Imagem cedida pelo Studio Oz

Alho Negro na Bombay

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Chiffon Cake de Chocolate

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Chiffon cake é um bolo leve, muito macio, não muito doce, e que leva óleo e algum líquido na massa. É muito popular no Japão. Exige uma forma própria, com buraco no meio e paredes retas. A forma não pode ser untada, a intenção é que a massa grude nas paredes e não colapse (no popular: “sole”) já que é tão leve e aerada. Depois de assada, a forma é posta de ponta-cabeça e deixada para esfriar – só um pouco – antes de desenformar.

A minha forma é de 18 cm de diâmetro e a receita é para esse tamanho de forma.

4 claras

70 gramas de açúcar cristal

60 gramas de chocolate meio amargo, picado

50 ml de óleo

4 gemas

70 gramas de açúcar cristal

80 ml de água

80 gramas de cacau em pó

80 gramas de farinha de trigo

4 gramas de fermento em pó

Bata as claras até que fiquem bem leves mas não secas. Adicione o açúcar e bata até obter um merengue brilhante e muito leve. Reserve.

Leve o chocolate e o óleo para derreter em uma tigela sobre uma panela com água quente (não fervente). Mexa até que derreta, retire do banho-maria e reserve.

Bata as gemas com os 70 gramas de açúcar até ficar bem claro e leve. Adicione o chocolate derretido com o óleo e bata mais um pouco. Junte a água e misture.

Peneire o cacau, a farinha e fermento e adicione à mistura anterior, mexendo bem.

Junte as claras e misture com movimentos de baixo para cima, com uma espátula. Misture até que toda clara esteja bem incorporada.

Despeja na forma, sem untar e leve ao forno aquecido a 180 graus. Depois de 10 minutos abaixe um pouco, até assar. Evite abrir o forno.

Tome cuidado para não queimar o bolo, chocolate tende a queimar com mais facilidade.

Retire do forno e inverta-o, deixando de ponta-cabeça. Eu encaixo em uma garrafa de vidro. Espere amornar.

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Passe uma espátula fina em torno do bolo e solte o centro com uma faca estreita. Retire o aro externo e passe a espátula por debaixo do bolo, para soltar o fundo. Espere esfriar bem antes de cortar em fatias e servir.

 

 

 

 

 

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Misso Sim Senhor!

Esse é o título da minha oficina no Paladar Cozinha do Brasil. Vai ser no dia 26 de setembro, às 10 horas, na Universidade Anhembi Morumbi.

É a minha primeira vez. Estou ansiosa, sim, como toda caloura. Mas também estou muito feliz pelo convite e pela oportunidade de falar sobre um dos meus assuntos favoritos, o miso e sobre o uso dele na cozinha brasileira. Sim, brasileira, porque já temos 107 anos de imigração japonesa no Brasil e podemos dizer que alguns pratos são nikkeis, ou seja, típicos dos descendentes de japoneses, surgidos e consumidos aqui.

Também sinto-me muito honrada em participar desse evento, onde juntam tantos grandes nomes, pessoas que eu admiro, discutindo temas variados e aspectos diferentes da nossa gastronomia.

O link para a descrição da minha oficina é este:

http://paladar.estadao.com.br/cozinha-do-brasil-2015/palestrante,marisa-ono,1318.htm

O link para a compra do ingresso, pelo Foodpass:

https://foodpass.com.br/paladar-misso-sim-sinho-26-09.html

Espero vê-los lá!

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Lamen, Defumados e Gyozas

Alguns leitores do blog me escreveram perguntado sobre aulas sobre lamens, defumados e gyozas (e outros bolinhos que podem ser fritos, assados ou cozidos). Aqui vão as datas:

23/08 – Lamen: duas massas, caldo, feitos na hora.

30/08 – Defumados: bacon e pastrami, salga, cura, defumação.

13/09 – Gyoza, Shumai, Wantan: Massas recheadas de origem chinesa e que são muito populares no Japão.

Todas as aulas serão aqui em casa, em Ibiúna, a partir das 10 da manhã. Em seguida, almoço (água, chá e sobremesa). Contato pelo e-mail marisaono@gmail.com

 

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Arroz Koshihikari Hibari

 

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Ganhei para testar o arroz tipo Koshihikari da marca Hibari do Claudio Hiroshi Kitamura. Ele trabalhou na seleção do lote desse arroz e queria minha opinião.

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Bem, arroz do tipo Koshihikari é o mais comum na província de Shizuoka, lugar onde morei por mais de 10 anos. Bem, então posso dizer que conheço bem esse grão. Além do mais, era o mais utilizado na indústria de alimentos onde trabalhei. É arroz de grão curto e uma das principais características é que ele mantem um centro mais firme. Ou seja, dá para sentir cada grão na boca. Também não fica muito duro depois de frio.

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É um arroz que precisa de uns 10 minutos de descanso, depois de cozido. Vai parecer um pouco mole demais antes, mas ele estabiliza depois desse período. É um tipo de arroz bom para sushis.

Esse, da Hibari, é plantado no Uruguai. A diferença com o japonês está no aroma. Para mim, um aroma bem… apetitoso. Sei que é uma descrição que não adianta muito. Creio que a questão do aroma tem relação com o solo, o clima, a água e outros tantos fatores. No sabor e textura ficaram bem próximos do japonês. E ficou bom no makizushi que fiz no final de semana (e que não tirei foto). O Claudio fez uma boa escolha.

Infelizmente não encontrei nos 3 lugares onde costumo comprar arroz. Porquê? Boa pergunta. Fico devendo o preço de mercado.

 

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Japan & Asia Food Show

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A MN própolis está produzindo também massa e caldos para lamen. Pelo que entendi, só atende na linha food service. Eles também comercializam mel, shochus, chás, shio-koji e frutas desidratadas.

http://www.mnpropolis.com.br/produtos.asp

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As oficinas atraíram um bom público. Essa é do chef Shinya Koike com o Celso Amano.

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E, aliás, encontrei um monte de gente conhecida.

Não assisti às palestras, não me inscrevi.

E acho melhor não escrever sobre a feira. A revista Hashitag está fazendo uma boa cobertura, podem conferir no Facebook:

https://www.facebook.com/hashitag

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