

Leve ao forno. Tenha certeza de que a grade do seu forno aguenta todo esse peso. Asse em temperatura alta até que as bordas dourem. Confira se a parte de baixo também está dourada. Para tirar da frigideira usei duas espátulas.

E gostaria de agradecer aos generosos doadores do blog. Graças a eles comprei uma câmera nova, um pouco melhor da que eu tinha. A primeira foto foi tirada com essa câmera (Canon  SX150-is, se querem saber) e a segunda, com a compacta. Dá para notar a nitidez, não? Ela é bem melhor para fotografar com pouca luz.

 

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Curry de Frango com Castanha de Caju

Na verdade, o Kaju Curry não leva frango, geralmente é vegetariano (usa-se couve-flor ou queijo fresco). Mas acabei mexendo nessa receita e estou pronta para levar pedrada dos indianos. O pequeno truque é que o molho é engrossado com um creme feito com castanhas de caju cruas. É ele quem vai dar a consistência e amenizar os sabores tão marcantes das especiarias. A pimenta é opcional.

Aliás, castanhas e nozes estão na moda no Japão. Por conta dos bons óleos, nutrientes, fibras, etc, estão colocando amêndoas em muitos pratos. Mas não exagere, cientistas recomendam cerca de 25 gramas diárias e os benefícios não aparecem da noite para o dia, a constância é fundamental. Testei comer amêndoas todos os dias e confesso, minha pele melhorou (pelo menos meus cotovelos não estão mais ressecados ) e o intestino funciona com regularidade.

2 dentes de alhos amassados

1/2 colher de sopa de gengibre ralado

1 cardamomo

1 colher de chá de feno-grego

1 colher de chá de sementes de coentro moídas

1 colher de chá de sementes de cominho moídas

1/2 colher de chá de canela moída

3 colheres de chá de açafrão-da-terra em pó

1 colher de chá de pimenta-do-reino moída

Pimenta vermelha

1 cebola grande em pasta (rale ou triture no processador de alimentos)

3/4 de xícara de farinha de castanha de caju crua (comprei na Bombay, pacote de 1 kg) ou 1 xícara de castanhas de caju cruas (não torradas), deixadas de molho em 1/2 xícara de água morna.

Cerca de 200 gramas de frango cozido, temperado à gosto (usei alho, anis estrelado e cardamomo para temperar), cortado em pedaços ou cubos

2 batatas médias cortadas em cubinhos, cozidas mas ainda firmes

1/2 cenoura média cortada em cubinhos menores, também cozida

1/2 xícara de ervilhas (usei congelada, restos da safra daqui da horta)

Aqueça um pouco de óleo e frite rapidamente as sementes de cardamomo e de feno-grego. Adicione o alho e o gengibre até levantar cheiro. Junte a cebola ralada. Adicione as demais especiarias e continue refogando, em fogo baixo por alguns minutos. Adicione cerca de 1 xícara de água e cozinhe em fogo baixo por uns 5 minutos.

Como não gosto de morder sementes no meu curry,passei tudo pela peneira. Voltei à panela, adicionei mais um pouco de água e juntei o frango. Deixei cozinhar um pouco para que os sabores combinassem. Não estranhe se o curry parecer um tanto amargo e forte. O creme de castanha vai amenizar.

Triture no liquidificador as castanhas até formar um creme liso. Vai parecer creme de leite (na consistência, não na cor, que vai ser um pouco mais escura). Adicione ao curry. Misture.

Se necessário, acrescente mais água. Adicione as batatas, cenouras e ervilhas e cozinhe por cinco minutos, mexendo ocasionalmente para não grudar no fundo. Confira o sal.  Se gostar, adicione folhas de coentro no final (eu não gosto).

Sirva com arroz branco.

PS: Se não quiser comprar um monte de especiarias, use um atalho: Refogue o alho com gengibre, adicione a cebola ralada e curry em pó a gosto. Depois é só seguir adiante, adicionando água, cozinhando, etc.

 

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Alfajores Peruanos

O meu primeiro contato com a comida peruana foi há muito tempo. No Japão havia uma grande comunidade peruana. Principalmente em Hamamatsu e cidades vizinhas, como Iwata, Kakegawa. Lojas de produtos brasileiros passaram a comercializar Inca Cola, pasta de ají amarilo. Cheguei a jantar algumas vezes em um restaurante secreto peruano. Comi  Papa a la Huancaína, uma arroz frito que refletia a fusão da cozinha latino-americana com a oriental, havia coração, frango assado, picarrones.

Mas os alfajores apareceram no trabalho. Uma colega trouxe um potinho com biscoitos bem pequenos, recheados com doce-de-leite. Segundo ela, esse doce podia ser comprado em qualquer lugar do Peru: tanto em supermercados como em padarias. A massa era amanteigada e parecia mais com uma massa de torta que de biscoito. E o sal era bem presente, fazendo contraste com o recheio. Em volta, coco ralado seco. Bem diferente dos alfajores argentinos que estamos acostumados a ver por aqui.

2 xícaras de farinha de trigo

200 gramas de manteiga com sal bem gelada

1/4 de xícara de açúcar de confeiteiro

1 ovo médio

2 colheres de sopa de água

1 colher de chá de vinagre

Doce de leite bem firme

Coco ralado

Gema para pincelar

Misture a farinha, o açúcar e a manteiga. Leve ao processador de alimentos e pulse algumas vezes, até formar uma farofa.

Vire em uma tigela. Bata o ovo, adicione a água e o vinagre. Misture e acrescente à mistura de farinha. Não trabalhe muito, misture o suficiente para formar uma bola. Se estiver muito seca, adicione um pouco mais de água.

Embrulhe em um filme plástico e leve à geladeira por 1 hora ou mais.

Abra fino ( 2 a 3 milímetros) e corte com um cortador redondo. Eu usei um cortador mais ou menos do tamanho de uma moeda de 1 real (estou procurando a régua aqui e não encontro). Coloque os discos na assadeira e pincele com gema batida, para que fiquem com uma cor bonita. Asse em forno alto até dourar. Eles encolhem um pouco quando assam, mas é normal.

Una os biscoitos dois a dois com um pouco de doce de leite no meio. Aperte um pouco para que grudem bem e passe cada docinho no coco ralado.

Já aviso que não rendem muito. Mas a gente merece, pelo menos de vez em quando, um pequeno luxo, não?

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A Longevidade no Japão e a Dieta

Sei que muita gente vem até este blog à procura de receitas japonesas. Também sei que muita gente acredita que adotando uma dieta nipônica irá viver mais. Eu já discuti isso em tantos comentários. Nunca acreditei que qualquer dieta irá fazer alguém viver mais. A questão é mais complexa. Vivemos mais que nossos antepassados não só por conta do que comemos, mas também porque fomos vacinados, a Medicina avançou muito tanto no tratamento quanto no diagnóstico, hoje existe a Medicina Preventiva, temos agora conhecimento da importância da higiene e outras tantas coisas. Para mim, é o conjunto dessas tantas coisas que define a expectativa de vida de um poco.

Mas eu dizer isso tem pouca valia e menos ainda credibilidade.

Através do site Luis Nassif online fiquei sabendo da pesquisa realizada pelo professor Kenji Shibuya que toca nesses pontos e apresenta alguns dados curiosos, como o fato da expectativa de vida japonesa ter dado um salto na década de 50-60.

Gostaria de que lessem esse texto:

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-longevidade-no-japao

 

 

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Nhoque Recheado de Batata e Espinafre

Hoje o blog chega a 3 milhões de acessos (segundo o WordPress) desde que mudei para o domínio marisaono.com (antes eu publicava no blogspot). Só me dei conta há pouco, portanto, não planejei nada para comemorar essa marca.  Se eu ganhasse 1 real por visita, estaria milionária. Mas as coisas não funcionam dessa maneira.

Fiz esse nhoque para aproveitar o que tinha na geladeira. Espinafre é uma planta que, se facilitar, vira praga na horta. As sementes caem, voltam a brotar, crescem e espalham sem muitas exigências. Usei um queijo minas frescal que estava bem sem-graça, mas poderia ser ricota. É fácil de fazer, pode ser preparado com antecedência e não suja muita louça.

Para 17 bolinhos que alimentam bem 2 a 3 pessoas:

130 gramas de batata cozida (1 batata média)

130 gramas de queijo fresco (minas ou ricota)

130 gramas de espinafre aferventado, bem espremido e picado

1 ovo

40 gramas de farinha

Queijo mussarela, muçarela ou mozarella

Molho de tomate

Queijo parmesão ralado

Eu passei o queijo e a batata no passa-verdura (passe-vite), resultando num purê fino. Se não tiver esse aparelho, passe pela peneira. Adicionei o espinafre, o ovo, amassei e, por fim, juntei a farinha e temperei com sal.

Fiz bolinhas e recheei cada uma com um pedaço de queijo mussarela. Fui colocando em um refratário untado.  Deixei espaço entre elas porque é mais fácil de se servir depois. Até esse ponto pode ser feito com certa antecedência.

Despejei molho de tomate em cima. O molho tem que ser um pouco mais aguado e menos salgado que o habitual, porque vai evaporar no forno. Polvilhei queijo parmesão porque isso é baixa gastronomia e a gente gosta de queijo e muito molho.

Levei ao forno até o molho borbulhar e ficar dourado por cima.

 

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Pescada Bicuda

Encontrei essa figura na feira, outro dia. Não a via já há algum tempo. Chamam de pescada bicuda, bicudo. Com essa cara, dá para entender porquê.  Comprei a R$5,00/kg e 3 peixes renderam quase 1,5 kg.

O corpo é cilíndrico e longo (uns 40 cm) e o rendimento é muito bom. As escamas são bem pequenas e não há muita víscera e, apesar da minha pouca prática, não foi difícil obter filés de carne rosada. Já fiz cozido e frito e desta vez resolvi fazer empanado na massa de cerveja, a mesma que usei nos Onion Rings.

Para fazer foi só cortar o peixe em bocados, temperar com um pouco de sal, pimenta do reino e limão e deixar “pegando gosto” por algum tempo, ou seja, enquanto eu aquecia o óleo e preparava a massa de cerveja gelada. Depois foi só passar cada pedaço em farinha de trigo, mergulhar na massa e fritar até dourar bem. E, claro, comer enquanto ainda estavam quentes.

Se não encontrar a bicuda, fica bom também com outros peixes, como a merluza, que anda também acessível.

 

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Doação de Sangue – Urgente

Ia publicar uma receita hoje mas isso é muito mais importante. O pai de uma amiga precisa de doadores. Aqui repito o apelo que recebi. Quem estiver em São Paulo e puder ajudar, por favor, procurem uma dessas unidades.

DOAÇÃO DE SANGUE COM AVALIAÇÃO PARA PLAQUETAS PARA O PACIENTE
ACCACIO RIBEIRO SOUTO – HOSPITAL IBCC
POSTOS DE COLETA :

Hospital São Camilo – Unidade Pompéia
De Segunda a Sexta-feira, das 08h às 18h
Sábado das 08h às 16h
Av.Pompéia,1178 – São Paulo,SP Telefone:3677-4444 ramal 5055
Estacionamento gratuito durante a doação

Hospital São Camilo – Unidade Santana
De Segunda a Sábado,das 08h às 12h
Av.Voluntários da Pátria,3997 – São Paulo,SP
Telefone:29728000,ramal 1134 e 8082
Estacionamento gratuito durante a doação na Rua Dr.Luis Lustosa da Silva,326

ROTA DO BEM:
A Rota do Bem foi criada para facilitar a locomoção entre o doador e o Clube
SangueBom,seja em grupos empresariais ou pessoas físicas.Assim,doar sangue
tornou-se ainda mais fácil.Organize seu grupo e agende a doação!(mínimo de 06 e máximo de 15 pessoas) FONE: 38684326/36726741 / falar com Patrícia ou Dejaine

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O Pior Restaurante

Não posso dizer que fui a muitos restaurantes. Sério. Em um período cheguei a almoçar ou jantar fora uma vez por semana, mas geralmente em restaurantes populares. No Japão existem muitos restaurantes que não são caros, com comida boa. Nenhum cliente repara na decoração. Alguns nem têm mesas, só o balcão. E em algum casos, nem cardápio, são casas especializadas em um único prato.

E o que eu comia nesses lugares? Lamen, udon, gyudon (tigela de arroz com carne cozida em shoyu, cebolas), tempura. Bife com fritas, espaguete, beef stew. Bibimbap, carne de porco refogada com o picante kimichee, churrasco coreano.

Mas há um que jamais irei esquecer.

É verdade que costumamos ser menos exigentes com culinárias que não conhecemos, principalmente pela falta de parâmetros. Mas é também fato que o exílio faz coisas curiosas com nossas vontades. Eu morria de saudade de pão de queijo, por exemplo. E por isso mesmo brasileiros acabavam, um dia, indo a um restaurante brasileiro no Japão. Geralmente churrascaria.

Não explico as circunstâncias que me levaram a tal lugar. Só digo que a sugestão do lugar não foi minha. Não conhecia o lugar.

Haviam muitas garrafas de Cidra Cerezer no balcão do bar. Desconfiei que algo poderia dar errado naquela noite quando passei pelo caixa e notei envelopes de Engov bem à vista.

Bem, comecemos pedindo algo para beber, não? Pedi um screw driver. O garçon não entendeu. Apontei no cardápio. Disse que iria ver se o pessoal do bar conhecia. Expliquei que era suco de laranja com vodka. Depois de muito tempo, recebi um copo com suco de laranja. Se tinha vodka, o suco de laranja foi apresentado rapidamente a ele.

Fui ver como era o arroz e o feijão. O arroz estava amarelado. Tive impressão que era sobra do dia anterior, requentada. Quanto ao feijão, não tive dúvida: era sobra do dia anterior. E era bem católico, tinha sido batizado vezes seguidas, de tão aguado que estava. Acabei desistindo do buffet quente. Aliás, só tinha costela e linguiça ensopada de opção, mesmo.

O buffet de salada consistia em milho enlatado, beterraba enlatada, azeitonas enlatadas, palmito enlatado, picles de pepino e de cebolinha (enlatado, claro). Nem uma alface ou tomate. Não resisti e acabei perguntando se era dia de folga da cozinheira. Ninguém à mesa riu. Não acreditei que estavam levando a sério aquilo.

Ah, as carnes. Secas, duras, esturricadas. Isso seria até aceitável. Ou melhor, o que eu deveria esperar de um restaurante que não consegue fazer sequer uma salada. O problema é que apareceu um casal japonês e eles receberam picanha ao ponto e foram servidos com muita atenção.

Vamos acabar e pedir o café? Ah, não tem café. Já fechamos a cozinha. Mas não dá para passar nem um café? Não, já lavamos a cafeteira.

E só para terminar, a casa estava quase vazia naquela noite. Apenas o grupo com o qual fui e o casal que chegou depois estavam lá. E, pensando bem, acho que tive sorte de não ter precisado do Engov oferecido no caixa.

Vai para a categoria “Tira isso da Boca, Marisa!” porque é uma experiência que eu não repetiria.

 

 

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Dia dos Namorados

Sim, estou dando uma força para os “zamigos & zamigas”.

No dia 12 até o dia 26/07 rola o festival do escondidinho no Família Presto (rua Esmeralda 39, Aclimação, São Paulo), todas as quartas e quintas-feiras. São 6 porções que servem muito bem 2 pessoas por R$64,00. Aproveite também para experimentar a burrata com creme balsâmico. Mais detalhes, nesta página:  http://familiapresto.com.br/novidades/

O Brie Restô (Rua Doutor Melo Alves, 216 – Jd. Paulista – São Paulo) também está com cardápio especial. Para reservas e maiores informações, os telefones são: (11) 3081-4690 – (11) 3063-4838

Se preferir ficar em casa, pode fazer encomendas na Casa da Li (Rua Aspicuelta 23, Vila Madalena, São Paulo). Mais informações no site: http://casadali.com.br

E um docinho de presente? A Deli Art Cake Creations tem cakepops por apenas R$1,50 + taxa de entrega. Mais detalhes aqui:  http://www.deliartcakecreations.net/#!promoção

Se quiser fazer o seu próprio jantar com uma carne especial, como wagyu ou red angus, por exemplo, e estiver perto de Cotia, dê uma passada no Shopping da Roça. A Valéria e o Edson vão ajudar a escolher e orientar sobre a preparação. Fica na Estrada Fernando Nobre 933 (um pouco antes do templo Zu Lai). Falei sobre eles aqui: http://marisaono.com/delicia/?p=4561

O Melograno (rua Aspicuelta 436, Vila Madalena, SP) promove um jantar com pratos italianos do chef Paulinho Pecora harmonizados com cervejas, o que sai do comum. Reservas pelo telefone (11) 3031-2921 e mais informações no site deles: http://www.melograno.com.br

 

 

E conforme for sabendo quem está oferecendo algo especial, aceitando reservas, etc, coloco aqui mesmo.

PS: Não, não tenho namorado e, para ser completamente sincera, acho que nunca comemorei a data. Talvez eu seja a pessoa menos romântica do planeta. O fato é que prefiro mesmo o improviso, sem data especial.

 

 

 

 

 

 

 

 

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