Torta de Caqui

Está na época de caqui. No Japão diziam que era rico em fibras e licopeno. Confesso que não fui atrás da informação. E também confesso que nunca fui fã do caqui molengo, prefiro do tipo mais firme, durinho. Mas com tantos caquis em casa, mais do que eu poderia consumir, mesmo que gostasse, acabei tentando uma torta.

Sempre achei que caqui daria uma geléia de boa consistência. Lembrei das tortas recheadas com geléia de frutas. Não cozinhei o caqui. Ele foi passado na peneira e levemente adoçado. A massa, grossa, absorveu parte da umidade do recheio. Não ficou crocante, claro, ficou parecendo um bolo mais pesado.

Massa

100 gramas de manteiga gelada

2 xícaras de farinha de trigo

2 ovos

3 colheres de sopa de açúcar

3 colheres de chá de fermento em pó

1/2 xícara de leite

Recheio

Cerca de 8 caquis grandes, bem maduros, descascados e passados pela peneira ou passaverdura

Açúcar à gosto (usei só 4 colheres de sopa)

Suco de meio limão

Misture a manteiga com a farinha e o açúcar, até formar uma farofa grosseira. Junte o fermento, misture. Adicione os ovos batidos e o leite aos poucos, misturando sem sovar. Deverá ficar uma massa macia, meio pegajosa.

Abra parte da massa (cerca de 2/3) com as pontas dos dedos em uma assadeira de fundo removível. Cubra os fundos e os lados.

Despeje o recheio. Para o recheio, basta misturar tudo. Se quiser adicionar outra aroma (canela, baunilha, raspas de limão, etc), use. Eu preferi fazer só com caqui, mesmo. O limão entrou só para equilibrar um pouco a doçura.

Leve ao forno pré-aquecido, forno médio para alto. Quando as bordas começarem a dourar e ficar um pouco firme, retire do forno.

Com o restante da massa, faça rolinhos e prenda-os nas bordas da torta. O recheio estará quente e não estará muito firme. Tenha  cuidado para não se queimar. Volte ao forno médio e deixe terminar de assar, até a grade de cima ficar dourada. No meu forno, precisei colocar outra assadeira embaixo, para não queimar o fundo da torta.

Retire do forno e espere esfriar antes de cortar. O recheio ficará com uma consistência cremosa, mas firme o suficiente para ser cortada sem escorrer, quase um flan.

PS: Da próxima vez, creio que farei em uma assadeira maior e mais rasa. Acho que ficou com muito recheio. Desta vez usei uma forma de apenas 18 cm de diâmetro.

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Foo

Comi (ou tomei?) foo em um pequeno restaurante vietnamita na cidade de Iwata (Shizuoka). Foram muitos pratos e ele veio por último, em uma tigela grande. Como eu já tinha comido bem e eram muitos à mesa, contentei-me em pegar um tiquinho do macarrão e um pouco do caldo. Confesso que não me lembro que vegetais vieram. Mas lembro bem do caldo bem claro, translúcido, leve e sem sabores fortes.

Não sei se já falei dos caldos asiáticos, feitos com frango ou galinha. São muito mais sutis que os nossos. Não é difícil de fazer, mas exige tempo e alguns cuidados

Caldo (Torigara soup)

1 carcaça de frango

1,5 litro de água

1 peçado de gengibre de cerca de 5 cm

1 cebolinha verde (prefiro, quando tenho, usar aquele tipo que tem a parte branca longa, mas ainda não é comum nas feiras)

Ferva água suficiente para cobrir a carcaça. Coloque-a na água fervente e deixe alguns minutos, até formar uma espuma escura. Escorra e lave a carcaça. Isso tudo é para que o caldo tenho um cheiro mais suave.

Coloque em uma panela a carcaça, a água, o gengibre e a cebolinha. Eventualmente também coloco um pedaço de cebola.

Cozinhe em fogo muito brando, sem ferver, por  3 horas. Coe e empregue. Não estranhe, ele será sem cor e quase sem sabor.

Para o foo, deixei o macarrão de arroz hidratando por mais ou menos meia hora, até que ele ficasse um pouco mais macio, quase comestível e escorri.  Também aferventei broto de feijão.

Na hora de comer, foi só aquecer caldo suficiente para uma porção, temperar com gotas de molho de peixe (nampla), outras gotas de shoyu e sal, lembrando que o macarrão não é salgado. Despejei fervendo sobre o macarrão de arroz. Broto de feijão e cebolinha picada em cima e comi correndo, porque o macarrão de arroz perde a textura rápido. Experimentei assim, depois juntei umas gotinhas de limão à tigela. Deu uma “levantada” no sabor. Quando achei que já estava ficando satisfeita, pinguei um pouco de pimenta.

Eu usei cebolinha na “cobertura”, mas creio que seria mais coerente usar umas folhas de coentro.

Para virar “Cozinha do Desespero”, só se eu usasse o caldo industrializado que comentei aqui. Aí o prato ficaria pronto em instantes.

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Pão Sem Sovar

Existem coisas tão geniais em sua simplicidade que a gente fica se perguntando como ninguém pensou nisso antes. Uma vez feito, parece óbvio. É o caso desse pão, que não precisa ser sovado, não exige muitos ingredientes, não precisa ser assado em um forno maravilhoso e fica com aparência, textura e sabor muito bons, próximos ao de um pão italiano.

Tudo começou com o Pão com Alho Negro que a Nina publicou no Gourmandise. Lá ela comenta sobre o Pain de Campagne e surge um tal de No Knead Bread, que ela viu no From Our Home to Yours (em português). E que me leva à página e receita de Jim Lahey, da Sullivan St Bakery.

Da próxima vez, prometo que serei paciente e esperarei a massa crescer mais um pouco e deixarei a panela de barro esquentar mais uns 15 minutos. E untarei o fundo, porque o pão grudou e estragou um pouco a aparência.

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Gourmandise e Mixirica

A Nina publicou uma receita de pão com fermento natural e alho negro no Gourmandise hoje. Ontem foi dia do casamento de queijos, alho e vinho.

E no blog Mixirica, mais alho negro, graças à Nathy do Bistrô Pregui que deu umas cabeças para a Tatiana…

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Massa Folhada Rápida

Massa folhada é uma delícia, não? Delicada, desmancha-se na boca, rica em manteiga. dourada, crocante. Mas alguém já tentou fazer massa folhada em casa? Pior, já tentou fazê-la em pleno verão? Não me lembro quantas vezes tentei até acertar. Frustrada, dizia que jamais voltaria a tentar. Mas daqui meses ou anos, lá ia eu, novamente, embalada por alguma explicação mais detalhada em algum livro. Em uma vez, a massa estava dura demais e esmagava a manteiga, que escorregava mas não esticava. Noutra, a manteiga estava dura demais e furava a massa. Um dia consegui acertar e senti-me nas alturas, como se tivesse escalado uma montanha e chegado ao cume.

Eu não vou dar as dicas. Podem reclamar a vontade, mas sei que quem tentar vai ranger os dentes, proferir mil palavrões ou, pelo menos, lamentar o disperdício de manteiga. Eu vou é dar uma receita de uma massa folhada que eu chamo de “truqueira”. Funciona muito bem em palitinhos, pastéis assados e até em alguns doces. Não cresce tanto quanto a massa folhadada, mas você não vai gastar nem um décimo de tempo e talvez nunca mais vá comprar massa folhada pronta.

Para cada porção de farinha, pese o mesmo tanto de manteiga gelada. Corte a manteiga em cubinhos de mais ou menos 2 cm de lado. Se o dia estiver quente, use também farinha gelada. No exemplo, usei 200 gramas de farinha e 200 gramas de manteiga. Misture a manteiga à farinha, só para cobrir os cubinhos de farinha, sem sovar.

Pegue meia porção de água, ou seja, para 200 gramas de farinha, use 100 ml de água gelada. Junte sal. Eu uso entre 3 a 5 gramas de sal para essa quantidade de farinha. Também acrescento uma colherinha de chá de vinagre, para deixar a massa mais crocante. Misturo tudo e despejo sobre a massa. Misturo levemente. Não vai parecer uma massa, mas um “farofão”. Despeje sobre a bancada ou tábua.

Com ajuda de um rolo, abra em um retângulo. Ainda assim, não vai ter uma aparência muito animadora. Parece que tem farinha demais. Mas não desanime. Forme um retângulo. Dobre em 3. Pegue uma porção e dobre da esquerda para o centro e a outra porção por cima dela,  seguindo o lado mais comprido. Como a massa ainda não está coesa, você vai precisar de uma espátula para juntar essa farofa e dobrar. Eu  uso aquela faca chinesa larga, também funciona muito bem.

Repita essa operação mais 3 vezes. A cada volta, a massa vai ficando cada vez mais fácil de dobrar. Mas mesmo assim, vai ser visível os pedaços de manteiga na massa. Se necessário, enfarinhe para evitar que a massa grude.

Por fim, dobre e embrulhe com um filme plástico. Provavelmente você não vai gastar mais que 15 minutos até este ponto. Eu prefiro deixar a massa na geladeira de um dia para outro, para ficar bem gelada. Depois, é só abrir – a espessura varia conforme seu gosto e utilização – entre 3 a 5 milímetros.

O ideal é que a massa esteja gelada e o forno, bem quente. Se fizer pastéis de forno, modele-os e deixe-os na geladeira por meia hora ou mais, para que a massa fique gelada e firme. Pincele com gema e leve imediatamente ao forno pré-aquecido. No caso dos palitinhos, abri a massa, pincelei com ovo batido e espalhei lâminas de amêndoas (poderia ter usado queijo ralado). Cortei em tiras e dei uma ligeira torcida, coloquei em uma assadeira e assei imediatamente.

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Chocolate Chips Cookies

Quem não gosta de biscoitos com pedacinhos de chocolate? Crocantes, dourados, cheirosos. Faço-os grandinhos, para matar a gula de uma só vez. Também gosto de fazer biscoitos para dar de presente. Coloco alguns em um saquinho de plástico, uma etiqueta bonitinha e qualquer um fica feliz. Essa receita tirei do livro Pensylvania Dutch Country  & Amish Oyatsu de Joseph Lee Dunkle (em japonês). Só que eu fiz 4 receitas de uma só vez!

130 gramas de farinha de trigo

1/3 de colher de chá de bicarbonato de sódio

50 gramas de manteiga

35 gramas de gordura vegetal

50 gramas de açúcar mascavo

40 gramas de açúcar

1 ovo

Óleo ou essência de baunilha à gosto

140 gramas de chocolate em gotas

Misture a farinha e o bicarbonato. Deixe de lado.

Bata a manteiga e a gordura vegetal com o açúcar comum e mascavo, até formar um creme. Adicione o ovo e bata mais um pouco.

Adicione a essência de baunilha e misture. Junte a farinha e misture com uma espátula, até que fique homogêneo.

Junte as gotas de chocolate ou chocolate em barra, picado.

Leve à geladeira, embrulhado em um filme plástico, por pelo menos 2 horas. A massa fica mais firme e menos grudenta.

Faça porções pequenas. Achate-as ligeiramente com as pontas dos dedos ou com o fundo de um copo, enfarinhado. Deixe bastante espaço entre elas porque a massa espalha um bocado.

Leve ao forno moderado (180°C)  pré-aquecido, até que fique dourado nas bordas. Tome cuidado, porque podem queimar em um minuto. Assim que saem do forno são macios, mas ficam firmes depois que esfriam. Mantenha-os em um pote bem fechado para não pegarem umidade.

PS: Na receita original pede gordura vegetal, que pode ser substituída por manteiga. Mas tenho que reconhecer que com gordura vegetal, fica mais crocante. E eu não pesei o chocolate. Na verdade, coloquei o tanto que tive vontade. Ficaria mais bonito com gotas, mas sempre acabo usando chocolate em barra, porque é o que costumo ter por aqui.

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Yakisoba com Pasta de Alho Negro

Publiquei receita nova no outro blog. Fiz um massa chinesa com bastante vegetais e usei pasta de alho no molho. Ficou adocicado, com um aroma suave e combinou muito bem com shoyu. Bom, leve, rápido, equilibrado e saudavel.

http://marisaono.com/alho_negro/?p=75

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Compras na Liberdade 2

Hoje encontrei feijão soja preto. Ao contrário do comum, não dá para fazer tofu com ele. Costuma ser consumido cozido, seja com açúcar, como amanato ou com açúcar, shoyu e pedacinhos de alga kombu. Já o feijãozinho verdinho do lado, é o feijão para fazer moyashi (feijão mungo, que também vai no fabrico do harusame, aquele macarrão oriental transparente). Deste, lembro que estava entre R$6 a R$7,00, o quilo, variando um pouco de loja para loja.

Já a mãe não fica sem Kombu-dashi (caldo industrializado à base de alga kombu). Costuma colocar uma pitadinha nos cozidos, na sopa de pasta de soja (misoshiru) e até em conservinhas. Embora tenhamos alga, lascas de bonito seco e até mesmo o extrato deles, é muito prático e, creio, no caso dela, é uma questão de hábito, também. Estava a R$38,00 o quilo, na Casa Bueno. Ao lado, discos de alga seca, parecidos com o nori, usado em sushis. Só que estas algas ficam ótimas em sopas, adicionadas no momento de servir. De quebra, um pouco de iodo extra na dieta. Também podem ser usadas para fazer uma conserva, o tsukudani, que ainda, um dia, vou publicar. Quando morava no Japão diziam que algas faziam bem à pele. Não sei se é há algum fundamento, mas acho bom consumir um pouco de tudo.Não me lembro o preço, mas foi comprado no Towa.

Zaruchasoba. Ou seja, macarrão com chá verde. Na etiqueta, diz que é feito com o chá de Shizuoka, província onde morei por mais de 10 anos. Ainda não provei, mas espero que seja, além de bonito, aromático.

Ban Pho ou talharim de arroz. Fiquei com saudade de um pho que comi em um restaurante vietnamita. O caldo era uma canja delicada, a massa de arroz é reconfortante. Vou guardar para um dia em que eu estiver meio indisposta ou precisando de algo leve.

Vamos falar a verdade: todo mundo usa um caldinho industrializado. É quase impossível fazer caldo em casa toda semana. E em momentos de desespero, a gente recorre a eles para dar uma incrementada no sabor. Eu também uso, com moderação. E nem é por conta do glutamato, não tenho muito trauma dele – afinal, shoyu, kombu, tomates, queijos e vários outros alimentos possuem ácido glutâmico naturalmente. Não uso com tanta frequência porque não quero sempre que tudo fique com o mesmo gosto. Esse caldo é um achado. Eu usava o da Ajinomoto, importado. Esse, da Lee Kum Kee, não tem cheiro de salsão, nem de louro. É um caldo bem básico, leve e que não atrapalha. Um quilo dele realmente é muito. Mas por R$35,00, vale a pena dividir entre amigos. Eu prefiro manter uma pequena porção em um vidrinho, na cozinha, e o resto vai para o congelador, que é seco e ele não corre o risco de empedrar com a umidade. Comprei no Towa.

Choco Pie da Lotte. É um bolinho com recheio cremoso e coberto com chocolate. Porquê? Porque de vez em quando eu gosto de uma “porcaria”. Aliás, confesso, comi muito deles nos primeiros anos de Japão. Levava para o meu lanche das 17:00 hs. Vem 6 unidades embaladas uma a uma.

Além disso, para quem costuma fazer sekihan ou mochi, o preço do arroz para mochi, produzido em Registro, está bem em conta em algumas lojas: variando de R$4,00 a R$4,50. Por aqui, mais no interior, já topei com preços que eram o dobro disso. E tinha muito gengibre novo, lindos, vendidos em maços. Perfeitos para fazer gari.

E, por fim, almocei um Mix Fry Teishoku: camarão, peixinho e porco empanados, com direito a arroz, sopa de pasta de soja, um pedaço de tofu, uma conservinha e uma porçãozinha de sunomono de harusame com alga wakame e pepino, além de uma porção boa de salada, repolho picado e ainda vinha  maionese e mostarda forte (karashi). Tudo regado com Coca-Cola, porque eu não sou de ferro e fico muito feliz quando não como minha própria comida.  A conta foi só R$25,50 e eles aceitam cartão. Mas o melhor do almoço foi a companhia da Nathy, da Dry, do LP e César. Sem fotos.

Outra surpresa foi conhecer uma leitora do blog, a Neide. Ela nunca comentou nada, o que é uma pena. Espero não tê-la assustado…

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Kibe


Uma das poucas coisas que me fazem ir à região da 25 de março em São Paulo é o Raful. Gosto dos kibes e esfirras de lá. E fico impressionada com a velocidade com que as bandejas chegam lá do fundo. Eu me permito, de vez em quando, frituras, petiscos e lanches, sim. Esse kibe ficou bom, mas se tiver oportunidade, vá ao Raful.

Para a massa:

500 gramas de trigo para kibe

2 cebolas

2 dentes de alho

Sal, pimenta-do-reino e hortelã à gosto

Para o recheio:

500 gramas de carne moída

2 ou 3 cebolas médias, bem picadas

2 dentes de alho

Sal, pimenta-do-reino, pimenta síria à gosto

Suco de 1 limão

Hidrate o trigo. Adicione bastante água e deixe algumas horas. Escorra e esprema entre as mãos para tirar o excesso de água. Moa junto com as cebolas, alho e hortelã, usando a chapa mais fina. Moa novamente tudo, para obter uma massa maleável. Não testei, mas talvez funcione em um multiprocessador.

Para o recheio, refogue o alho, junte as cebolas e uma pitada de sal. Deixe que murchem e dourem levemente. Junte a carne moída e refogue. Tempere com pimenta síria, pimenta-do-reino, sal. Quando a carne estiver cozida, desligue o fogo e junte o suco de limão. Misture e deixe esfriar.

Modele porções de massa. Abra uma cavidade, como quem vai modelar uma coxinha. Recheie com a carne refogada e dê o formato alongado. Faça isso na hora de fritar.

Frite em bastante óleo quente, até ficar bem corado. A casquinha fica crocante por fora e macia por dentro. Eu comi com molho de pimenta vermelha.

PS: Fiz parte da receita e deixei o resto na geladeira. Fria, a massa ficou mais fácil de modelar e consegui fazer kibes com a casca mais fina.

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Quiabo Anão

Ganhamos as sementes como sendo de quiabo anão. Apenas um vingou e de anão não tem nada. Já passou dos 2 metros de altura.

Quanto ao gosto dele? Ainda não provei. Em parte porque estamos curiosas em saber o quanto eles crescem. Precisamos guardar algumas sementes. Daqui uns dias crescem outros e talvez eu possa dizer se são bons para comer.

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