Doduti Art

Daniela Doduti cria convites, lembrancinhas e scrapbooks digitais.

Mais no site: http://doduti-digitalart.blogspot.com/

Share This Post
Publicado em cotidiano | Comentários fechados em Doduti Art

Lançamento de Livro

A Jeanne Callegari está lançando um livro:
Caio Fernando Abreu – inventário de um escritor irremediável, de Jeanne Callegari
Local: Livraria da Vila (tel. 3062 1063)
Al. Lorena, 1731, Jardins, São Paulo
Data: 29/07/2008
Horário: das 19h às 22h

Mais informações no blog dela:

http://jeannecallegari.wordpress.com/

Recebi o convite mas, infelizmente, não vou poder ir… =(

Share This Post
Publicado em cotidiano | Tags | 2 Comentários

Brownie de Chocolate e Caramelo

Esse é O Brownie. Rico em sabor, macio, levemente pegajoso e derrete na boca! Apesar da quantidade de açúcar, não é tão doce assim. Para a receita ficar perfeita, use chocolate – tanto em barra quanto em pó – de qualidade.

Brownie de Chocolate e Caramelo

200 gramas de açúcar cristal

200 gramas de creme de leite

100 gramas de manteiga

50 gramas de chocolate em barra, meio-amargo

100 gramas de farinha

100 gramas de açúcar

25 gramas de chocolate em pó

1 colher de chá de fermento em pó

100 gramas de claras de ovos

1/2 colher de chá de bicarbonato

150 gramas de pecans picadas

Baunilha à gosto

Leve o açucar cristal ao fogo, com um pouco de água. Deixe caramelar. Adicione o creme de leite e misture com cuidado, até dissolver. Retire do fogo e deixe esfriar.

Derreta a manteiga. Adicione o chocolate picado e misture. Deixe esfriar.

Misture a farinha com o fermento, o chocolate em pó, o bicarbonato e o açúcar. Junte as claras e o caramelo frio, pouco a pouco, misturando e, em seguida, a mistura de manteiga e chocolate. Junte baunilha e as pecans e misture.

Despeje em uma assadeira pequena (27X 18 cm), forrada com papel manteiga. Asse em forno moderado, até que enfiando um palito no centro, saia seco. Deixe esfriar completamente antes de cortar. Ele é muito pegajoso quando quente, mas depois de frio, fica mais firme. Aconselho o uso de papel manteiga porque ele tende a grudar na assadeira.

Share This Post
Publicado em Doces, Fácil, receita | Tags , | 3 Comentários

Kare – Preparados Industrializados

Muita gente faz kare – curry à moda japonesa – usando preparados prontos. Os mais comuns são tabletes, que vêm em caixinhas (são vários fabricantes, como a S&B e House). A aparência deles é de um grande tablete de chocolate.

O que eu costumo usar são flocos. Uso por achar mais prático que partir um tablete em pedaços. Vou adicionando colheradas do preparado ao ensopado já pronto até chegar na consistência que desejo. Esses preparados – tanto os tabletes como os flocos – já contém farinha, sal e condimentos.

Quanto ao ardor, alguns exibem uma classificação de 1 a 5 (do mais doce ao muito picante). A cor da também pode ser indicativo. Geralmente, os de tons claros são mais suaves e a embalagem preta é a mais forte.

Ou seja, para fazer um kare, faço um ensopado como descrito aqui, mas não acrescento sal, nem preparo o roux com farinha e curry. Simples e fácil. E, embora eu prefira cozinhar com o mínimo de produtos industrializados, esses preparados são bons e convenientes em um dia mais apressado.

Share This Post
Publicado em Culinária japonesa, dicas | Tags , , | 4 Comentários

Flores Comestíveis

Ganhei da Semental Tokio (Rua Minas Gerais 76, Londrina) uma lista de flores comestíveis.

  • Amor Perfeito
  • Antirrihinum/Boca de Leão
  • Aster
  • Begonia
  • Bellis Perennis/Rapazainho
  • Calêndula
  • Caliopsis
  • Centáurea
  • Cravina
  • Crisântemo
  • Gladíolos/Palma de Santa Rita
  • Hesperis
  • Papoula
  • Tagete

Só que, assim como rosas, violetas e capuchinas, elas precisam ser cultivadas para consumo, ou seja, é bom conversar com alguém que entenda do assunto quanto à utilização de defensivos.

Share This Post
Publicado em curiosidades, dicas | Tags , | Comentários fechados em Flores Comestíveis

Tempura de Folhas de Crisântemo

Não costumamos ver tempura de folhas nos restaurantes japoneses, aqui no Brasil. No entanto, dependendo da época, não é raro encontrar tempura de folhas de crisântemo (foto), de folhas de cenoura, salsa, no Japão. Outras folhas que costumam ser servidas assim são as de shiso (também conhecida como folha de oba), folhas de brócoli, de salsão.  São muito bonitas e enfeitam o prato, além de ficarem muito crocantes. É importante que a massa seja líquida o suficiente para cobrir a folha sem encobrir os detalhes e a beleza dela. E, apesar de ser uma delícia, vale a pena lembrar que é uma fritura, portanto, não é bom abusar… 🙂

Eu também comentei sobre tempuras aqui.

Share This Post
Publicado em Culinária japonesa, curiosidades, receita | Tags , , | 8 Comentários

Asazuke de Nabo e Kimchi

Muitas vezes eu preparo pratos praticamente a partir do zero. Mas, como todo mundo, também uso produtos industrializados. São práticos, alguns são muito bons e, muitas vezes, mais baratos do que comprar diversos ingredientes e fazer em casa.

Para essa conserva, usei um preparado pronto. Conserva-se muito bem, mesmo depois de aberto, na geladeira. Este tem um sabor pronunciado de algas e, claro, pimenta vermelha. Mas não é tão picante quanto outros preparados prontos.

O preparado acima, da Momoya, costuma aparecer nas lojas de produtos orientais. A minha mãe prefere esse. Esses preparados não servem apenas para fazer kimchi. Também podem entrar em marinadas, temperar carnes, ensopados.

Asazuke de Nabo e Kimchi

Usei um nabo grande e redondo. Ele foi cortado em bastões de 1 cm de espessura. Ele foi salgado e deixado descansar até ficar bem macio e perder uma quantidade considerável de água. Enxaguei rapidamente, escorri e adicionei o preparado à gosto. Tive cuidado com o sal – o preparado já contém um tanto de sal. Deixei curtir por mais algumas horas e fui comendo com arroz branco.

Share This Post
Publicado em acompanhamento, conservas, dicas, receita | Tags , , , | 6 Comentários

Yakimanju

Quase acertei na receita desse doce, tão conhecido tanto dentro como fora da comunidade japonesa. Errei na altura, fiz bolinhos finos demais. Errei no tempo de forno, ficaram um pouco secos. E errei na estampa, que era muito rasa e sumiu quando a massa se expandiu sob a força do fermento.

Yakimanju

3 ovos

1/2 xícara de glucose

250 gramas de açúcar

50 gramas de manteiga derretida

1/2 xícara de água

1 colher de chá (rasa) de sal amoníaco

600 a 700 gramas de farinha de trigo

Anko

Bata os ovos com o açúcar e a glucose, apenas para misturar. Junte a manteiga e misture. Dissolva o sal amoníaco na água, misture tudo e vá acrescentando farinha até formar uma massa macia, um pouco grudenta, quase da mesma textura do anko. Não trabalhe demais a massa.

Abra a massa na mão, em porções pequenas e recheie com anko. Feche bem. Pincele com gema batida e leve ao forno pré-aquecido, bem quente. É importante que o forno esteja bem quente, para que o manju asse sem ressecar demais. Do contrário, você vai acabar com um biscoito recheado com pasta doce de feijão…

Deixe esfriar, tampe e guarde. Fica melhor depois de 24 horas de descanso, tempo para que a massa ganhe mais umidade do anko e fique mais macia.

PS: Cuidado ao manipular o sal amoníaco. O cheiro é forte e sufocante mas não se preocupe. Depois de assados, os yakimanjus não terão cheiro de amônia.

Share This Post
Publicado em Culinária japonesa, Doces, receita | Tags , | 8 Comentários

Hortaliças de Inverno

Hoje, na feira, encontramos nabos redondos, folhas de crisântemo e nabo branco do tipo “oden daikon” (da esquerda para direita, na foto acima).

O nabo grande, redondo, pode ser consumido tanto cozido quanto em conservas. É macia e suculenta. As folhas de crisântemo (que estão comercializando aqui com o nome de shin kiku na), são consumidas cozidas ou em tempuras. Apesar de não possuirem um aroma muito intenso, na boca, possuem um sabor pungente, que lembra a flor. Já o nabo do tipo “oden”, é gordo e é próprio para cozinhar. As sementes dessa variedade vieram do Japão, segundo me informaram.

E do nabo não se perde nada. Os talos podem ser cozidos e consumidos com molho, como uma salada, ou em sopas e cozidos. A parte externa, mais dura, é retirada e fatiada fino. Refogada com shoyu e pimenta, ganha o nome de “daikon kimpira” (já que o kimpira, originalmente, é feito com bardana).

Confesso que fiquei emocionada em encontrar folhas de crisântemo. Há muito que não as vejo e, apesar do sabor inusitado, é algo que aprecio em meus cozidos de inverno… 🙂

Share This Post
Publicado em cotidiano, Culinária japonesa, curiosidades, dicas | Tags , , | 3 Comentários

Receitas Imin 100 – Londrina

Comprei na banca o livro de receitas Imin 100 – Londrina, organizados por Emiko K. Matsubara e Chizuko Yogi. Na seção de receitas orientais, algumas que eu não conhecia, como o Goya Andagui, de origem Okinawa.

Mas achei o livro confuso. Divido em categorias – Salgados, Doces, Receitas Orientais, Diet & Light e Cozinha Contemporânea. Na categorias Salgados, receitas que vão de Lazanha de Panqueca ao Salpicão da foto. Na categoria Receitas Orientais, receitas do Oriente Médio. Apesar do livro ser de receitas do Imin 100, não espere encontrar só receitas japonesa ou adaptações da comunidade nikkey. Se não me engano, são apenas 38. Fiquei pensando que critérios foram usados para selecionar as receitas.

Share This Post
Publicado em cotidiano | Tags | 4 Comentários