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Alho Negro na Bombay

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Abaixo Assinado a Favor da Horta Comunitária

Peço ajuda dos leitores. Uma horta comunitária na Lapa corre o risco de ser destruída, transformada novamente em um pedaço de terra abandonado, um ponto de descarte de entulho. Eu estive lá. Não é um jardim de Versailles, é um pedaço pequeno de terra com plantas medicinais, ervas aromáticas, flores, hortaliças.

A função de uma horta comunitária não é só produzir comida. Ela desestimula o descarte irregular de lixo, o que ajuda a evitar a proliferação de mosquitos e também tem uma função social, já que os vizinhos participam, se conhecem e interagem. De certa forma, ajuda a melhorar a segurança na rua também.

O apelo vem da Neide Rigo e a matéria toda está aqui:

http://come-se.blogspot.com.br/2015/03/abaixo-assinado-para-manter-horta.html

O link para o abaixo-assinado é este:

https://www.change.org/p/jos%C3%A9-ant%C3%B4nio-queija-libera%C3%A7%C3%A3o-das-hortas-em-pra%C3%A7a?recruiter=101838135&utm_source=share_petition&utm_medium=email&utm_campaign=share_email_responsive

Obrigada

 

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Pão de Miso, Melado e Figo Seco

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Parti de uma massa de pão bem conhecida no Japão, o Butter Roll (Baata Rôru, como dizem por lá). É um pão macio, levemente adocicado, pequeno, que se assemelha ao nosso pão de leite. É um pão para o café da manhã, embora possa até acompanhar uma refeição. A ele adicionei miso para dar um aroma diferente, melaço por conta da cor e figos secos, pela doçura e textura. Ficou bom com requeijão, no lanche. Mas estou pensando em outras combinações. É um pão fácil, não precisa de uma máquina de pão ou batedeira, só um pouco de sova.

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280 gramas de farinha de trigo

6 gramas de fermento biológico seco instantâneo

20 gramas de leite em pó

1 ovo

1 1/2 colher de miso (cuidado: adicione 1 colher e prove, pode ser que o seu miso seja muito salgado e a 1/2 colher não seja necessário)

2 colheres de sopa de melado

2 figos secos grandes, bem picados

Cerca de 130 ml de água

20 gramas de manteiga sem sal

1 gema para pincelar

Misture a farinha, o fermento e o leite em pó em uma tigela. Quebre o ovo em uma tigela, adicione água, misture bem e adicione 1 colher de miso e o melado. Adicione à mistura de farinha e misture.

Prove a massa. Se achar que falta sal, adicione mais 1/2 colher de miso.

Sove por cerca de 10 minutos. Se a massa estiver muito dura, adicione mais um pouco de água. Se estiver mole demais, um pouco de farinha. A massa deverá ser bem macia e até um pouco difícil de sovar mas não desista.

Forme uma bola, coloque em uma tigela e cubra com um filme plástico. Deixe crescer.

Divida em 6 ou 8 porções de massa (se preferir pães menores). Forme bolinhas e deixe descansar por uns 10 minutos.

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Abra a massa em formato ovalado. Distribua pedacinhos de figo picado sobre a massa, deixando a ponta mais estreita sem, para grudar melhor na hora de enrolar.

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Enrole formando bisnaguinhas. Deixe crescer em uma assadeira levemente untada, deixando um bom espaço entre cada uma delas.

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Depois de bem crescido, pincele com uma gema batida, para dar uma cor dourada bem bonita.

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Asse em forno bem quente, até dourar. É importante que o forno esteja já aquecido. Como o pão é pequeno, tem que assar rápido para não ficar seco.

O pão fica com uma cor um pouco bege por dentro, bem macio, só um pouco adocicado.

E se não quiser fazer com miso, melado e figo, tire tudo e adicione um pouco de sal. Vai ser um pãozinho de leite com um cheirinho amanteigado muito bom.

 

 

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Tai-yaki Croissant ou Croissant Tai-yaki?

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A modinha no Japão é o tal do “doce híbrido”. A idéia é pegar dois doces e juntar em um. No caso, um tai-yaki feito com massa folhada ou massa de croissant. A aparência é japonesa, o recheio idem mas o crocante da crosta, rico em manteiga, é ocidental.

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É só abrir a massa (que pode ser daquelas prontas, congeladas ou feita em casa), rechear com pasta doce de feijão (no caso, usei pasta de castanha, outro doce muito apreciado no Japão no outono), aparar o excesso e levar o fogo até dourar.

IMG_5536Foi a minha primeira tentativa. Ainda espero melhorar. Espero usar uma massa menos rica em gordura, porque a manteiga escorreu da forma e fez uma bela sujeira no fogão.

E quanto aos outros doces híbridos? Bem, pelo que li, já tem rocambole de tiramissu, scone recheado com biscoito, bagel folhado, rabanada de pão-de-ló (aliás, não existe algo assim em Portugal?) e continua aparecendo novidade.

 

 

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Epi Pan com Fermento Natural

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Eu já escrevi sobre esse pão, tão comum no Japão. Por aqui ainda não apareceu mas acho que é algo que faria sucesso. Trata-se de um pão baguete recheado com bacon e mostarda, cortado em de maneira a formar espigas destacáveis.

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No caso fiz a receita do livro do Luiz Américo, o Pão Nosso. É só espalhar um pouco de mostarda (no caso, usei mostarda caseira, fica a seu critério) e uns pedacinhos de bacon.

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Depois de enrolado, é só deixar o pão crescer, cortar com uma tesoura na diagonal, sem separar as partes…

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E puxando um pouco para os lados, temos a espiga de pão.

Com a massa de fermento natural, o pão ficou mais pesado, sim, mas com mais sabor. Os epi pan japoneses são bem crocantes, mas com o miolo bem macio. São pães para serem comidos no dia mas podem ser reaquecidos no forninho elétrico.

 

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Chuka Goma Dango. Ou Bolinhos Chineses de Gergelim

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É uma receita fácil, rápida e gostosa. Tão boa que nem sei porque nunca fiz em casa. No Japão existiam, se não me falha a memória, até versões congeladas, para fritar em casa. Tirando a pasta doce de feijão azuki, que é trabalhosa, o resto fica pronto em instantes. E já vi essa pasta doce em algum empório da Liberdade. Se não quiser fazer com pasta de feijão, não se acanhe: existem versões desse doce em quase todo o Extremo Oriente, com recheios que variam da pasta de semente de Lótus, feijão mungo e até cocada de colher. E existem até versões salgadas, com recheio de vegetais, carne e cogumelos

Farinha de arroz glutinoso (também conhecido como mochi-ko)

Um pouco de açúcar; pouco mesmo, mais ou menos 1 colher de sopa (rasa) de açúcar para cada 100 gramas de farinha

Um pouco de água

Um fio de óleo

Pasta de feijão azuki (anko) para o recheio

Gergelim branco

Óleo para fritura

Misture a farinha de arroz glutinoso com açúcar, adicione água aos poucos, até formar uma massa maleável. Por fim, um fio de óleo. Misture bem.

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Pegue uma pequena porção de massa, abra na mão e recheie com a pasta doce. Forme um bolinho, fechando bem.

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Passe pelo gergelim e cubra-o inteiro.

Frite em bastante óleo não muito quente, até dourar bem e começar a estufar. Sirva quente (porque depois de frio fica meio engordurado, mas continua comestível).

 

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