Creative Commons License
Blog Delicia by Marisa Ono
is licensed under a Creative Commons.

Publicidade

Imprimir Imprimir

Chocolate Chips Cookies

Quem não gosta de biscoitos com pedacinhos de chocolate? Crocantes, dourados, cheirosos. Faço-os grandinhos, para matar a gula de uma só vez. Também gosto de fazer biscoitos para dar de presente. Coloco alguns em um saquinho de plástico, uma etiqueta bonitinha e qualquer um fica feliz. Essa receita tirei do livro Pensylvania Dutch Country  & Amish Oyatsu de Joseph Lee Dunkle (em japonês). Só que eu fiz 4 receitas de uma só vez!

130 gramas de farinha de trigo

1/3 de colher de chá de bicarbonato de sódio

50 gramas de manteiga

35 gramas de gordura vegetal

50 gramas de açúcar mascavo

40 gramas de açúcar

1 ovo

Óleo ou essência de baunilha à gosto

140 gramas de chocolate em gotas

Misture a farinha e o bicarbonato. Deixe de lado.

Bata a manteiga e a gordura vegetal com o açúcar comum e mascavo, até formar um creme. Adicione o ovo e bata mais um pouco.

Adicione a essência de baunilha e misture. Junte a farinha e misture com uma espátula, até que fique homogêneo.

Junte as gotas de chocolate ou chocolate em barra, picado.

Leve à geladeira, embrulhado em um filme plástico, por pelo menos 2 horas. A massa fica mais firme e menos grudenta.

Faça porções pequenas. Achate-as ligeiramente com as pontas dos dedos ou com o fundo de um copo, enfarinhado. Deixe bastante espaço entre elas porque a massa espalha um bocado.

Leve ao forno moderado (180°C)  pré-aquecido, até que fique dourado nas bordas. Tome cuidado, porque podem queimar em um minuto. Assim que saem do forno são macios, mas ficam firmes depois que esfriam. Mantenha-os em um pote bem fechado para não pegarem umidade.

PS: Na receita original pede gordura vegetal, que pode ser substituída por manteiga. Mas tenho que reconhecer que com gordura vegetal, fica mais crocante. E eu não pesei o chocolate. Na verdade, coloquei o tanto que tive vontade. Ficaria mais bonito com gotas, mas sempre acabo usando chocolate em barra, porque é o que costumo ter por aqui.

Share This Post
Imprimir Imprimir

Yakisoba com Pasta de Alho Negro

Publiquei receita nova no outro blog. Fiz um massa chinesa com bastante vegetais e usei pasta de alho no molho. Ficou adocicado, com um aroma suave e combinou muito bem com shoyu. Bom, leve, rápido, equilibrado e saudavel.

http://marisaono.com/alho_negro/?p=75

Share This Post

Imprimir Imprimir

Compras na Liberdade 2

Hoje encontrei feijão soja preto. Ao contrário do comum, não dá para fazer tofu com ele. Costuma ser consumido cozido, seja com açúcar, como amanato ou com açúcar, shoyu e pedacinhos de alga kombu. Já o feijãozinho verdinho do lado, é o feijão para fazer moyashi (feijão mungo, que também vai no fabrico do harusame, aquele macarrão oriental transparente). Deste, lembro que estava entre R$6 a R$7,00, o quilo, variando um pouco de loja para loja.

Já a mãe não fica sem Kombu-dashi (caldo industrializado à base de alga kombu). Costuma colocar uma pitadinha nos cozidos, na sopa de pasta de soja (misoshiru) e até em conservinhas. Embora tenhamos alga, lascas de bonito seco e até mesmo o extrato deles, é muito prático e, creio, no caso dela, é uma questão de hábito, também. Estava a R$38,00 o quilo, na Casa Bueno. Ao lado, discos de alga seca, parecidos com o nori, usado em sushis. Só que estas algas ficam ótimas em sopas, adicionadas no momento de servir. De quebra, um pouco de iodo extra na dieta. Também podem ser usadas para fazer uma conserva, o tsukudani, que ainda, um dia, vou publicar. Quando morava no Japão diziam que algas faziam bem à pele. Não sei se é há algum fundamento, mas acho bom consumir um pouco de tudo.Não me lembro o preço, mas foi comprado no Towa.

Zaruchasoba. Ou seja, macarrão com chá verde. Na etiqueta, diz que é feito com o chá de Shizuoka, província onde morei por mais de 10 anos. Ainda não provei, mas espero que seja, além de bonito, aromático.

Ban Pho ou talharim de arroz. Fiquei com saudade de um pho que comi em um restaurante vietnamita. O caldo era uma canja delicada, a massa de arroz é reconfortante. Vou guardar para um dia em que eu estiver meio indisposta ou precisando de algo leve.

Vamos falar a verdade: todo mundo usa um caldinho industrializado. É quase impossível fazer caldo em casa toda semana. E em momentos de desespero, a gente recorre a eles para dar uma incrementada no sabor. Eu também uso, com moderação. E nem é por conta do glutamato, não tenho muito trauma dele – afinal, shoyu, kombu, tomates, queijos e vários outros alimentos possuem ácido glutâmico naturalmente. Não uso com tanta frequência porque não quero sempre que tudo fique com o mesmo gosto. Esse caldo é um achado. Eu usava o da Ajinomoto, importado. Esse, da Lee Kum Kee, não tem cheiro de salsão, nem de louro. É um caldo bem básico, leve e que não atrapalha. Um quilo dele realmente é muito. Mas por R$35,00, vale a pena dividir entre amigos. Eu prefiro manter uma pequena porção em um vidrinho, na cozinha, e o resto vai para o congelador, que é seco e ele não corre o risco de empedrar com a umidade. Comprei no Towa.

Choco Pie da Lotte. É um bolinho com recheio cremoso e coberto com chocolate. Porquê? Porque de vez em quando eu gosto de uma “porcaria”. Aliás, confesso, comi muito deles nos primeiros anos de Japão. Levava para o meu lanche das 17:00 hs. Vem 6 unidades embaladas uma a uma.

Além disso, para quem costuma fazer sekihan ou mochi, o preço do arroz para mochi, produzido em Registro, está bem em conta em algumas lojas: variando de R$4,00 a R$4,50. Por aqui, mais no interior, já topei com preços que eram o dobro disso. E tinha muito gengibre novo, lindos, vendidos em maços. Perfeitos para fazer gari.

E, por fim, almocei um Mix Fry Teishoku: camarão, peixinho e porco empanados, com direito a arroz, sopa de pasta de soja, um pedaço de tofu, uma conservinha e uma porçãozinha de sunomono de harusame com alga wakame e pepino, além de uma porção boa de salada, repolho picado e ainda vinha  maionese e mostarda forte (karashi). Tudo regado com Coca-Cola, porque eu não sou de ferro e fico muito feliz quando não como minha própria comida.  A conta foi só R$25,50 e eles aceitam cartão. Mas o melhor do almoço foi a companhia da Nathy, da Dry, do LP e César. Sem fotos.

Outra surpresa foi conhecer uma leitora do blog, a Neide. Ela nunca comentou nada, o que é uma pena. Espero não tê-la assustado…

Share This Post
Imprimir Imprimir

Kibe


Uma das poucas coisas que me fazem ir à região da 25 de março em São Paulo é o Raful. Gosto dos kibes e esfirras de lá. E fico impressionada com a velocidade com que as bandejas chegam lá do fundo. Eu me permito, de vez em quando, frituras, petiscos e lanches, sim. Esse kibe ficou bom, mas se tiver oportunidade, vá ao Raful.

Para a massa:

500 gramas de trigo para kibe

2 cebolas

2 dentes de alho

Sal, pimenta-do-reino e hortelã à gosto

Para o recheio:

500 gramas de carne moída

2 ou 3 cebolas médias, bem picadas

2 dentes de alho

Sal, pimenta-do-reino, pimenta síria à gosto

Suco de 1 limão

Hidrate o trigo. Adicione bastante água e deixe algumas horas. Escorra e esprema entre as mãos para tirar o excesso de água. Moa junto com as cebolas, alho e hortelã, usando a chapa mais fina. Moa novamente tudo, para obter uma massa maleável. Não testei, mas talvez funcione em um multiprocessador.

Para o recheio, refogue o alho, junte as cebolas e uma pitada de sal. Deixe que murchem e dourem levemente. Junte a carne moída e refogue. Tempere com pimenta síria, pimenta-do-reino, sal. Quando a carne estiver cozida, desligue o fogo e junte o suco de limão. Misture e deixe esfriar.

Modele porções de massa. Abra uma cavidade, como quem vai modelar uma coxinha. Recheie com a carne refogada e dê o formato alongado. Faça isso na hora de fritar.

Frite em bastante óleo quente, até ficar bem corado. A casquinha fica crocante por fora e macia por dentro. Eu comi com molho de pimenta vermelha.

PS: Fiz parte da receita e deixei o resto na geladeira. Fria, a massa ficou mais fácil de modelar e consegui fazer kibes com a casca mais fina.

Share This Post
Imprimir Imprimir

Quiabo Anão

Ganhamos as sementes como sendo de quiabo anão. Apenas um vingou e de anão não tem nada. Já passou dos 2 metros de altura.

Quanto ao gosto dele? Ainda não provei. Em parte porque estamos curiosas em saber o quanto eles crescem. Precisamos guardar algumas sementes. Daqui uns dias crescem outros e talvez eu possa dizer se são bons para comer.

Share This Post